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    DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO (2018) - FILM REVIEW


    O filme

    Uma igreja destruída. Uma congregação silenciada. Uma relação estilhaçada. Ainda assim, nos vales mais sombrios da vida, uma pequena chama pode iluminar o caminho para a cura e esperança. Essa é a trama e a promessa de DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO.

    Quando um fogo mortal engole a Igreja de Saint James, devastando a congregação e o Reverendo Dave (David A. R. White), a universidade vizinha Hadleigh University usa a tragédia para tentar despejar a igreja do campus. A batalha logo se levanta entre a igreja e a comunidade, o Reverendo Dave contra seu amigo de longa data Thomas Ellsworth (Ted McGinley), o presidente da universidade, envolvendo também a estudante Keaton (Samantha Boscarino), membro do ministério da igreja, questionando sua fé cristã. 

    Sofrendo um processo e sua própria luta para ver a luz de Cristo em seu coração quebrantado, Davi pede ajuda de seu irmão Pearce (John Corbett), um advogado figurão que se tornou ateu, para lutar pela reconstrução da igreja de seu irmão. A reunião familiar reabre velhas feridas, enquanto os irmãos discutem as mesmas questões que os separaram anos atrás: Deus realmente é bom o tempo todo? Onde está Deus quando coisas ruins acontecem? Pode Cristo realmente curar os corações quebrantados? Mesmo lidando com essas questões pessoais, Dave deve encarar outro dilema, pedindo ajuda ao seu protegido Josh Wheaton (Shane Harper) para sabedoria para responder a difícil questão diante dele: Poderiam os cristãos lutar por seus direitos e ainda serem um exemplo de amor perante Cristo ao mesmo tempo?


    Essas questões não estão só no coração do filme – elas estão diante da sociedade, nota o ator David A. R. White.

    “Na nossa cultura agora existe muitas lutas acontecendo. Seja você um democrata ou republicano, de direita ou de esquerda, ninguém se entende e existe muita divisão”, ele diz. “Então queria jogar uma luz nisso, mas da maneira de DEUS NÃO ESTÁ MORTO: cheio de esperança, cura e perdão”.

    DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO é estrelado por David A. R White (Deus não está Morto 2), John Corbett (Casamento Grego), Ted McGinley (Married with Children), Shane Harper (Deus não está Morto), Jennifer Taylor (Two and a Half Man), Benjamin Onyango (Deus não está Morto, Deus não está Morto 2), Gregory Alan Williams (Duelo de Titãs, com participação especial da lenda gospel Dra. Cissy Houston (mãe de Whitney Houston), e da ganhadora do Oscar Tatum O´Neal (Lua de Papel). O filme tem roteiro e direção de Michael Mason, e produção de Michael Scott, David A. R. White, Elizabeth Travis, Alysoun Wolfe e Bitanny Yost.


    COMEÇANDO UM DIÁLOGO, NÃO ENTREGANDO UM MONÓLOGO

    É duro estar no mercado de ideias hoje em dia. Muitas das vozes estão menos interessadas em expor uma opinião na conversa do que em ganhar uma discussão. Estamos conversando menos sobre porque achamos que estamos certos, e mais gritando sobre por que achamos que a outra pessoa está errada.

    E, enquanto discutir religião, desde os tempos bíblicos, gera controvérsias, a não concordância está mais visível e gera mais divisão hoje. Muito mudou sobre como discutimos e praticamos o Cristianismo em público desde o surpreendente sucesso de Deus não está Morto em 2014, e o time criativo por trás do filme quis lidar com essa questão de frente em DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO.

    “Na nossa sociedade e cultura agora, temos muita escuridão”, explica David A. R. White, que retorna ao papel de Reverendo Dave, e atua como produtor. “Existe muita raiva, muita luta. Não dá para ligar no noticiário nem por um segundo sem ver algo perturbador. Essa é uma época na nossa sociedade quando parece que temos muita tensão acontecendo – temos a esquerda, a direita e ninguém concorda com nada. Esse filme realmente expõe isso. É um filme sobre esperança, sobre amor, sobre cura, e, acima de tudo, perdão”.


