APOCALYPSE NOW (1979) - FILM REVIEW

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Falar sobre Apocalypse Now, para mim, chega a ser intimidador. Mesmo que eu escreva diariamente há 10 anos, sempre que falo sobre um filme muito pessoal, sinto que, ao término do texto, faltou algo. 

E hoje, Apocalypse Now, nada mais que o melhor filme de guerra do cinema e um dos 10 melhores filmes que já assisti. E é incrível como a obra funciona ao término das filmagens, e isto por causa dos inúmeros e graves contratempos que ocorreram durante o período que Coppola tentava colocar em ordem um dos maiores (e mais loucos) time de atores já reunidos, com direito a colocar até mesmo um Harrison Ford já quase pegando o chicote em Caçadores da arca perdida.


Francis Ford Coppola propôs realizar Apocalypse Now dez anos antes do livro realmente ter sido transposto para as telas de cinema. Na época o estúdio procurado não aceitou a proposta, pois achava que Coppola não tinha condições de comandar uma grande produção. Porém, após os lançamentos dos dois primeiros episódios da saga O Poderoso Chefão, em 1972 e 1974, Coppola finalmente conseguiu levar às telas o livro de Joseph Conrad e ainda fazer vergonha no estúdio que o rejeitou. 

Na história do filme, que se passa durante a Guerra do Vietnã, em 1970, o capitão Willard recebe a missão de localizar e matar um antigo e promissor comandante das Forças Especiais, que aparentemente enlouqueceu e se refugiou nas selvas do Camboja, onde comanda um exército de fanáticos. Sua viagem rio acima em busca de Kurtz torna-se cada vez mais perigosa e alucinante à medida que Willard adentra cada vez mais o coração das trevas.


A icônica cena de abertura das palmeiras queimando sob uma tempestade de napalm envolveu a destruição de uma floresta real. Cerca de 1.200 galões de gasolina foram despejados sobre as palmeiras e depois incendiados. Pneus também foram queimados para gerar mais fumaça para a tomada, enquanto botijões foram jogados na área para parecerem napalm caindo. Acres de floresta foram destruídas em questão de segundos. Como o filme foi filmado nas Filipinas, que estavam no meio de sua própria guerra com os rebeldes, as questões ambientais não eram uma grande prioridade.

O presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos, concordou em permitir que seu Exército fornecesse os helicópteros e pilotos usados ​​no filme. Porém, às vezes, retirava os helicópteros para conflitos internos e pilotos quando eram necessários para a batalha, substituindo-os por pilotos que não conheciam a dinâmica das filmagens, o que causou diversos problemas e atrasos.


A edição da cena inicial de Willard, com o som do helicóptero no ventilador, mostra a imersão do personagem de Sheen naquele mundo, inclusive com algumas informações pessoais demonstrando ser uma pessoa sem propósito fora da guerra, buscando reencontro, que pode ou não acontecer com uma missão. 

E a reintrodução de Willard no Vietnã é feita pelo próprio Coppola, numa cena, ainda que não tem sido planejada para tal, mostra um pouco de como é o trabalho do diretor numa produção como esta.

Com o desenrolar da trama, veremos que assassinar Kutz por insanidade não faz o menor sentido, já que esta mesma insanidade pode ser encontrada em todo lugar que Willard passa,, sendo Kilgore o personagem mais errático neste sentido. Porém, ele esta em plena atividade (no combate e loucura) e não desertou como Kurtz.


Eu amo o cheiro de napalm pela manhã, 

Francis Ford Coppola levou mais de dois anos para editar a filmagem. Enquanto trabalhava em sua edição final, ficou claro para ele que Martin Sheen seria necessário para gravar várias narrações adicionais. Coppola logo descobriu que Sheen estava ocupado e incapaz de fazer essas narrações. Ele então chamou o irmão de Sheen, Joe Estevez , cuja voz soava quase idêntica. Estevez também foi usado como substituto quando Sheen sofreu um ataque cardíaco durante a filmagem em 1976. Estevez não foi creditado por seu trabalho como substituto, nem por seu trabalho de locução.

