HEREDITÁRIO (2018) - FILM REVIEW

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Eu saí poucas vezes extasiado de um cinema ao ver um filme de horror. Talvez porque a minha geração não tenha tido acesso a tantas obras primas nas telonas, como Inocentes, Exorcista, Desafio do Além, Iluminado ou Bebê de Rosemary. Mas curiosamente este fato ocorreu 3 vezes num intervalo de tempo bem curto. Primeiro foi com A bruxa, em 2015, depois Hereditário em 2018 e Nós em 2019. 3 dos melhores filmes de horror da história. Eu escrevi uma longa dissecação do filme Nós (leia aqui) e hoje é a vez de Hereditário. 

Assim como fiz em Nós, o texto abaixo não é para quem quer ver o filme e está na dúvida. É para quem viu, gostou e quer saber em detalhes tudo que se passou diante das quase 2 horas e 10 minutos de projeção. 


Na história,  Annie Graham (Toni Collette) é uma artista de miniaturas que mora em Utah com o marido, Steve (Gabriel Byrne), seu filho de 16 anos, Peter (Alex Wolff) e sua filha excêntrica e reservada de 13 anos, Charlie (Milly Shapiro).  No funeral de sua mãe,  Annie faz um discurso, explicando o relacionamento tenso entre as duas e a vida extremamente reclusa de sua mãe. Uma semana depois, Steve é ​​informado de que o túmulo de Ellen foi profanado, enquanto Annie acha que vê uma aparição de Ellen em sua casa. Em um grupo de apoio para os enlutados, Annie revela que o resto de sua família sofria de doenças mentais que resultaram em suas mortes e como Ellen era uma figura significativa na criação de Charlie. 

Somos todos produtos de famílias que não escolhemos, histórias que não conhecemos e circunstâncias que não podemos controlar.


Certa noite, Peter vai a uma festa, mas diz que era na verdade um evento escolar. Annie o obriga a levar Charlie.  No lugar, ambos se separam e Charlie, que tem dificuldades extremas de socializar, fica avulsa, sem muita função, e acaba comendo bolo contendo nozes, às quais ela é alérgica. Ela começa a ter uma grave crise, e seu irmão, a fim de acudi-la, parte com ela dali para um hospital mais próximo. Em certo momento, Charlie se inclina para fora da janela em busca de ar. Peter, em alta velocidade, se esquiva de um cervo morto no meio da estrada, jogando o carro para o meio fio. Para a desgraça de ambos, havia um poste telefônico e Charlie é decapitada. Em choque, Peter silenciosamente dirige para casa e deixa o cadáver de sua irmã no carro. Na manhã seguinte,  sua mãe descobre o corpo. 

Neste momento, sua família começa a ruir. Annie e Peter voltam os atritos (ela é sonâmbula e certa vez foi acordada prestes a incendiar seu filho, e ninguém acreditou que não era intencional). Peter também é atormentado pela presença de Charlie em casa, que também pode ser fruto do estresse pós-traumático. Neste inferno astral vivido por eles, Annie busca um grupo de apoio e lá seu caminho cruza com Joan (Ann Dowd). O que parecia ser a janela para a luz é na verdade a tampa do caixão. 


Joan se aproxima "por acaso" de Annie e num certo momento diz que perdeu um ente querido e que se comunicou com o seu espírito através de um pequeno ritual.  Ela convida Anne para ir à sua casa, o que ela faz, ainda que de forma relutante. Lá ela vê, com olhos incrédulos, a comunicação entre o espírito e Joan. 

Joan parte dali desesperada, mas não antes de Joan dar as dicas para ela fazer o mesmo em casa. E como ela está desesperada com a perda da filha, ela insiste para que Steve e Peter participem da comunicação e é o que fazem, sem saber que estão abrindo uma porta para forças malignas, selando o território e marcando seu objetivo: Peter

Hereditário

Difícil acreditar que este seja o primeiro filme do diretor Ari Aster. Toni Collette disse a seu agente que não queria mais fazer filmes pesados ​​e sombrios e que só queria fazer comédias, mas adorou tanto o roteiro de Hereditário que não pode recusar. Aliás, sua interpretação foi digna de vencer o Oscar de melhor atriz em 2019. Mas claro isto não aconteceu porque ela nem concorreu. Apesar disto o filme concorreu a quase 90 prêmios e venceu quase a metade. 