    O filme alcança suas difíceis aspirações através dos olhos do Reverendo Dave, que tem papel central nesse filme, após ter papel secundário nos dois primeiros filmes. Quando a Igreja de St. James é queimada até o fim em um incêndio suspeito, conflagram-se diferentes clamores na cidade: a universidade pública, em cujas terras está a igreja, tenta usar a tragédia para fechar a igreja para sempre. Dave se compromete a lutar contra esse esforço mesmo com a crescente opinião pública que questiona se um campus é o lugar correto para uma casa de adoração, e mesmo se a igreja é necessária em uma comunidade tão diversa.

    As questões, nota Ted McGinley, que interpreta Ellsworth, reitor da Universidade Hadleigh e amigo íntimo de Dave, são pertinentes: “Essa igreja representa todos no campus? Essa igreja pode ser para todos no campus? Estamos autorizados a colocar dinheiro na igreja? Porque quando fazemos isso, tiramos dinheiro de certas áreas”. Mas a maneira com que essas questões estão sendo discutidas, incluindo pelo Reverendo Dave, não são ideais.

    “Muitos de nós somos tão presos nos nossos pontos de vista que paramos de ouvir”, McGinley diz. “A realidade desse filme é que essas são todas pessoas que podem estar certas em seus próprios grupos. Esse filme não é sobre os “Cristãos” contra os “vilões”. É sobre todas as pessoas. São várias as pessoas nesse filme que não estão erradas. São apenas dois lados diferentes, e não estão ouvindo uns aos outros”.

    Jennifer Cipolla, que interpreta Sidney, uma das estudantes da faculdade que impetuosamente desafia a sabedoria e a relevância de ter uma igreja no campus de sua universidade, diz que a maneira com a qual o filme encoraja o diálogo irá “chamar atenção do público”.

    “Não é sobre tentar impor suas ideias ou fazer os outros pensar de uma maneira diferente, mas pensar no geral. E tudo se encaixa”, ela diz. “A ideia desse filme não é que você tem que pensar de um jeito ou outro. A ideia é que todos podemos nos unir e termos opiniões diferentes – e isso é ok”.


    “Minha esperança é que a ampla narrativa dessa história traga luz para os corações das pessoas – sentimento de união e compaixão, ao invés de raiva e frustração”, diz Shane Harper, que volta ao papel de Josh Wheaton, papel que ele popularizou no filme original. “Quero que as pessoas entendam que estamos em uma época que precisamos que a igreja seja a igreja, e que ela estenda a mão, e seja amorosa e graciosa. Esse filme se chama UMA LUZ DA ESCURIDÃO por uma razão: Existe muita obscuridade no mundo agora, e temos que focar na graça e na compaixão e na unidade, ao invés de na divisão”. 

    “Esse filme é importante porque promove a conversa entre pessoas com diferentes visões na cultura atual, enquanto muitas vezes a voz mais alta é a única que ouvimos”, Corbett diz. “E esse filme ilustra uma interação honesta e positiva feita com respeito e compaixão”.

    “Nosso maior desejo é para quem acredita é que após assistir o filme e parar de dizer ´somos vítimas nisso´. Quando se trata de ateus, especialmente, gostamos de jogar o jogo do nós contra eles. E não é o caso”, diz a produtora Brittany Yost. “Realmente precisamos entender como ministrar através do amor, união e comunidade”.

    “Podemos ficar facilmente presos em nossas bolhas, e eu gosto de pessoas desafiadoras que pensam fora de suas bolhas”, Yost adiciona. “Esse é o desafio para nós, cristãos, realmente explorar o que significa amar nossos inimigos e amar ao próximo como a nós mesmos. Se continuamente nos separarmos dos outros, se continuamos a dizer ´eles não entendem, eles não são parte do meu mundo, não são da minha igreja´, então não vão conhecer realmente quem Cristo é”. 


