10 PRODUÇÕES PARA ASSISTIR EM TEMPOS DE CORONAVÍRUS


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Vivemos tempos caóticos. Não sabemos, literalmente (e politicamente) se vamos para a esquerda ou direita. Se ficamos ou prosseguimos. O cinema, como representação, buscou várias vezes nos mostrar possibilidades.

Bom, resolvi fazer uma lista com 10 possibilidades, e nenhuma delas parece surreal. Não mais...

Coloquei os filmes na ordem da ideia a ser passada, comentando filme a filme e explicando porque ele está na lista.

Boa sessão:
Direção: Ridley Scott

Primeiro e mais importante filme da lista. Ele ensina o fundamental: respeitar a quarentena. No caso do filme, eles não respeitam e os efeitos são catastróficos.

Na trama, uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.

Direção: Craig Mazin

A minissérie não é exatamente sobre pandemia ou vírus. Mas trata da arrogância dos governantes que estão mais interessados em provarem que estão certos do que assumirem seus erros e tomarem providências afim de garantir o bem estar da população local. 

Chernobyl conta a história da explosão que aconteceu na Usina Nuclear que dá nome ao título. Em 1986, na Ucrânia, o acidente dizimou dezenas de pessoas e acabou por se tornar o maior desastre nuclear da história. Enquanto o mundo lamentava o ocorrido, o cientista Valery Legasov (Jared Harris), a física Ulana Khomyuk (Emily Watson) e o vice-presidente do Conselho de Ministros Boris Shcherbina (Stellan Skarsgård) tentam descobrir as causas do acidente.

Direção: Steven Soderbergh

Contágio é o tutorial de como uma pandemia começa silenciosa. O filme segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.

Direção: Terry Gilliam

Uma vez o caos instalado, e se pudéssemos voltar no tempo e impedir a catástrofe? Assim é "Os 12 macacos". No ano de 2035, James Cole (Bruce Willis) aceita a missão de voltar ao passado para tentar decifrar um mistério envolvendo um vírus mortal que atacou grande parte da população mundial. Tomado como louco, no passado, ele tenta provar a sua sanidade para a médica Kathryn Railly (Madeleine Stowe), sua única esperança de mudar o futuro.

Direção: Kim Sung-su

Hoje, em 2020, se eu pudesse, encaixaria um filme coreano em qualquer lista que eu fizesse. Nesta não poderia ser diferente. 

Bundang, no subúrbio de Seul, está passando por uma epidemia devastadora . Byung-woo (Erik Scott Kimerer) morre em decorrência de um vírus desconhecido. No início, o vírus não recebe importância, e a população não se previne. Em pouco tempo, centenas de moradores da região são atingidos pelo vírus. O caos de instaura. O governo do país pede isolamento da área. Enquanto isso, um especialista procura o sangue que será capaz de desenvolver a vacina contra o vírus.

Direção: Wolfgang Petersen

Apesar de terem filmes, séries e minisséries nesta lista absolutamente essenciais, Epidemia é o primeiro filme que me vem à mente desde sempre sobre o tema. Talvez por ter sido o primeiro filme que vi sobre o tema nos cinemas. Ou talvez ainda por conta do nome que vai direto ao ponto.

Na trama, um médico do Exército e sua equipe lutam para salvar os habitantes de uma pequena cidade americana contra a propagação de um vírus mortal e contagioso trazido da África por um macaco que foi levado de forma clandestina para a Califórnia, nos Estados Unidos. O contágio é rápido e o Exército coloca a cidade sob quarentena. Mas quando um cientista do Exército tenta ajudar a população, ele é inexplicavelmente afastado do caso.

Direção: Mick Garris

Outro que se eu pudesse, encaixaria em qualquer lista: Stephen King. Assisti "The Stand" várias vezes. Sempre encarei as 6 horas direto. A história foi dividida em quatro partes: A Praga (The Plague), Os Sonhos (The Dreams), A Traição (The Betrayal) e A Prontidão (The Stand).