A atmosfera de desunião da família foi reforçada pelas relações do lado de cá das telas.  Gabriel Byrne e Alex Wolff já haviam trabalhado juntos (Byrne interpretou o pai de Alex no programa de TV da HBO, Em Terapia de 2008). Alex e Milly Shapiro  se conheciam da escola, o que tornava Toni Collette a estranha no ninho, refletindo o sensação de "peixe fora d'água" do seu personagem em sua própria casa.

Toni Collette, que é uma atriz bem experiente, elogiou o diretor, dizendo que ele foi o mais bem preparado que ela trabalhou. E ele era mesmo. Por exemplo, Ari  escreveu biografias detalhadas de todos os personagens antes mesmo de escrever o roteiro.


Na história

Durante a reunião de apoio, Annie conta sobre suicídio de seu irmão aos 16 anos e afirma que seu bilhete de suicídio culpou sua mãe (Ellen) por "colocar pessoas dentro dele". Embora Annie atribuísse isso à sua esquizofrenia, poderia muito bem ser que Ellen originalmente tentasse conjurar Paimon através de seu próprio filho. Sua morte (e seu fracasso em convocar Paimon) explicaria por que Ellen colocou tanta pressão em Annie para ter filhos, e por que Charlie afirmou no começo do filme que sua avó queria que ela fosse um menino.

Quando Peter e Charlie estão a caminho da festa, o logotipo do culto pode ser visto esculpido no poste que mais tarde decapita Charlie, mostrando que cada passo foi parte de um plano maior.


Zantany! Dagdany! Aparagon!

Ao longo do filme, várias palavras podem ser vistas rabiscadas nas paredes. Em um ponto, há duas palavras em particular, LIFTOACH PANDEMONIUM. Liftoach é uma transliteração em inglês da palavra hebraica 'Para abrir'; e Pandemônio vem do Latim e significa "Todos os demônios".

Zantany é uma palavra de poder  usada para mandar os mortos de volta ao mundo espiritual. Isso faz todo o sentido com os momentos finais do filme. O demônio precisava ser chamado para Peter, e Charlie e Annie fora do caminho para que isso acontecesse.

O roteiro, brilhantemente escrito, sugere, assim como todo material de divulgação, que Charlie é o centro das atenções, quando na verdade é seu irmão.


No final, quando a estatueta em tamanho natural do demônio Paimon é mostrada, os dedos de sua mão direita são posicionados de uma maneira que Jesus é frequentemente retratado em pinturas medievais (dedo indicador e médio e juntos, outros dois dedos) enrolado em um punho e polegar paralelo mas ligeiramente curvado), mas em Paimon, ele está segurando de cabeça para baixo. O gesto medieval é usado como uma representação de Jesus, assim como as cruzes sendo invertidas, Paimon está usando isso para desrespeitar Jesus. Além disso, Paimon usa uma auréola com raios saindo dela como um sol. Este halo também é visto em representações de Jesus, o que significa que aqueles que adoram Paimon acreditam que ele é o verdadeiro salvador.

Em uma das cenas na sala de aula de Peter, o professor está falando sobre o sacrifício de Ifigênia, a filha de Agamenon. Tanto Ifigênia quanto Charlie são filhas que foram sacrificadas na esperança de produzir um grande evento: uma sendo a vitória contra os troianos e a outra a vinda de Paimon.


Vindo de uma família de mediunidade elevada, Charlie parece perceber seu trágico momento a todo instante. Repare que ela está sempre assustada, com olhar apreensivo. Sempre que alguém encosta nela, ela se assusta. A cena da sala de aula é particularmente interessante neste processo, já que ela está prestes a morrer (o acidente seria de noite). Um pássaro bate violentamente na janela da sala. Charlie, curiosamente não se assusta.  Mas sua atitude a seguir é ir pelo lado de fora do colégio, pegar o pássaro morto e cortar sua cabeça com uma tesoura, mostrando uma identificação com aquela situação.