As negociações para ter Marlon Brando no elenco foram bastante complicadas. Tendo recebido antecipadamente US$ 1 milhão, Brando ameaçou abandonar o projeto ainda antes das filmagens começarem. Coppola, por sua vez, respondeu que não se importava com a ausência de Brando e que se ele realmente abandonasse o papel iria convidar Jack Nicholson, Robert Redford ou Al Pacino para o papel.. 


O horror ... o horror ... 

Brando naquele momento estava acima do peso, andava frequentemente bêbado e admitiu que não havia lido nem o roteiro e nem o livro em que o filme se baseava. Mesmo depois de ler o roteiro, ainda se recusou a fazer o papel. Após dias de conversas, Brando concordou em atuar no filme, com uma condição: de que ele aparecesse sempre nas sombras, para que o público não notasse que ele estava 40 quilos acima do seu peso normal.

E muitas de suas cenas foram feitas no improviso, como sua fala "Você é um menino de recados, enviado por balconistas de mercearia, para cobrar uma conta". A cena inicial em que o capitão Willard está sozinho em seu quarto de hotel foi totalmente improvisada. Martin Sheen disse à equipe de filmagem apenas para deixar as câmeras rolarem. Sheen estava muito bêbado. Ele socou o espelho, que era de vidro real, cortando o polegar. Sheen também começou a soluçar e tentou atacar o diretor Francis Ford Coppola. 


A equipe estava tão incomodada que queria parar de filmar, mas Sheen queria manter as câmeras funcionando. Na época, ele estava lutando contra um problema com a bebida e seus próprios problemas pessoais. Ele ficou tão envolvido na cena e em suas próprias lutas internas que bateu no espelho. Ele acreditava que continuar a cena o ajudaria a enfrentar seus demônios. Isso foi revelado posteriormente em uma conversa com Coppola e Sheen, e foi mostrada na versão Redux.

Francis Ford Coppola investiu 7 milhões de seu próprio dinheiro no filme depois que ele ultrapassou severamente o orçamento. Ele acabou tendo que hipotecar sua casa e a vinícola de Napa Valley para terminar o filme. Mais de um ano se passou entre as filmagens de Willard e Chef procurando mangas na selva e encontrando o tigre, e as cenas imediatamente seguintes (parte da mesma cena) de Chef subindo de volta no barco, arrancando sua camisa e gritando.


O organograma original previa filmagens de apenas 6 semanas, mas a produção terminou se estendendo para 16 meses. O motivo de tamanho atraso foi um furacão, que destruiu todos os sets de filmagens;

Durante a pré-produção, Francis Ford Coppola consultou seu amigo e mentor Roger Corman para obter conselhos sobre como filmar nas Filipinas. Conselho de Corman: "Não vá." As Filipinas não tinham laboratórios profissionais de cinema na época, o que significa que os negativos brutos das câmeras tinham que ser enviados aos Estados Unidos para serem processados. Assim, todo o filme foi filmado às cegas. Francis Ford Coppola nunca viu uma cena em filme até voltar para a Califórnia.

De acordo com o roteirista John Milius , ele escreveu todo o roteiro do filme ouvindo apenas a música de Richard Wagner e The Doors . Para ele, The Doors sempre foi "música de guerra". Quando ele mencionou isso para a banda, eles ficaram horrorizados. Ironicamente, o cantor principal, Jim Morrison, era filho de George S. Morrison, um importante almirante da Marinha dos Estados Unidos. A carta que Martin Sheen está lendo na cena excluída "Carta da Sra. Kurtz" é na verdade um poema de Morrison.


Milius explicou também na época como surgiu o título "Apocalypse Now".  Ele oi derivado de uma tatuagem muito popular entre a comunidade hippie de um sinal de paz que dizia "Nirvana Agora". Milius, ao adicionar apenas algumas linhas extras, editou o símbolo da paz para fazê-lo parecer um círculo com um bombardeiro B52 no meio e mudou o slogan para "Apocalipse Agora".

