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    HALLOWEEN (2018) - FILM REVIEW


    Hoje vamos falar um pouco de uma das melhores franquias do cinema de horror: Halloween. Com seu recém lançamento nos cinemas, dedicamos umas linhas para saberem mais sobre o filme, o clássico de 78 e de quebra, para fazer o texto, fiz uma maratona com todos os filmes e fiz alguns comentários sobre cada um. 

    Para começar, no novo Halloween há um total respeito pelo clássico de John Carpenter (que inclusive produz). Do clima dos filmes até mesmo a detalhes como o cabelo de Jamie Lee Curtis.  E tudo funciona à perfeição, de forma que o filme (pasmem !!!) é do nível do primeiro, que só não iguala à importância, afinal, Halloween é considerado por muitos, o marco zero dos Slashers que viriam nos anos 80.

    Slasher: a origem

    Slasher é um sub-gênero de filmes de terror quase sempre envolvendo assassinos psicopatas que matam aleatoriamente. Pecando em vários sentidos em sua produção tanto no roteiro quanto na atuação, edição, fotografia, música e envolvendo muito sangue. Normalmente são feitos com baixo orçamento, daí são constantemente nomeados como "terror b". 

    O nome "slasher" foi criado porque o princípio básico do filme é um serial killer com uma máscara ou fantasia que vai coletando vítimas e mais vítimas ao longo do filme, até ser revelada sua identidade misteriosa pelo protagonista que, após fugir o filme inteiro, acaba matando o vilão.


    Muitos filmes se destacaram ao longo dos anos desde que o gênero se submeteu. Tendo como precursor o clássico "Halloween - A Noite do Terror", de John Carpenter. O filme foi o que reuniu tudo que viria a ser característica dos slashers. O que pouca gente se lembra é que o gênio Mario Bava plantou a semente em 1971, com seu "Banho de Sangue". Há inclusive, cenas idênticas usadas em Sexta feira 13 parte 2. 

    Digamos, de uma forma bem direta. O Slasher "nasceu" em 1978, mas o "sexo" foi feito em 1971 se é que me entendem. A gestação foi de 7 anos...

    Obra prima feita no fundo de quintal

    Halloween é um dos melhores filmes dos anos 70. Além disto, é um dos melhores filmes sobre serial killers e consequentemente, uma das melhores produções de John Carpenter. O filme tem um valor inestimável para os fãs, mas para quem não sabe, a produção foi com recursos bastante limitados. Por exemplo:os atores usaram suas próprias roupas durante as filmagens, já que o orçamento do filme não permitia que fosse contratado um figurinista e fossem compradas roupas específicas para os personagens.


    Outro caso notório, a máscara escolhida para ser a utilizada pelo psicopata Michael Myers foi a mais barata encontrada numa loja próxima ao local de filmagens, que era exatamente a utilizada por William Shatner no filme The Devil's Rain. Entretanto, a máscara sofreu algumas mudanças, tendo sido pintada de branco, com os cabelos retirados e o contorno dos olhos sofrendo modificações.

    A própria escolha da atriz, que se tornou a "rainha do grito", foi para atrair público, já que a mãe dela (Janet Leigh) havia feito Psicose, e acharam que com isto, o filme teria maior interesse. O filme foi rodado em 21 dias apenas...

    2018

    A produção é uma carta de amor ao original. Você assiste ao filme através do olhar de um fã (os fãs, considerando diretor e roteiristas).No filme há transições interessantes como a neta de Laurie, olhando pela janela do colégio, e vendo a vó. No original, quem esta no colégio é Laurie, e olha também pela janela, só que vê o vazio, já sentindo o perigo que está por vir. Aliás, algo bem interessante, que faz do filme acima dos outros, é o clima de perigo. Além dos sustos (muitos), há uma sensação de que qualquer um pode morrer. E não há espaço para politicamente correto. Meyers mata qualquer um.  