Na trama, em razão de uma grande ruptura de contenção num laboratório militar americano, um vírus sintético e mortal se propaga rapidamente. O segurança Charlie Campion entra em pânico ao tentar fechar o local, o que faz com que fuja apressadamente com a esposa e o bebê. Entretanto ele já levava e espalhava o vírus, o que provoca uma gripe tão intensa que os infectados em dois dias estão mortos. No entanto algumas pessoas se mostram imunes ao vírus e têm sonhos com Abigail Freemantle (Ruby Dee), uma negra bem idosa que vive perto de uma plantação de milho em Hemingford Home, Nebraska. Estas pessoas sentem instintivamente que a salvação está em dar atenção aos sonhos, pois têm tido sonhos iguais. Paralelamente um ser diabólico, que usa o nome de Randall Flagg (Jamey Sheridan), tem vários seguidores e agora não há como evitar um confronto das forças do bem e do mal.

Criadores: James V. Hart, Brian Peterson, Kelly Souders

Sou destes cinéfilos que rema contra a maré. E a maré vinha com o hype de Chernobyl, que é excelente e esta nesta lista. Mas  "A História do Ebola" dá um show de narrativa e emoção para conta a história do surgimento do Ebola no Quênia até a chegada da doença nos Estados Unidos, no final da década de 1990. Inspirada nos eventos reais descritos no best-seller internacional de Richard Preston.

Em 1989, em um laboratório científico nos arredores de Washington DC, o vírus Ebola faz sua primeira aparição conhecida em solo americano. A descoberta e a contenção desse filovírus letal, que atinge uma taxa de mortalidade de até 90%, é graças a um grupo de cientistas e soldados liderados pela tenente-coronel Nancy Jaax

Direção: Danny Boyle

A obra prima de Danny Boyle trata de uma Pandemia de raiva. Na história, após invadirem um laboratório de pesquisas em macacos, um grupo de ativistas encontra chimpanzés presos em gaiolas diante de telas que exibem continuamente cenas de extrema violência. Ignorando os avisos de um cientista que trabalha no local de que os macacos estariam infectados, os ativistas decidem libertá-los. Assim que são soltos os macacos atacam todos aqueles à sua volta, em verdadeiros ataques ensandecidos.

28 dias após este acontecimento desperta do coma em um hospital de Londres Jim (Cillian Murphy). Completamente confuso e estranhando a ausência de pessoas nas ruas, Jim nada sabe sobre o ocorrido e se esconde após encontrar diversos cadáveres e seres monstruosos, infectados pelo vírus disseminado. Após uma explosão Jim encontra outros sobreviventes, Selena (Naomi Harris) e Mark (Noah Huntley), que o levam a um local seguro e lhe explicam a situação atual. Decidido a reencontrar seus pais, Jim decide partir e é acompanhado pela dupla de novos companheiros. Até que, ao se refugiarem em um prédio, ouvem uma transmissão pelo rádio de que um grupo de soldados comandados pelo major Henry West (Christopher Eccleston) está se reunindo e diz ter a solução para a cura da infecção provocada pelo vírus. Sem outra alternativa, Jim, Selena e Mark decidem se juntar aos soldados em sua batalha.

Direção: Boris Sagal

Imagine se, com o avanço do Coronavírus, a vacina fosse descoberta, mas o cientista que a descobre é obrigado a se injetar a vacina por conta de um acidente e acaba sendo ele, a última esperança do mundo? Assim é o clássico de 71.

O início de um guerra com armas biológicas faz com que o planeta fique próximo da aniquilação. O médico Robert Neville (Charlton Heston), que havia tomado uma vacina experimental, é o único a sobreviver, pelo menos na forma humana comum, uma vez que a praga biológica deixou os demais sobreviventes totalmente deformados. Estes creem que a humanidade, por meio desenvolvimento da ciência e da tecnologia, causou a guerra e agora querem punir o único homem que sobrou, o Dr. Neville.


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