    Acontecimentos chave para o filme são as experiências de Sidney e seu namorado Teo (Schwayze) – e seus amigos Adam (Mike C. Manning) e Keaton (Samantha Boscarino), que começam o filme namorando, mas logo terminam. Os estudantes de Hadleigh questionam a viabilidade da igreja de St. James e a relevância na comunidade de diferentes perspectivas; Sidney, Teo e Adam são no máximo céticos, enquanto Keaton luta para se agarrar a sua fé entre questionamentos sobre como os que estão em volta dela o fazem. 

    “A maior luta dela é ver como a igreja está operando nesse momento sensivelmente tenso”, Boscarino diz. “Ela não está feliz como o pastor, que deveria ser o exemplo e liderança, está lidando com isso. Então ela percebe que o pastor é humano, ele não é Jesus, que é o exemplo perfeito”.

    Incluir a perspectiva da geração Millenial, Yost explica, é chave para conseguir a mudança que o filme espera criar.

    “Nossa juventude está especialmente querendo endereçar essas duras questões. É OK questionar nosso relacionamento com Deus. É uma coisa saudável”, Yost adiciona. “Queremos que esse filme seja usado como uma ferramenta por cristãos e não cristãos para alcançar crentes e descrentes da mesma maneira. É um veículo para te permitir cavar fundo no significado de ter um relacionamento com Deus”.

    E o que isso significa? Quem melhor para perguntar isso do que o Reverendo Dave?

    “A mensagem desse filme é como nós, como cristãos, como indivíduos crentes, nos comparamos aos outros? Como podemos ser uma luz na escuridão?”, White diz. “A mensagem que espero que todos os crentes levem consigo é que Jesus Cristo pregava o amor. Como nos comparamos a aqueles com necessidade? Como os encorajamos? Os levantamos? Cuidamos deles?”


    “No final, é disso que o filme trata. Não acho que seja o que as pessoas esperam. Penso que vai ser mais do que eles esperam”. 

    DEUS É BOM O TEMPO TODO?

    A interação entre o Reverendo Dave (David A.R. White) e o Reverendo Jude (Benjamin Onyango) é a discussão do personagem e constância de Deus. “Deus é bom”, um deles dirá. “todo o tempo...”, o outro responde, adicionando: “e em todo o tempo...”, ao que o primeiro responde: “Deus é bom”.

    Essas palavras são ouvidas de novo em DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO, mas o contexto na qual são ditas pode surpreender mesmo os mais fiéis fãs.

    “Mesmo que essa frase tenha marcado o público, muitas vezes todos nós nos a questionamos em nossa caminhada pessoal com Deus”, diz a produtora Brittany Yost. “Deus é bom o tempo todo? Quando desafios aparecem, quando crises e tragédias acontecem, Deus ainda é bom? Queríamos realmente examinar nesse filme a caminhada pessoal de um homem de fé, um líder, sendo desafiado com a questão de se Deus é bom o tempo todo. Onde Ele está nos tempos difíceis e de luta?”.

    Os desafios do Reverendo Dave são muitos. Ele começa o filme acabando de ser solto da prisão por não submeter seus sermões para o escrutínio dos oficiais da cidade. Ele sofre a perda de sua igreja pelas mãos de um incendiário criminoso em uma onda que deixa profundas perdas pessoais expostas. A universidade que a igreja estabeleceu há gerações está tentando bloquear os esforços pela reconstrução. A comunidade está em dúvida sobre o valor da igreja em uma era hoje que seria mais “iluminada”. E enquanto isso acontece, ele tenta encontrar normalidade suficiente para tentar engatar um romance com Meg (Jennifer Taylor), que trabalha na cozinha comunitária da prefeitura.

    White diz que o personagem que interpreta representa as pessoas boas em todos os lugares, que lutam contra coisas más – as vezes por culpa própria, as vezes não.