    Curioso como quase metade do filme se passa de dia. E isto não diminui a tensão das cenas. Seja a antológica cena do hospital psiquiátrico ou mesmo os assassinatos no posto de gasolina. E quanto a penumbra toma a telona, uma sensação de que a névoa (do filme do próprio Carpenter) vai tomar conta de algumas cenas  (como a da fuga ou mesmo da cena do carro de polícia).

    Outra curiosidade são os assassinatos, que estão mais para um filme do Eli Roth. São sutis e perturbadores. A contagem de corpos do filme é impressionante, talvez a maior de toda série.


    Há inclusive um observação curiosa. O título não usa os famosos subtítulos inúteis, como "O retorno", "A missão", "A vingança". É puro e simples Halloween, sugerindo exatamente o que vemos em tela: são filmes que habitam o mesmo universo, mesmo que 40 anos depois. Mas dá para esquecer todas as continuações e ver os dois em sequência, que tudo funcionará com perfeição.

    Meyers tem a mitologia mais simples, se consideramos outros ícones do horror que viriam logo a seguir. Ele apenas mata. Usa máscara, busca a maior faca que tiver disponível na cozinha mais próxima, e mata. Ao contrário de figuras como Freddy, que mata em sonhos elaborados, ou Jason, que na maioria dos filmes, espera suas vítimas no acampamento de Cristal Lake, Michael detona quem estiver no seu caminho, em qualquer lugar e sem exitar.  

    Halloweens

    Fiz uma maratona com todos os filmes e um rápido review de cada um. Acompanhe abaixo.

    Halloween (1978)

    Na noite de Halloween de 1963 na pequena cidade de Haddonfield, Illinois, Michael Myers um garoto de 6 anos de idade, fantasiado de palhaço, assassina sua irmã mais velha, Judith Myers, com uma enorme faca de cozinha. 15 anos depois, na véspera de Halloween de 1978, Michael escapa do hospício onde estava preso desde o assassinato. Depois da fuga, Myers deixa um rastro de mortes pelo caminho.


    Como dito acima, o filme é importantíssimo na filmografia do diretor, para o cinema de horror e para o início da temporada de slasher movies que viriam a seguir. Interessante que Carpenter escolher o diretor/ator/roteirista Nick Castle para dar vida a Myers (repetindo o feito nesta continuação de 2018). Nick ganhará em breve um post com seus 10 filmes essenciais aqui no site, não deixem de acompanhar.

    Halloween II : O pesadelo continua (1981)

    O filme começa de onde o outro parou. Laurie foi levada para a Haddonfield Memorial, o hospital da localidade, para tratar dos ferimentos e se recuperar do choque, mas começa a questionar por qual razão Michael a perseguiu. Enquanto isso, Loomis e a polícia procuram Michael pela cidade. Ele continua fazendo outras vítimas, mas seu objetivo é ir até o hospital e assassinar Laurie. 

    Os produtores Irwin Yablans e Moustapha Akkad investiram pesado nesta seqüência, com um orçamento muito maior que o de seu antecessor: 2,5 milhões de dólares (o original custou por volta de 350 mil). Mesmo assim, John Carpenter se recusou dirigir o longa, deixando-o para Rick Rosenthal. Houve discussões nas filmagens de Halloween II para que fosse em 3-D. Debra Hill disse que o valor em 3-D para este projeto ficaria acima das condições, além de muito dificultoso para o estilo estético do filme.


    Não há como negar que a produção de John Carpenter garante qualidade ao filme. O filme é uma sequência, daquelas que parecem filmadas no mesmo dia que o filme anterior, tamanha a continuidade que há entre os filmes.

    O fato que mais prejudica o filme é inserção da invencibilidade de Myers na trama. Ele toma um monte de tiros de Loomis em dois momentos, de Laurie (inclusive na cabeça) e ainda explode no final. Mas como sabemos, ele voltará...

    Halloween III:  A noite das bruxas (1982)

    Um homem aparece correndo desesperado no meio de uma estrada deserta, sendo perseguido por misteriosos homens bem vestidos. Ele é levado para um hospital, mas logo mais tarde um dos homens consegue entrar no seu quarto e o assassina brutalmente. Logo depois, ele entra no seu carro e comete suicídio, botando fogo em si mesmo. O médico que cuidava do falecido, Daniel Challis, suspeita desse estranho acontecimento e ao lado da filha do falecido, Ellie, decide investigar. 

