JEAN PAUL BELMONDO - 10 FILMES ESSENCIAIS

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Dizem que a beleza é relativa, mas há um senso comum em dizer que o ator Jean-Paul Belmondo era feio. Desde o início da carreira, ele foi desacreditado por ser feio. Um erro absolutamente grosseiro. Não há como comparar aquele sorrisão que o ator sempre carregava com um Russell Crowe, que parece ser antipático até dormindo.

Belmondo foi símbolo da Nouvelle Vague Francesa, passando por ícone das comédias fazendo um personagem  em comum: uma mistura de Burt Reynolds com o James Bond de Roger Moore. Imagine "topar" com ele em Ouro Preto (sim, aqui no Brasil), e dividir uma cachacinha com ele? Isto foi possível, um dia. Hoje, Belmondo já deixa saudades e apesar de sua morte, aos 88 anos sua filmografia vive em nossas filmotecas. 

Filho do renomado escultor francês Paul Belmondo, Jean já lutou boxe, quase se casou com Ursula Andress e  Laura Antonelli, namorou uma brasileira, perdeu uma filha num incêndio, foi pai novamente aos 70 anos, sofreu um derrame que deixou o lado direito de seu rosto paralisado em 2001. Jean faleceu 20 anos depois, no dia 6 de setembro. 

Mas não sem antes de se tornar eterno em nosso cinema. 

Vá em paz, Bebel.

Abaixo, seus 10 filmes essenciais. 


Abel Davos é um notório criminoso italiano que fugiu para a França com sua família para evitar sua prisão e condenação à morte. Ele é acompanhado por seu fiel amigo Raymond Naldi, outro criminoso conhecido e procurado. Na fronteira, um tiroteio dramático promete complicar a situação deles.


Em Acossado, após roubar um carro em Marselha, Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) ruma para Paris. No caminho, ele mata um policial que tentou prendê-lo por excesso de velocidade, e em Paris persuade a relutante Patricia Franchisi (Jean Seberg), uma estudante americana, a escondê-lo em seu apartamento, passando a se relacionar com a jovem.


Durante a Segunda Grande Guerra a viúva Barny (Emmanuelle Riva), ateia, manda sua filha meio judia para viver em uma fazenda antes que os alemães invadissem a cidade. Quando ela descobre que o irmão de seu chefe fora mandado a um campo de concentração por ser judeu, decide batizar a filha na religião católica e assim se aproxima do padre Léon (Jean-Paul Belmondo), por quem acaba sentindo uma grande atração.


Quando o assaltante Maurice Faugel (Serge Reggiani) sai da cadeia, não perde tempo: ele mata Gilbert Vanovre (René Lefévre), um antigo amigo seu e receptor, e rouba o dinheiro de um arrombador de cofres. Logo, Maurice trama um plano ainda mais ousado: ele planeja invadir e roubar a casa de um homem milionário. Para isso ele conta com a ajuda de Silien (Jean-Paul Belmondo); o que Maurice não sabe é que Silien é um informante da polícia.


Um grupo de ladrões planeja o roubo de uma relíquia amazônica do Museu do Homem, em Paris. O crime gera uma série de aventuras que envolvem drogas, morte e sequestro. Agnes (Françoise Dorléac), a filha de um homem assassinado, é sequestrada, drogada e enviada para o Rio de Janeiro em um avião. O seu namorado Adrien (Jean-Paul Belmondo), um soldado, procura a amada, começando uma jornada, que terá como cenários o Rio de Janeiro, Brasília e a Amazônia.


Ferdinand Griffon (Jean-Paul Belmondo) está entediado com a sociedade parisiense. Certa noite, ele deixa a esposa em uma festa e volta sozinho para casa, onde encontra uma antiga amiga, Marianne Renoir (Anna Karina), trabalhando como babá dos seus filhos. No dia seguinte, ele aceita fugir com a bela para o Mediterrâneo, mas o casal vai ser perseguido por mafiosos.


Em meados de 1900 em Paris, Georges Randal (Jean-Paul Belmondo) é levado pelo seu tio rico, que roubou sua herança. Georges espera se casar com sua prima Charlotte, mas seu tio arranja um casamento para ela com um vizinho rico. Como um ato de vingança, Georges rouba as joias de família da sua noiva. Ele gosta tanto da experiência que acaba embarcando em uma vida de roubos.


Paul Belmondo vive o policial de Paris, o Comissário Jean Letelier. Letelier era um detetive violento e pouco afeito às regras da investigação policial. Ao perder um parceiro, ele resolve ir atrás dos criminosos. Paralelamente, um serial killer (uma novidade na época) vinha matando belas jovens parisienses.


Um agente secreto francês é enviado para um país africano para assassinar o presidente local. Porém, a situação muda completamente, e no último momento ele é traído pelos seus próprios superiores e entregue para a polícia daquele país. Após uma fuga improvável, o agente volta para a França para acertar as contas e terminar o seu serviço.


Henri Fortin é um ex-boxeador pobre e ignorante. Ziman é um advogado judeu rico de Paris. Durante a Segunda Guerra Mundial, eles se conhecem quando Fortin aceita conduzir a família de Ziman de carro até a Suíça. Distanciados pela classe social e educação, os dois homens aproximam-se quando Fortin descobre o livro “Os Miseráveis” e fica curioso por sua história. O motorista recém-contratado pede então ao novo patrão que leia o livro para ele durante a viagem. As coincidências entre os personagens do filme e os do livro transparecem aos poucos e a comparação é inevitável.


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