    “Na vida, há muita luta. Há muita perda. São muitas as vezes em que a vida não corre do jeito que deveria, ou que queremos”, White diz. “O reverendo Dave passa por muito nesse filme – mas isso é a vida. O que é reconfortante sobre esse filme é que esse personagem é apenas um homem comum, que todos podem se colocar no lugar”.

    O fato de ele ser um pastor – um homem que serve a Deus por vocação – não deve surpreender a ninguém, White nota de sua própria vida. Seu pai foi um pastor por 40 anos, e, de maneira alguma, estava imune aos altos e baixos e reviravoltas do destino que a vida joga em todos.

    “Olhando de uma perspectiva externa, podemos olhar para pastores e pensar, ‘é, eles têm a vida resolvida’. Mas ninguém realmente enxerga tudo o que eles têm que passar”, White explica. “Uma igreja é formada da quantidade que for de pessoas, 50, 1000 ou 10000. Pense nisso. Se como indivíduos temos dificuldades de nos entender com nossos amigos, nossos familiares, pense do que o pastor tem que passar para lidar com todas as pessoas em sua congregação. É algo muito difícil de se fazer. Gosto que esse filme olha para isso e olha a história de uma maneira como na vida real, orgânica, não só do que o pastor tem que passar, mas do que o indivíduo tem que passar”.

    Mesmo Josh Wheaton, herói do primeiro filme, volta para sua comunidade estudantil para trabalhar no ministério estudantil da igreja de Saint James, depois de se formar na faculdade de direito – com alguma bagagem extra, de acordo com Shane Harper, o ator que o interpreta em ambos os filmes.

    “Algumas coisas aconteceram com Josh em Deus não está Morto que o levaram à sua filosofia de vida e fé”, diz Harper. “Ele agora é muito mais ´não vamos à guerra, mas vamos para o amor´. E você tem que passar por muita coisa obscura para chegar aí”.

    Esses desafios aprofundaram a sabedoria de Josh para uma extensão, continua Harper, que ele é que está dando conselhos espirituais para o reverendo Dave agora.


    É UM FILME POR SI SÓ

    Criar um filme que captura a essência que fez os primeiros filmes Deus não está Morto ressoar com o público mas ainda assim criar chão para si mesmo foi o alvo para os produtores desde o começo. A produtora Brittany Yost diz que ela e seus colegas “lutaram muito” com a história e seus temas.

    “Acabamos nos desafiando ao olhar para os problemas atuais. E chegamos em uma história muito pessoal, que olha para problemas muito pessoais”, ela diz. “Os fãs de Deus não está Morto vão ficar muito empolgados com esse filme. É um approach totalmente diferente do que tivemos no passado”.
    Esse approach inclui mais ação que antes, e algumas reviravoltas que vão deixar queixos caídos, de acordo com Benjamin Onyango, que repete seu papel como reverendo Jude.

    “As pessoas ficarão chocadas com certas coisas que acontecem no filme”, ele diz. “Mas a mensagem ainda é a mesma. Por isso que se chama UMA LUZ NA ESCURIDÃO – é uma mensagem que espalha a verdade de Deus e ilumina as pessoas e diz que há um caminho melhor a seguir que irá levar a um lugar melhor”.

    Jennifer Taylor, que interpreta Meg, o interesse amoroso do reverendo Dave, se impressiona com o filme DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO pois “não cai no lugar comum de filmes baseados na fé, que só jogam para a torcida”.

    “Você tem um público que quer ver conteúdo para afirmar a fé, e eu acho isso ótimo. Mas, se você está tentando alcançar um público maior, você tem que se abrir um pouco”, explica Taylor. “esse filme faz isso. Não importa qual sua fé, você pode assistir esse filme e pensar ‘é, nunca tinha pensado nisso’. De ambos os lados. Qualquer lado. Esse filme realmente preenche uma lacuna entre cristãos e não-cristãos. Irá trazer um pouco mais de entendimento para ambos os lados. Um pouco mais de cura”.