    O pai da garota era proprietário de uma loja e havia estado na pequena cidade de Santa Mira, alguns dias antes. Eles decidem ir até lá para ver se descobrem algo. Depois de conhecerem os estranhos habitantes de Santa Mira, eles descobrem algo assustador: o dono de uma companhia que fabrica máscaras de Halloween planeja matar milhões de crianças americanas com uma coisa sinistra que está escondida nas máscaras de Halloween.


    Há uma queda drástica no filme, por conta da ausência do que move a história. Toda a motivação do filme gira em torno de Myers e sua obsessão por matar a irmã. Tirando ambos de cena, sobra o que exatamente? Apenas um slasher comum dos anos 80. O filme inclusive se assume como ponto fora da curva quando o personagem de Tom Atkins vê na tv o anúncio do filme Halloween (1978). 

    Tá, mas isto é ruim? Péssimo. É como você ir ver Rambo, sem Rambo no filme. É um filme ruim? Não. Longe disto. É um slasher bem legal como tantos outros da época. O que tira os méritos do filme é a associação com a cinessérie, que como já devem ter percebido não há.  Curiosamente, Carpenter e Hill concordaram em participar deste projeto apenas se não fosse uma sequência direta do Halloween II 

    A crítica caiu em cima. O filme, que custou 2,5 milhões rendeu 14. Se você acha que mandaram bem, o primeiro custo apenas 300 mil dólares e rendeu 70 milhões !!!

    Halloween IV: O retorno de Michael Myers (1988)

    Se você resistiu ao fato de que foi enganado no terceiro filme, por conta do título e se você engoliu que depois de 30 tiros e ser explodido, Michael Myers não morreu...bom, eis aqui mais um bom exemplar de slasher dos anos 80.

    Aparentemente, Lauire (Jamie Lee Curtis que não quis fazer um novo filme) morreu. E sua filha, chamada...Jamie é assombrada por visões de Michael Myers. Paralelo a isto, Michael (que está vivo) consegue fugir depois de tentarem transferi-lo (para que, meu Deus ??!!!) e no seu encalço, vai o Loomis (que também não morreu no filme anterior !!!). Bom, não dá para meter o pau no roteirista, já que uma greve da classe aconteceu pouco antes das filmagens, forçando Alan McElroy a desenvolver um conceito, lançar a história e enviar o rascunho final em menos de onze dias. 


    Para quem não sabe, a greve de roteiristas paralisam trabalho, incluindo os em andamento. Uma série de Tv por exemplo, é a mais prejudicada, já que ela é obrigada a encerrar com menos episódios que o previsto (casos famosos, só para citar: Prison Break e Heroes, ambas na terceira temporada).

    Halloween V: A vingança de Michael Myers (1989)

    Este é mais um interessante exemplar da franquia, agora tratando dos efeitos do horror passado por Jamie no filme anterior. Ela ficou traumatizada e passou a residir em uma clínica de crianças. Paralelo a isto Myers se safou do fuzilamento do filme anterior (aqui já oficialmente, uma espécie de Jason Vorhees que não morre por nada). 


    O filme flerta com o destino da personagem Jamie, por vezes direcionando o espectador a pensar que ela possa em algum momento assumir o manto do personagem, o que de fato iria ocorrer de acordo com o roteiro (o final do quarto filme já indicava isto). 

    Mas o produtor já havia errado ao substituir Myers. no terceiro filme, e não estava disposto a pagar o preço de novo. Principalmente porque Sexta feira 13 - Parte V, de 4 anos antes, havia usado a mesma ideia, e foi um dos filmes mais esquecíveis da franquia (não por ser ruim, mas por não ter Jason).

    Halloween VI: A última vingança (1995)

    O filme anterior termina com alguém sequestrando (ou libertando) Myers. A trama agora enfia uma seita no meio, que controla Michael desde o início, "explicando" o personagem. Na verdade, ele não era complexo, mas os roteiros se enrolavam tanto, filme a filme, que no final, precisaram explicar o inexplicável.