Os pombos são usados ​​como mensageiros que às vezes carregam avisos... 

Destino

Como dito acima, o irmão de Annie se matou depois de afirmar que sua mãe estava tentando colocar as pessoas dentro dele, algo que Peter deveria ter feito se não tivesse ocupado com o pavor desconsertante vivido pela família. Depois que Annie se recusa a permitir que sua mãe tenha algo a ver com Peter (Wolff), ela suaviza um pouco quando Charlie (Shapiro) nasce, e ela queria ter controle total sobre a maneira como Charlie foi criada, levando  a avó a amamentar o bebê e tratar Charlie como um menino. 


O próprio ato no sonambulismo de Annie pode ter sido um insight preventivo, já que se ela matasse Peter, eles não teriam o destino mostrado no filme. 

Sua mãe, sendo a rainha de um culto da morte, estava tentando criar um vaso perfeito para o demônio Paimon entrar. Paimon precisa de um anfitrião do sexo masculino, de preferência, o que explica o comentário de Annie sobre as alegações de seu irmão, e por que ela criou Charlie como menino. 

Quando vemos o estranho anel de luz aparecer e desaparecer e mover-se na frente de Annie e Peter, na verdade é Paimon tentando enfraquecê-los, direcioná-los ou controlá-los, como de fato acontece em algumas ocasiões (Peter na mesa de sala de aula, por exemplo) e com Annie no final do filme.
Minha querida, querida e linda Annie,
Perdoe-me por todas as coisas que não pude lhe contar. Por favor, não me odeie e tente não se desesperar por suas perdas. Você verá no final que elas valeram a pena. Nosso sacrifício ficará pálido ao lado das recompensas.
Amor, mamãe


O marido é queimado, mas não por punição, mas sendo livrado do inferno a seguir. Ele é excluído do tabuleiro, da mesma forma que Annie tentou, inconscientemente, no ato de sonambulismo: matar seu filho, o futuro hospedeiro e a si mesmo, afim de se tirar da equação, quebrando a maldição. A queima parece ser a única maneira de impedir que o inevitável aconteça. 

Como o filme é chamado de Hereditário , obviamente existem laços familiares à frente de tudo. A cabeça de Charlie é cortada. Da mesma forma, o corpo da avó, que é  colocado no sótão dos Graham pelos membros do culto, igualmente decapitado, e Annie, embora possuída, também se decapita, numa cena pavorosa. 

O ritual está completo quando três cabeças são oferecidas (veja a foto). A primeira foi a vó, a segunda foi Charlie e a terceira foi a de Annie.


Marionetes

Há um certo incomodo vendo o filme no que diz respeito à casa, pois ela parece uma maquete. 

Numa cena inicial, o tema do livre-arbítrio é discutido enquanto se menciona uma das peças de Sófocles. Na mesma linha, Ari Aster afirma que a Família Graham não tem livre arbítrio sobre os eventos que estão ocorrendo. Para Aster, o filme é é semelhante a uma tragédia grega, mostrando que a maneira como as coisas acontecem é absolutamente inevitável, e a família não tem qualquer força para reagir. 

E é aí que entram as maquetes. Annie cria essas miniaturas e casas  e elas servem como uma metáfora perfeita para a situação descrita no filme: eles são bonecos em uma casa de bonecas sendo manipulados por forças externas. Qualquer tentativa de controle é inútil.


A casa foi construída em sets num estúdio em Utah. Eles precisavam ser capazes de remover paredes e tetos a fim de filmar nos cômodos de forma que parece exatamente como as miniaturas. O desenhista de produção teve que trabalhar simultaneamente com o miniaturista para garantir que a casa de Graham e a casa em miniatura fossem exatamente iguais.

Eles tiveram de fazer quase tudo na sala  (móveis, paredes, guarda-roupa) à prova de fogo por causa da cena em que Steve pega fogo.

O filme se encerra com a câmera de afastando do sótão, de forma que entendemos, mais explicitamente, que ali estão marionetes de Paimon.