    “Estamos chamando a igreja, e aquelas pessoas que foram magoadas pela igreja, para se curar e se reconstruir”, diz Shane Harper, que estrela como Josh Wheaton. “Por que, francamente, se não o fizermos, se ficarmos presos à tensão e não temos uma resolução graciosa, as coisas só vão ficar mais contenciosas e sombrias. Acredito que o foco é mais na unidade e menos na divisão. Será revigorante para muitas pessoas ver como resolvemos isso”.

    Para White, que é um dos produtores do filme, além de uma das estrelas, esse filme é uma mistura perfeita do passado e do presente, oferecendo esperança para o futuro.

    “O que os filmes Deus não está Morto tratam é pegar essas questões que estão sendo feitas não só por pessoas de fé mas pelas pessoas em todos os lugares, e mostrando como elas são relacionadas à nossa existência e as respondendo de maneira honesta e inspiradora”, ele diz. “Esse filme é tão relevante hoje quanto os outros eram na época de seu lançamento, por que não importa de qual lado você está, eles trouxeram questões importantes à tona e abre um diálogo.

    SOBRE O ELENCO

    DAVID A.R. WHITE (Reverendo Dave / Produtor / Sócio da Pure Flix)

    David construiu sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor na indústria do cinema por mais de 20 anos. Como um parceiro fundador da Pure Flix Entertainment e com muitos créditos em seu nome, a carreira de David alçou voos mais altos em 2014, no lançamento do filme Deus não está Morto, no qual estrelou. Rapidamente o filme se tornou um dos mais bem-sucedidos filmes baseados em fé de todos os tempos, fazendo seu estúdio, a Pure Flix, a mais bem-sucedida companhia de produção de filmes cristãos da indústria. Além disso, David estrelou em cerca de 20 longas, incluindo Deus não está Morto 2, Mercy Streets, Hidden Streets, Jerusalem Countdown, Porque Eu, Senhor?, Brother White, Revelation Road 1, 2 e 3, dentre outros. 


    JOHN CORBETT (Pearce Hill)

    John Corbett estrelou como Ian Miller em Casamento Grego, que foi um dos filmes independentes de maior faturamento da história. Ele também repediu o papel na esperada sequência. Ele é mais conhecido como o sexy Aidan Shaw, contracenando com Sarah Jessica Parker em Sex & The City, papel pelo qual foi indicado ao Golden Globe em 2002. Também fez o mesmo papel em Sex & The City 2. Corbett também recebeu indicações ao Globo de Ouro e ao Emmy por seu trabalho na série Northern Exposure. Outros filmes de Corbett incluem All Saints, O Garoto da Casa ao Lado, Os Reis da Rua e Vidas que se Cruzam. Nascido e criado em West Virginia, Corbett se mudou para a Califórnia para trabalhar em uma fábrica de aço. Trabalhou lá por seis anos até que um ferimento o forçou a parar. Ao mesmo tempo, ele estava estudando na faculdade e decidiu fazer uma aula de atuação. Assistindo à aula, foi convidado a subir ao palco para um exercício e se viu cativado pelo trabalho. Atuou em diversas produções teatrais escolares, nas quais seu professor de drama reconheceu seu talento e o encorajou a perseguir uma carreira em Hollywood. Corbett também pode ser visto através do país em shows com sua banda. 

    TED MCGINLEY (Thomas Ellsworth)