Dança das cadeiras

Emilio Estevez e Charlie Sheen tiveram suas cenas no filme cortadas. Estevez era um mensageiro, enquanto Sheen era um figurante..Harvey Keitel foi inicialmente escalado como Willard. Após duas semanas de filmagem, Francis Ford Coppola o substituiu por Martin Sheen. De acordo com Coppola, um pedaço do filme com ele chegou à versão final, que foi uma cena à distância do barco do rio enquanto ele se move na água.


Nick Nolte disse que nunca quis um papel mais do que o do Capitão Willard e ficou muito desapontado quando Francis Ford Coppola escolheu Harvey Keitel para o papel. Quando Keitel foi demitido, Nolte pensou que o papel era dele, mas Martin Sheen acabou ganhando o papel. Depois de deixar a produção, Harvey Keitel foi para "Os Duelistas (1977)", um filme também baseado em um romance de Joseph Conrad.

Jeff Bridges também fez o teste para o papel de Willard. Quando Francis Ford Coppola pediu a Al Pacino para interpretar Willard, Pacino recusou, dizendo: "Eu sei como isso vai ser. Você vai estar lá em um helicóptero me dizendo o que fazer, e eu estou vai ficar lá embaixo em um pântano por cinco meses.”. 


Steve McQueen foi  outro a recusar o papel do Capitão Willard. Ele havia inicialmente concordado verbalmente em interpretá-lo quando Francis Ford Coppola concordou com seu salário de US $ 3 milhões. Mas depois de pensar sobre o fato de que o trabalho exigiria vários meses de filmagem no local na selva filipina, McQueen disse a Coppola que preferia desempenhar o papel de Kilgore, o que exigiria muito menos trabalho de locação, contanto que ele ainda fosse pago seu salário integral. Coppola, que basicamente autofinanciou o filme, simplesmente não tinha dinheiro para pagar e disse que não.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter de 2015, Clint Eastwood revelou que Coppola lhe ofereceu o papel de Willard, mas assim como Steve McQueen e Pacino, ele não queria ficar longe da América por muito tempo. Eastwood também revelou que McQueen tentou convencê-lo a interpretar Willard. 

James Caan foi a primeira escolha de Coppola para interpretar o coronel Lucas. Caan, no entanto, queria muito dinheiro para o que era considerado um papel secundário no filme, e Harrison Ford acabou sendo escalado para o papel.


Burt Reynolds foi abordado para o papel de Willard. Marlon Brando se opôs de forma ferrenha  a essa decisão. Curiosamente, o mesmo aconteceu entre os três anos antes em O Poderoso Chefão (1972). Coppola ofereceu a Reynolds o papel de Michael Corleone, e Brando se opôs e ameaçou pedir demissão. E uma conversa entre Coppola e Brando foi gravada no set, mostrando toda a animosidade de Brando ao escutar o de Reynolds. Curiosamente, os dois são muito semelhantes fisicamente.

George Lucas foi originalmente definido para dirigir o filme a partir de um roteiro de John Milius, do qual Lucas teve uma participação no desenvolvimento inicial do roteiro. O plano inicial de Lucas era fazer o filme como um documentário falso em locações no Vietnã do Sul enquanto a guerra ainda estava em andamento. Francis Ford Coppola, que seria o produtor executivo, tentou fazer o filme como parte de um contrato de produção com a Warner Brothers. 


O negócio fracassou e Coppola passou a dirigir "O Poderoso Chefão (1972)". Quando os dois homens foram poderosos o suficiente para fazer o filme, Saigon havia caído e Lucas estava ocupado fazendo Guerra nas Estrelas (1977). Milius não tinha interesse em dirigir o filme. Lucas deu a Coppola sua bênção para dirigir o filme. No entanto, a amizade de Coppola e Lucas foi tensa por vários anos devido à impossibilidade de Lucas de dirigir o filme. 

