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    MUSEU DE CERA NO CINEMA


    Um museu de cera é um museu no qual existe a exposição de peças feitas de cera, usualmente retratando animais extintos ou celebridades. O Museu Madame Tussauds é talvez o mais famoso nome associado com os museus de cera. Em 1935, Marie Tussaud montou sua primeira exibição permanente em Baker Street, Londres.
    Desde a década de 20 há filmes envolvendo o estabelecimento, principalmente de terror ou suspense.
    Confiram quais são eles:

    O filme apresenta três episódios entrelaçados contados por um jovem poeta contratado (através de um anúncio de jornal)  pelo dono de um museu que exibe  figuras de cera para escrever peças publicitárias de forma que aumente sua clientela. Ele precisa  biografar três grandes criminosos - o califa Haroun al-Haschid; Ivan, o terrível; e Jack, o estripador. 

    Em Londres Ivan Igor (Lionel Atwill), um escultor de figuras em cera, luta em vão para impedir que Joe Worth (Edwin Maxwell), seu sócio, ponha fogo no museu para receber o dinheiro do seguro. Após 13 anos, Ivan reaparece em Nova York para inaugurar seu próprio museu de cera, mas suas mãos mutiladas só permitem que eles dirija o trabalho de outros artistas. A abertura coincide com o súbito desaparecimento de alguns corpos, inclusive um do necrotério. Igor tem um sinistro interesse por Charlotte Duncan (Fay Wray), a noiva do Ralph Burton (Allen Vincent), seu assistente, mas termina por despertar as suspeitas da companheira de quarto de Charlotte, Florence Dempsey (Glenda Farrell), uma repórter.
    • As figuras de cera eram, na verdade, pessoas reais. Os produtores desistiram de utilizar a cera, pois o material derretia com o calor da iluminação do set.
    • Até o final dos anos 60 se acreditou que Os Crimes do Museu estivesse perdido para sempre.

    Filmado em grande parte no museu de cera Madame Tussaud, este filme de terror gira em torno de um banqueiro que aposta que pode passar uma noite inteira na famosa Câmara dos Horrores da tração londrina. Infelizmente, uma vez lá, ele se descobre como uma potencial vítima de assassinato.

    Um assassino condenado por um depoimento de Charlie Chan, consegue escapar e se esconde em um museu de cera administrado por um médico demente. Ali ele espera conseguir uma cirurgia plástica para modificar seu rosto.


    Henry Jarrod (Vincent Price) é um escultor que faz imagens magníficas para o seu museu de cera. Jarrod luta com seu sócio, Matthew Burke (Roy Roberts), quando este começa a incendiar o museu para receber US$ 25 mil do seguro. Jarrod tenta detê-lo em vão, sendo que logo o local todo se incendeia e é seguido por uma explosão, com Jarrod sendo considerado morto. Algum tempo depois, Matthew recebe o dinheiro do seguro e planeja viajar com Cathy Gray (Carolyn Jones), mas é morto por uma pessoa disforme, que na realidade é o próprio Jarrod, que simula o assassinato como se fosse suicídio.


    • O ator Nedrick Young não aparece listado nos créditos de Museu de Cera, por estar presente na lista negra da época do macarthismo nos Estados Unidos.
    • A guilhotina usada em Museu de Cera era verdadeira, sendo que o ator Paul Picerni apenas concordou em realizar a cena com ela se esta fosse rodada em uma única tomada. 
    • Esta mesma cena da guilhotina chegou a ser retirada do roteiro pelo diretor, que a considerou perigosa demais para ser rodada. Entretanto, devido a uma ordem do chefe da Warner Bros., ela foi reinserida no filme.
    • Museu de Cera foi o 1º filme em 3D produzido pela Warner Bros..
    • Por ser cego de um olho, o diretor André De Toth nunca pôde perceber os efeitos em 3D do filme que dirigiu.
    • Refilmagem de Os Crimes do Museu (1933). Refilmado como A Casa de Cera (2005).


