INÊS GALVÃO - RESPONDE ÀS 7 PERGUNTAS CAPITAIS

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Através das 7 perguntas capitais eu conheci o mundo, literalmente. Consegui conversar com pessoas que eu jamais imaginaria que seria possível. Foi um projeto de 100 entrevistas, mas que terminou, depois de vários anos de muito trabalho e persistência. Foi cansativo, mas valeu a pena.

Por isto resolvi iniciar um novo projeto, desta vez com menos entrevistas (50 no total) e com um formato um pouco diferente, mas mantendo a ideia de serem 7 perguntas. Eu sempre fazia uma introdução do (a) entrevistado (a), mas desta vez será diferente. Vão conhecê-lo (a) ou saber mais sobre ele (a) através da entrevista.

E hoje, com vocês, a atriz Inês Galvão.


1) É comum lembrarmos com carinho do início da nossa relação com o cinema. Os filmes ruins que nos marcaram, os cinemas frequentados (que hoje, provavelmente, estão fechados), as extintas locadoras de VHS que faziam parte do nosso cotidiano. Você é uma apaixonada por cinema? Conte-nos um pouco de como é sua relação com a 7ª arte.

I.G.: Bem, eu confesso que não sou uma aficionada por cinema, gosto, mas também passo bem sem ele! Não sou dessas pessoas que fica enlouquecida quando lança um filme, não gosto de ver programa do Oscar, e para mim tanto faz se um filme ganha um Oscar ou não eu assisto se gosto do titulo e o enredo me chama atenção. Sou muito mais do teatro, teatro me emociona!!!


2) Muitos adoram fazer listas de filmes preferidos. Outros julgam que é uma lista fluida. Para não te fazer enumerar vários filmes, nos diga  qual o filme mais importante da sua vida. E  há uma razão para a produção que citar ser destacada?

I.G.: Você deve ter notado que não ligo para cinema, por isso não tenho lista. Mas o filme que me marcou muito foi o “E o vento levou”, eu tinha acho que 17 ou 18 anos.


3) Você voltou aos holofotes recentemente depois de um longo hiato, fato que não é incomum com artistas. Por exemplo, em 1997, Rick Moranis (de Querida, encolhi as crianças) ficou viúvo e iniciou uma longa pausa na carreira para se dedicar aos dois filhos. Ele voltará neste ano de 2020. 
Como foi para você lidar com esta distância do grande público? Mesmo que pessoas como eu lembrem dos seus trabalhos intimamente, a geração nascida com os anos 2000 não teve acesso a novelas quando lançadas como Roda de Fogo, Bebê a Bordo, Rainha da Sucata, Lua cheia de amor, Vamp e Quatro por quatro. Está nos seus planos voltar definitivamente à ativa nas novelas (ou seriados, minisséries, especiais...)?

I.G.: Realmente eu abdiquei da carreira em prol da família e do casamento, mas a satisfação de ter conseguido montar minha família era tão grande que eu nem sentia falta do publico nem dos holofotes. E na verdade só resolvi voltar por insistência das pessoas e dos amigos e com a falta do meu marido e as crianças já grandes me senti tentada!


4) Algumas profissões rendem histórias interessantes, curiosas e às vezes engraçadas. E certamente, quem trabalha com cinema, tem suas pérolas. Lembra de alguma história legal que tenha acontecido  durante a execução de algum trabalho seu e que possa compartilhar conosco? Alguma história de bastidores por exemplo…

I.G.: Lembro-me de uma durante as filmagens de “Mangueira: Amor a primeira vista” que fiz com a Julia Lemmertz e o Alexandre Borges, eu tinha que dizer uma frase em francês e eu não sei nada de francês e ao invés de pedir ajuda mandei com tudo, e a galera de matou de tanto rir e o diretor acabou usando no filme!


5) Se pudesse, por um dia, ser uma atriz do cinema clássico (de qualquer país) e através deste dia, ver pelos olhos dela, uma obra prima sendo realizada, qual seria atriz e o filme? E claro…porquê?

I.G.: Queria ser a Marilyn Monroe em o “Pecado mora ao lado”, clichê né?  Mas eu sou louca por ela, sempre fui desde de pequena, sempre era fissurada nos seus filmes !!!


6) Agora voltando à sua área de atuação. Qual trabalho realizado você ficou profundamente orgulhosa? 
E em contrapartida, o que você  mais se arrependeu  de fazer, ou caso não tenha se arrependido, teria apenas feito diferente?

I.G.: O personagem que mais me orgulhei de fazer foi a Soninha de Bebê a bordo, eu estava grávida, mas me dediquei de corpo e alma e consegui realizar tudo que quis no personagem. 

O que eu teria feito diferente foi o meu primeiro personagem, o menino de “Eu prometo”. Eu amava o personagem mas era meu primeiro papel e eu estava apavorada.


7) Para finalizar, deixe uma frase famosa do cinema que te represente.

I.G.: minha frase ??? Ahhhh !!! I came back !

M.V.: Legal. Obrigado Inês. Foi um prazer.

I.G.::O prazer foi meu, amor.



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