Tretas e outras curiosidades

De acordo com Dennis Hopper, Marlon Brando gritou com ele por causa de um simples mal-entendido. Ele então decidiu hostilizar Brando deliberadamente sempre que podia. Isso resultou em Brando se recusando a compartilhar o set com ele, e a única cena que eles compartilham foi filmada em noites separadas. Então, quando Kurtz joga o livro no personagem de Hopper e o chama de "vira-lata", só podemos presumir que esse era o sentimento genuíno de Brando por ele.


A foto de Marlon Brando em uniforme militar do dossiê é de " Os Pecados de Todos Nós (1967)", para o qual Francis Ford Coppola contribuiu para o roteiro. Laurence Fishburne mentiu sua idade na época. Ele tinha apenas 14 anos quando a produção começou em 1976. 

Diretor Francis Ford Coppola nunca ficou totalmente satisfeito com a versão teatral original, então sua versão Redux de 2001 restaurou 49 minutos de filmagens excluídas anteriormente, para um tempo total de exibição de 196 minutos. O novo material consiste principalmente em mais cenas de Kilgore durante o ataque à aldeia vietnamita; Willard roubando a prancha de surfe de Kilgore e se escondendo com sua tripulação e o barco, enquanto Kilgore voa em busca de sua prancha de volta; Willard ficando algum tempo com as Playmates; uma longa cena com um grupo de antigos colonos franceses em sua plantação; e Kurz lendo reportagens sobre o Vietnã da Time Magazine para Willard. 

No entanto, em 2019, Coppola sentiu que havia acrescentado muito, então ele optou por reeditar o filme para uma versão final de 175 minutos, principalmente removendo as cenas com os Playmates e Kurz lendo a reportagem do Times.


A matança de búfalos no filme foi real. A cena foi inspirada em um ritual realizado por uma tribo local Ifugao, que Francis Ford Coppola presenciou junto com sua esposa (que filmou o ritual posteriormente mostrado no documentário Francis Ford Coppola - O Apocalipse de Um Cineasta (1991)) e equipe de filmagem. Embora fosse uma produção americana sujeita às leis americanas contra a crueldade contra os animais, as cenas filmadas nas Filipinas não foram policiadas nem monitoradas. A American Humane Association deu ao filme a classificação "inaceitável".

Mas e afinal, quem era Kurtz?

A pergunta pode ser facilmente respondida, principalmente pela nossa atual política regente. Kutz era um cara excepcional, que escolheu viver de forma simples, longe do militarismo que o formou. Porém, em sua simplicidade de vida, residia um ditador, capaz de instaurar o terror em seu pequeno grupo. 


E dentro do seu governo, criou asseclas capazes de segui-lo cegamente, como o personagem de Dennis Hooper. Um líder tirânico que nem se dá ao trabalho de saber o outro lado, pois entende que só do lado dele esta a razão. E na sua arrogância, escolheu até mesmo a hora de morrer, como se fosse tornar alguma divindade para aquele povo. 

Por razões erradas, a missão de Willard encontra ai seu fundamente, afinal, se um cara comete tais atrocidades e ainda é endeusado pela inteligência, o que seria de nós, se um Kurtz chegasse ao Governo?

O horror. O horror.


CORAÇÃO DAS TREVAS + BRINDE EXCLUSIVO
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Joseph Conrad

Em meados da década de 1870, o rei Leopoldo II da Bélgica passou a promover supostas expedições humanitárias e científicas para “civilizar os selvagens” que habitavam o Congo. No entanto, o monarca apenas explorava o país: escavava o ouro, abatia elefantes em busca do marfim, promovia caçadas esportivas e devastava a floresta nativa. A riqueza produzida seguia diretamente para os cofres pessoais do rei. Além disso, essa exploração era realizada por meio de crueldades com os habitantes nativos, que morriam de fome, de doenças e por excesso de trabalho, ou sofriam torturas, estupros e massacres perpetrados pelos europeus.