    Em em estúdio cinematográfico, vários atores e atrizes desaparecem misteriosamente. Vince Rinaud (Mitchell) é um ex maquiador cujo rosto ficou terrivelmente deformado após um acidente causado pelo diretor do estúdio Max Block (Kroeger). Vince se afasta de todos e cria seu próprio museu, onde faz réplicas fieis em cera de cada um dos atores desaparecidos. No entanto, seu ódio por Max não desaparece. Ele planeja vingança, dando o troco na mesma moeda.


    No museu de cera de Londres de Claude Dupree, conhecida pela coleção ITS de figuras famosas, alguém está matando os convidados. Quando o proprietário do museu é morto, sua sobrinha decide continuar o negócio da família, que há muito tempo tem atraído a atenção da polícia. Todos os indícios apontam para a figura de cera de Jack, o estripador. No museu há figuras estranhas como Steven, o assistente deformado mas inofensivo de Claude Dupree!


    Um grupo de amigos que resolvem visitar um inusitado museu de cera recém-chegado na cidade. Duas das garotas se deparam com o local e são convidadas por um estranho homem, sendo avisadas que seria um evento fechado e ela não poderia levar mais de 4 amigos consigo. Coincidentemente, o grupinho é formado por seis amigos: o protagonista Mark (Zach Galligan, Gremlins), a certinha Sarah (Deborah Foreman, A Noite das Brincadeiras Mortais), a pegadora China (Michelle Johnson, A Morte lhe Cai Bem), Tony (Dana Ashbrook, Twin Peaks) e o casal Gemma e Eric (Clare Carey e Eric Brown). Lá descobrem que são cobaias na tentativa de dar vida às esculturas de monstros e assassinos. Tudo o que o proprietário necessita é de um primeiro cadáver para atingir seus fins maléficos...


    • Teve uma continuação em 1992 chamada Perdidos no Tempo (em inglês Waxwork II: Lost in Time ), dirigida por  Anthony Hickox.


    O filme é ambientado no início do século XX , e abre com o massacre de uma família em uma casa em Paris, e a única sobrevivente é uma menina chamada Sonia que viu tudo, mas não pode identificar o culpado. Cerca de vinte anos depois, um jovem com alguns amigos aposta que poderá passar uma noite inteira no novo e assustador museu de cera de Roma. O diretor e artista do museu de cera é Boris Volkoff, um misterioso homem de meia-idade que não apenas dirige o museu e faz estátuas, mas vive ali dia e noite junto com o assistente Alex, saindo muito raramente. Ele nutre uma verdadeira obsessão com estátuas de cera e está desesperado pela perfeição.


    Carly (Elisha Cuthbert), Paige (Paris Hilton), Wade (Jared Padalecki), Nick (Chad Michael Murray) e mais dois amigos decidem viajar de carro para o maior campeonato universitário de futebol americano a ser realizado no ano. Durante a viagem eles decidem acampar à noite, planejando seguir adiante pela manhã. Um acidente com um motorista de caminhão assusta o grupo, que no dia seguinte descobre que o carro em que estavam foi danificado. Sem saída, eles aceitam uma carona até Ambrose, a cidade mais perto do local. Ao chegar chama a atenção do grupo a Casa de Cera de Trudy, a principal atração de Ambrose, que possui várias estátuas de cera bastante parecidas com pessoas de verdade. Porém o que eles não sabem é o motivo pelo qual as estátuas parecem tão reais.


    • Paris Hilton não precisou fazer qualquer teste para integrar o elenco de A Casa de Cera, tendo sido escolhida pelo próprio diretor.
    • Em 26 de junho de 2004 ocorreu um incêndio em um estúdio de som que estava sendo usado nas filmagens de A Casa de Cera, durante um teste de efeitos especiais. O incêndio foi causado por uma vela acesa, tendo destruído completamente o estúdio.
    • Vários personagens ao longo do filme dizem a frase "That's hot!", uma espécie de marca da atriz Paris Hilton.
    • O personagem Vincent recebeu este nome em homenagem a Vincent Price, que estrelou a versão original do filme.
    • A Warner Bros, produtora de A Casa de Cera, permitiu que a atriz Paris Hilton vendesse camisas com os dizeres "On May 6th, Watch Paris Die" (traduzindo, "em 6 de maio, assista Paris morrer"). A data é uma referência ao lançamento do filme nos Estados Unidos. 
    Acessem também: Charlie Chan no cinema









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