Quem foi Paimon

Paimon é um dos Reis do inferno, muito obediente a Lúcifer. Ele tem duzentas legiões de demônios sob seu comando, sendo parte deles da ordem dos anjos, e a outra parte Potestade. Ele tem uma poderosa voz e ruge assim que chega, fala jorrando palavras em tal número que o mágico não pode compreender. Até que o mágico o obriga e então, ele responde claramente as questões que a ele é solicitado. Quando o mágico invoca esse demônio, ele tem de olhar para o noroeste (a oeste para outros autores), pois é onde ele tem a sua casa e, quando Paimon aparece, ele deve ser autorizado a pedir o que ele deseja e ser atendido, a fim de que seja obtido o mesmo dele. 

Sua representação é na forma de um homem com um rosto andrógino, sentado em cima de um dromedário com uma coroa gloriosa sobre a sua cabeça. É precedido por músicos. Antes dele ser freqüentemente um anfitrião dos demônios, com a forma de homem, ele tocava trombetas, pratos, e qualquer outro tipo de instrumento musical. 


Paimon dá o poder de influenciar e controlar outros, pode ensinar todas as artes e ciências, além de coisas secretas. Ele pode revelar todos os mistérios da terra, do vento e da água, o que a mente é, e tudo o que o mágico quer saber. Os homens ligam-se a vontade do mágico.

Ele concede títulos e confirma os mesmos. Ele concede bons Familiares (entidades subordinadas a ele). Agora para evocar Paimon sozinho, deve-se fazer-lhe alguma oferenda. Ele atende por meio de dois reis chamados LABAL e ABALIM, e também por outros espíritos que sejam da ordem de Potestade, junto com 25 legiões. E aqueles espíritos que lhe são sujeitos não estão sempre com ele a menos que o mágico os obrigue a isto. Paimon é conhecido por fazer barulho.

Veja seu símbolo abaixo:




Curiosidades

Na primeira cena de Peter na escola, as palavras "Fugindo do destino" estão no quadro-negro com a professora discutindo. Esta é uma referência ao Halloween: A Noite do Terror (1978), onde o personagem principal discute a mesma coisa na aula. Apropriadamente, este filme foi lançado no mesmo dia que o trailer de Halloween (2018).


A Síndrome de Identidade Desassociativa, a doença que Annie alega que sua mãe sofreu na cena de terapia de grupo, também é a condição diagnosticada pelo personagem do filme Fragmentado (2016). Os filmes têm o mesmo produtor.

Toni Collette e Alex Wolff fazem aniversário no mesmo dia, 1 de novembro.

Ari Aster é a voz no telefone ligando para Annie sobre sua data de exposição na Galeria Archer (por volta de 1h 23min).


Em uma entrevista, Alex Wolff explica que ele queria realmente quebrar o próprio nariz para a cena em que seu personagem bate a cabeça em uma mesa. O diretor Ari Aster recusou respeitosamente essa oferta e disse a Wolff que eles lhe dariam uma mesa macia e almofadada para a cena. Quando chegou a hora da cena ser filmada, Wolff bate a cabeça na mesa e acabou descobrindo que o topo era de espuma e o fundo era duro. Ele deslocou sua mandíbula.

Durante a cena da festa, assim que Peter entra no quarto para fumar maconha, alguns jovens assistem a um vídeo em preto e branco em um laptop de alguém sendo decapitado em uma guilhotina, prenunciando as múltiplas decapitações do filme.

Historicamente, o chocolate é frequentemente associado ao pecado e à tentação, o que explica porque Charlie  é obcecada por ele.


Quando temos um vislumbre de dentro do apartamento trancado de Joan, vemos uma representação de pessoas se curvando para três cabeças de animais decepadas e a estatueta de pássaro que Charlie fez antes de morrer.

Há situações que nem todos percebem ao longo do filme. Por exemplo,  você pode ver claramente alguém respirando fora de casa quando Peter está fumando seu bong no começo do filme. Você pode estar tão focado em Peter que não percebeu. Isto já dá um sinal de que o foco é ele, e não a menina.

Há também os casos das aparições. Um olhar mais esperto percebe a aparição da avó no canto do quarto, após sua morte. Da mesma forma, a aparição de Annie, no canto superior do quarto de Peter, já no final do filme. 