No ano de 1890, quase no fim de sua carreira marítima, o polonês Joseph Conrad desceu o rio Congo como capitão de uma embarcação a vapor. A experiência viria a marcá-lo pelo resto da vida. Ao chegar no Congo, Conrad encontrou apenas o horror em suas diversas facetas, o horror praticado pelos agentes da civilização, o horror absoluto. Ele rompeu o contrato de três anos e retornou à Inglaterra depois de apenas seis meses. Anos depois, baseando-se na experiência, escreveu o romance Coração das Trevas, em que o capitão Marlow relata sua viagem pelo grande rio africano para o resgate de um gerente de posto de comércio chamado Kurtz.


Mais que simplesmente um relato de viagem, Coração das Trevas é também “uma obra metafórica, simbólica, que durante todo o século gerou interpretações psicanalíticas, políticas, filosóficas, de estudos de gênero, culturais, pós-coloniais”, como afirma o tradutor Paulo Raviere na introdução do volume. Seu estilo vivaz, exuberante e revolucionário o transformou em um clássico moderno, um dos livros mais importantes do século XX. Além disso, Coração das Trevas foi também uma das primeiras denúncias do genocídio belga. Não por acaso, décadas depois o diretor Francis Ford Coppola se inspiraria nele para narrar as tragédias da Guerra do Vietnã (1955–1975), no filme Apocalypse Now (1979).

A edição especial da DarkSide® Books é enriquecida pelas belas ilustrações de Braziliano Braza, e conta ainda com os Diários do Congo, nos quais Conrad se baseou para a escrita do romance, um ensaio de Virginia Woolf sobre o autor, e um posfácio do pesquisador Carlos da Silva Jr., no qual ele discorre sobre os resquícios coloniais que persistem ainda hoje. “Na África, na Europa ou nas Américas, a disputa pela memória continua viva, vibrante, e a nova edição de Coração das Trevas nos ajuda a lembrar desse episódio sangrento e cruel na história da humanidade”, afirma o pesquisador.


Depois dos contos de Edgar Allan Poe e de H.P. Lovecraft, dos romances Frankenstein , Drácula, O Médico e o Monstro , e da antologia Medo Imortal a DarkSide® Books dá sequência à publicação de grandes obras da literatura na coleção Medo Clássico com o contundente romance de Joseph Conrad e seu mergulho no Coração das Trevas. Como todo clássico digno desse nome, Coração das Trevas é um daqueles livros que sempre projetam luzes sobre as sombras incessantes que nos espreitam.

Filho de poloneses, Joseph Conrad nasceu Józef Teodor Konrad Korzeniowski no ano de 1857 em Berdyczew, atualmente na Ucrânia, na época dominada pelo Império Russo. Devido às atividades insurgentes do pai, que também era poeta e tradutor, passou parte da infância exilado na Rússia com a família. Pouco depois ficou órfão e passou a ser criado por um tio. Em 1874 mudou-se para Marselha, na França, onde iniciou uma carreira na Marinha Mercante. A partir de 1878 estabeleceu-se definitivamente na Inglaterra, onde adquiriu a cidadania em 1886, ano em que também começou a se dedicar à escrita. Muito embora só tenha aprendido inglês na vida adulta, produziu uma vasta obra no idioma, composta por romances, contos, ensaios e dois livros autobiográficos. Entre seus principais livros estão Juventude, Coração das Trevas, Lorde Jim e Nostromo.


Matéria retirada do blog da empresa Darkside, nossa parceira. 

Ficha Técnica do livro:

Título | Coração das Trevas 
Autor | Joseph Conrad 
Tradutor | Paulo Raviere 
Ilustrador | Braziliano Braza 
Editora | DarkSide® 
Edição | 1ª 
Idioma | Português 
Especificações | 16 x 23 cm, 176 páginas, capa dura 
ISBN | 978-65-5598-099-8 





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