    Ted McGinley é talvez mais conhecido do público por sua interpretação do vizinho dos Bundy ´Jefferson D´Arcy’, por 7 bem-sucedidas temporadas da série Married... With Children e por ´Stan Gable´ nos filmes A Vingança dos Nerds, que virou um hit cultuado. Sua extensa experiência na televisão inclui papéis nas séries Hope and Faith, The West Wing, Sports Night, Dynasty, The Love Boat e Happy Days. Também teve notáveis aparições como convidado em No Tomorrow, Mad Men, Breaking In, Psych, The Practice, The John Larroquete Show, Evening Shade, Perfect Strangers e Dream On. Também atuou em filmes para televisão como The Bridge, The Note e suas sequências, assim como Hard Time: Hostage Hotel, Every Mother´s Worst Fear e a minissérie Wild Justice. Nas telonas, o versátil ator apareceu com Bem Affleck e Josh Harnett no blockbuster Pearl Harbor. Ele contracenou com Roy Schneider no thriller Daybreak, na comédia O Gênio da Tesoura com Frances Fisher e Mary McCormack e dividiu a tela com Kristen Dunst e Michelle Williams em Dick. McGinley tem papéis principais em Um Time Muito Louco Contra-Ataca, Quanto Mais Idiota Melhor 2, e no popular A Vingança dos Nerds. Ele reside em Los Angeles com sua esposa, a atriz Gigi Rice, e seus dois filhos.

    SHANE HARPER (Josh Wheaton)

    Shane Harper se estabeleceu como artista multimídia – cantor, ator, dançarino e compositor. Começou trabalhando na indústria de entretenimento quando tinha apenas 13 anos, trabalhando como dançarino profissional em High School Musical 2, e no Dance on Sunset. Shane facilmente fez a transição para atuação em um papel recorrente na série da Disney Good Luck Charlie, nas 4 temporadas. Também estrelou em Wizards of Waverly Place e So Random. Ele também aparece na série de comédia dramática da MTV Happyland. No cinema, estreou trabalhando com o lendário Rob Reiner, em um papel coadjuvante no filme O Primeiro Amor. Shane teve papel principal em Deus não está Morto, além de ter a oportunidade de gravar uma das músicas da trilha sonora do filme, chamada “Hold You Up”, que ficou em alta nas paradas e foi um dos maiores sucessos até então. 


    JENNIFER TAYLOR (Meg Harvey)

    Nascida em Hoboken, New Jersey, e criada em Fort Lauderdale, Jennifer Taylor descobriu o gosto por atuação quando fez seu primeiro comercial para a televisão. Ela fez sua estreia nas telonas em Garotas Selvagens, interpretando a namorada de Matt Dillon. Vivendo em Miami, também apareceu na comédia de Adam Sandler O Rei da Água. Ao se mudar para Los Angeles, apareceu como convidada em diversas séries, como NCIS e Mom, e papéis recorrentes em Burn Notice e Shameless. Apareceu também em diversos filmes como Stalked by my Mother. Mas ela é mais conhecida por seu papel em Two and a Half Man, onde, por quase 40 episódios, faz o papel de noiva do personagem de Charlie Sheen, antes do ator deixar a série. Taylor leva uma vida multifacetada quando não está atuando. Tem bacharelado em ciências sociais, gosta de arco-e-flecha e leitura. Jennifer acaba de escrever seu primeiro roteiro. Mora em Los Angeles com seu marido e dois filhos, onde gosta de cozinhar e passar tempo com sua família.

    TATUM O´NEAL (Barbara Solomon)

    Tatum O´Neal começou a atuar ainda criança. Ela ganhou um Oscar por Melhor Atriz Coadjuvante em 1974, aos 10 anos de idade, se tornando a mais jovem ganhadora do Oscar, por seu papel em Lua de Papel, também estrelado por seu pai Ryan O´Neal. Seguindo em sua carreira de sucesso de crítica e bilheteria, Tatum teve sucesso de bilheteria com Garotos em Ponto de Bala e depois também com Queridinhas. Tatum se juntou novamente com seu pai e com o diretor Peter Bogdanovich para No Mundo do Cinema, interpretando uma cenógrafa de filme mudo, com 12 anos de idade, uma personagem baseada na famosa roteirista Anita Loos. O´Neal também teve sucesso nas telinhas, aparecendo na série Wicked Games, além de um papel recorrente no drama de bombeiros Rescue Me. Recentemente, O´Neal apareceu em um forte episódio da série Criminal Minds, além de aparecer em UP! TV´s Runaway Romance, além de poder ser vista no esperado filme da Pure Flix DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO.