Durante seu discurso fúnebre, Annie (acima) menciona que há muitos estranhos na cerimônia. Mais tarde é revelado que sua mãe era fazia parte de um culto. Os estranhos no funeral eram membros deste culto, alguns dos quais podem ser vistos dentro e ao redor da casa durante o ato final do filme (abaixo).


Num daqueles casos "piscou perdeu", há um frame, que troca do dia pela noite (na derradeira noite da família). Neste frame, aparecem os membros do culto nus e parados. Assim como na cena que Peter entra no sótão, fugindo de sua mãe. Se olharmos no canto, atrás dele, há um membro em pé.

Talvez não tenha percebido, mas quando os Grahams voltam para casa depois do funeral de Leigh, você pode ouvir passos e uma porta se fechando no andar de cima. Não é mostrado, mas são os ocultistas colocando o corpo de Leigh no sótão..  

Quando Charlie vê a vó sentada em um tronco e cercada por chamas, a câmera de cima mostra ela caminhando em direção ao corpo. Você pode ver claramente as pegadas  sinalizando uma atividade extra com o corpo da vó.


Há um sonho em particular de Annie, com formigas. O sonho estaria relacionada ao apego excessivo. A razão pode estar no fato da formiga ser muito presa aquilo que produz e armazena e seus ninhos  serem extremamente protegidos para que outros animais não roubem aquilo que as elas estocaram. Uma formiga é capaz de colocar em risco a própria vida a fim de defender seu ambiente.  Para Annie se ver livre do seu destino ela deveria se desprender de sua vida, como de fato, ela quase consegue, se não fosse acordada, como é narrado no filme. Porém  na história da arte, as formigas são simbólicas da morte, decadência e decomposição. Os dois conceitos se encaixam no filme.

Em um ponto do filme, vemos um monte de correspondência presa na caixa de correio dos Graham. Depois de alguns segundos, um panfleto para um evento é inserido no topo. Isso foi feito pelos cultistas com a esperança de que Annie comparecesse à sessão anunciada. Quando ela não fez, eles mandam Joan encontrá-la na loja de artesanato para contar a ela sobre isso.


Os telespectadores mais atentos notarão que Annie realmente não bate na garrafa de tinta que derrama no papel que contém o número de telefone de Joan. Ela cai sozinha. Bem, não realmente  por si só. O brilho característico de Paimon pode ser visto na janela antes de Annie pegar a garrafa.

Quando Annie vai a primeira vez ao apartamento de Joan, ela toma um pouco de chá e tira um pedaço de uma erva negra da boca. É a mesma erva negra que a vó colocava na alimentação de Charlie.

A canção sinistra no final do filme é uma interpretação de uma canção chamada "Zadok the Priest", escrita por George Frideric Handel em 1727 para a coroação do rei George II.

Charlie, você está bem agora. Você é Paimon, um dos oito reis do inferno. Nós olhamos para o Noroeste e chamamos você. Nós corrigimos seu primeiro corpo feminino e agora lhe oferecemos este hospedeiro masculino saudável. Rejeitamos a Trindade e oramos com devoção a você, grande Paimon. Nos dê seu conhecimento de todas as coisas secretas. Traga-nos honra, riqueza e bons familiares. Amarre todos os homens à nossa vontade, pois nos ligamos agora e sempre aos seus. Salve, Paimon!



 O mercado brasileiro de home vídeo para caminhar para a falência múltipla de órgãos. Nos últimos anos, filmes importantes não estão tendo qualquer atenção do mercado. Até mesmo filmes vencedores do Oscar. Neste cenário, obras como Valerian (Luc Besson), Até o último homem (Mel Gibson) e Hereditário sequer foram lançados. Outros como O abutre, Nós, 12 anos de escravidão vieram somente em DVD.

Neste cenário caótico, eis que surge a Start home vídeo, para preencher o gap do que não foi lançado. É um trabalho de primeiríssima (pude conferir alguns blurays como a segunda temporada de Stranger Things e este Hereditário).

Caso esteja buscando uma solução para seu problema, acesse um dos links abaixo e fale com eles:

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