    A produção foi bastante conturbada. Depois do filme pronto, sessões testes reprovaram o resultado. Eles então refizeram um monte de cenas, e o resultado ficou ainda pior. Para complicar, o ator Donald Pleasence faleceu no meio disto tudo. Por fim, duas versões foram disponibilizadas: a do cinema e a do produtor. 


    Halloween é centrado em três personagens principais: Tommy Doyle (Paul Rudd), o garoto que Laurie cuidava na noite de dia das bruxas de 1978, que cresceu obcecado por Michael Myers; Kara Strode (Marianne Hagan), uma prima de Laurie e mãe solteira que volta para casa dos seus pais (a mesma dos Myers); e  Dr. Loomis (Donald Pleasance), que retorna mais uma vez para enfrentar seu nêmesis. 

    As produções se tornaram incompreensíveis ao longo do anos. As "mortes" de Myers eram para ser mais que definitivas, mas os filmes começam como se nada tivesse acontecido. A própria cicatriz de Loomis vai sumindo...Esta ruindade, lógico teve um fim, dando origem a uma espécie de reboot, com a volta de Jamie no capítulo seguinte. 

    O final é de doer. Mitchell Ryan vestido de vampiro, no culto, com Myers assistindo é uma cena que era melhor não ter sido filmada.

    Dias melhores virão, ou melhor, noites...

    Halloween 20 anos depois (1998)


    Laurie Strode simulou sua morte para poder escapar da fúria do irmão, um louco homicida. Apesar de agora se chamar Keri Tate e trabalhar como diretora de uma escola, ela vive constantemente com medo, desconfiando que seu psicótico irmão possa descobrir seu paradeiro.

    Até que, passados 20 anos desde que tudo começou, Michael Myers, o irmão psicopata reaparece, agora perseguindo seu filho. De imediato, ela foge apavorada, principalmente quando vê seu namorado sendo morto, mas, repentinamente, decide enfrenta-lo e uma coisa fica clara: só um irá sobreviver.


    O roteiro foi baseado em uma história de Kevin Williamson, que na época estava em alta com suas histórinhas de terror adolescentes (vide Prova final, Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, Pânico 1, 2,3 e 4, para citar alguns).

    O filme tem um ótimo elenco de apoio, como Josh Hartnett, Michelle Williams,  Joseph Gordon Levitt, Janet Leigh (sim, ela mesma !!!) e o retorno da Jamie Lee Curtis. Só não retornou o diretor John Carpenter porque ele não chegou em um acordo com a produtora, pois ele queria fechar 3 filmes e não aceitaram.

    Halloween: A ressurreição (2002)


    Quando você faz uma maratona de uma franquia, e já fiz muitas, você percebe a evolução dos filmes com mais clareza, ou decadência. No caso dos Halloweens, os filmes ão diminuindo pontos positivos a cada filme. Neste sentido, este filme de 2002 é o ponto mais baixo. Tanto que decidiram fazer um remake à seguir, pois a história se perdeu absurdamente.


    A história? Bom, bem ao estilo Kevin Williamos, um grupo de estudantes universitários é contratado por uma empresa para passar uma noite na casa em que Michael Myers (Brad Loree) passou a infância, com transmissão ao vivo pela internet, de forma a divulgar o lançamento do site Dangertainment.com. Porém, ao chegar no local eles começam a perceber que terão que enfrentar uma verdadeira batalha para sair da casa com vida, já que Michael Myers está de volta e disposto a acabar com os intrusos.

    No filme descobrimos que em 31 de outubro de 1998 (ou seja, final do filme anterior), Laurie Strode "acidentalmente" mata um paramédico com quem seu irmão Michael Myers havia trocado de roupa (hein??!!).  Laurie, culpada, é agora prisioneira do Sanatório Grace Andersen, onde as enfermeiras acreditam que ela é catatônica..

    Gente, um horror. Preciso de um café para continuar.

    Halloween (2007)


    A franquia chegou no seu desgaste nível máximo (como a do Jason, por exemplo). Só que ao invés de seguirem o exemplo do imortal de Crystal Lake e mandarem ele pro espaço, adotaram a solução mais caseira: remake. E nada mais comum que um remake que explica a origem do vilão. É uma ideia infeliz, mas assistindo a todos os filmes em sequência, até que este filme não é de todo ruim.

    A história segue começa na sua infância, quando Michael Myers era um garoto solitário, maltratado pelos colegas de escola, pela irmã,pelo padrasto Ronnie e sua mãe não tinha tempo para cuidar do filho por não ter condições de sustentar a casa e ter que fazer striptease em um clube.Quando dois colegas zombaram de Myers,o garoto matou um deles com um pedaço de tronco de árvore numa floresta. Depois, na noite de Halloween enquanto sua mãe trabalhava e Ronnie durmia Michael prendeu e amordaçou o padrasto com fita adesiva e deu um corte no pescoço dele matando-o, depois matou o namorado da irmã com um taco de ferro. Sua irmã Judith foi morta pelo garoto com facadas na perna. Quinze anos depois ele foge do hospital e sai em busca de sua meia irmã Laurie Strode.


    O filme tem pontos interessantes, principalmente no primeiro ato, que mostra os "porquês" do que viria a seguir. A máscara de Michael tem sua própria história, para fornecer uma explicação do motivo pelo qual ele a usa, em vez de fazer com que o personagem simplesmente roube uma  de forma aleatória  como no filme original. Embora Zombie tenha adicionado mais história ao personagem de Michael Myers, criando mais conteúdo original para o filme, ele optou por manter intacta a máscara da personagem e a música tema de Carpenter para sua versão. Outra questão interessante é o uso de diversos nomes famosos do horror que dão as caras ao longo da produção.

    Rob Zombie é um diretor com muitos fãs, mas feliz, ou infelizmente, não sou um deles !!!. E usar "Love Hurts" e o tema de Magyver em cenas do filme não foram exatamente boas escolhas...

    Halloween II (2009)


    E como vivemos num mundo imperfeito, eis que o remake ganhou sequência. Aqui Laurie Strode (Scout Taylor-Compton) é levada ao hospital, após supostamente matar o responsável pelo assassinato de diversas pessoas em Haddonfield, Illinois. Sua paz logo é abalada com o ressurgimento de Michael Myers (Tyler Mane), que mata todos aqueles que cruza para encontrar sua irmã Laurie. Ela mais uma vez escapa, mas passa anos amedrontada pelo ocorrido. Apos bastante tempo, Laurie enfim consegue superar o trauma. Só que, com a aproximação de mais um aniversário do massacre, Michael ressurge com a intenção de provocar uma nova reunião familiar.


    O filme está entre os piores. Curioso é que a produção é uma continuação do remake e não um remake da continuação, garantindo liberdade para Zombie fazer o que bem quisesse. E é o que o diretor faz. E tudo vira um desastre, a ponto do personagem ficar "aposentado" 9 anos, se recuperando. Nada funciona. Por exemplo, o diretor insere pontas de atores famosos, principalmente do horror ou suspense no primeiro. Ok. Mas porque colocar Danielle Harris, sobrinha de Michael em outro papel? Ela teve uma importância grande em dois filmes (recentes) e não havia porque colocá-la. Causou foi confusão, pois ficamos na dúvida se é o mesmo personagem por alguns momentos.

    E o que dizer do inicio fake? 24 minutos de cenas, mortes...para nada. E porque de tudo aquilo? Um terço do filme para mostrar que Laurie está traumatizada? Para né...

    Zombie ainda foi chamado para o terceiro que se chamaria Halloween 3D e sairia 2 anos depois, mas ele não aceitou (ainda bem !!!).
    "Não se sinta impedido por qualquer uma das regras que tivemos no passado. Eu quero que esta seja a sua visão e eu quero que você expresse essa visão."
    Estas foram as falas do produtor Malek Akkad à Rob Zombie.
    Para o bem ou para o mal, foi isto que ele fez.

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