    BENJAMIN ONYANGO (Reverendo Jude)

    Benjamin Alfred Onyango deixou seu país natal, o Quênia, para estudar nos Estados Unidos. Ele tem bacharelado em Ciências da Computação pela universidade da Califórnia. Após sua graduação, em 1992, ele se mudou para Hollywood, para tentar uma carreira em música e atuação. Após alguns anos com a banda de Funk Rock P.F.O., e atuação em meio período, ele decidiu ser ator em tempo integral. Seus créditos na telona incluem DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO, Heavenly Deposit, Beautifully Broken, Deus não está Morto 2, Father África, Estrada para Redenção, Kwame, Thunder Chance, The Disciple, American Crude, The Terminal, Tears of the Sun. Seu conhecimento e fluência no idioma suaíli lhe rendeu atuações em voz e tradução em filmes de Hollywood como The Last Face, Velozes e Furiosos 7, Constantine, Uma Noite no Museu 1 e 3, Redenção, Inception, O Dia em que a Terra Parou, A Liga Extraordinária, dentre outros. Seus créditos como roteirista de TV incluem The Wives, Dysfunctionally organized, two words. Roteiros de cinema incluem os curtas Mind Tricks e Curse of Devil´s Montauin. Longas incluem no filme Cheza e a ficção Original man. Ele também tem um negócio chamado Substitute Teacher Placement Services Inc, que emprega professores e assistentes de professores para trabalhos em escolas de educação especial. Ele também dirige uma organização sem fins lucrativos chamada Upendo Learning Center, que ajuda crianças com autismo.


    SOBRE OS PRODUTORES

    MICHAEL SCOTT – Produtor / Sócio da Pure Flix

    Como diretor e CEO da Pure Flix, Michael Scott produziu mais de 40 filmes e ajudou a companhia a ser a maior produtora de filmes sobre a fé do mundo. Após fundar a Pure Flix com os sócios Russel Wolfe e David A.R. White em 2005, Scott produziu os hits Deus não está Morto e Você Acredita?, Será que? e Em Defesa de Cristo. Deus não está Morto faturou 61 milhões de dólares nas bilheterias, e é o quinto filme mais lucrativo depois do retorno dos investimentos. Ele também produziu a bem-sucedida série para tv Travel the Road (baseado na extensa experiência internacional de seu irmão como ministro religioso), assim como a série The Encounter. Em 2015, Scott lançou a Pureflix.com, um serviço de vídeo on-demand por assinatura que provê filmes de família e de fé em qualquer lugar, a qualquer hora. Scott, que tem formação em teologia e ciência aplicada (fotografia e filme), vive em Scottsdale, Arizona, e em Bangkok, Tailândia, com sua esposa, Siri, e seu filho, Jerry. Em seu tempo livre, ele gosta de viajar, esquiar, mergulhar e jogar tênis. 

    DAVID A.R. WHITE (Reverendo Dave / Produtor / Sócio da Pure Flix)

    David construiu sua carreira como ator, roteirista, diretor e produtor na indústria do cinema por mais de 20 anos. Como um parceiro fundador da Pure Flix Entertainment e com muitos créditos em seu nome, a carreira de David alçou voos mais altos em 2014, no lançamento do filme Deus não está Morto, no qual estrelou. Rapidamente o filme se tornou um dos mais bem sucedidos filmes baseados em fé de todos os tempos, fazendo seu estúdio, a Pure Flix, a mais bem sucedida companhia de produção de filmes cristãos da indústria. Além disso, David estrelou em cerca de 20 longas, incluindo Deus não está Morto 2, Mercy Streets, Hidden Streets, Jerusalem Countdown, Porque Eu, Senhor?, Brother White, Revelation Road 1, 2 e 3, dentre outros. 

    ELIZABETH TRAVIS (Produtora, sócia da Pure Flix)

    Elizabeth Travis é uma produtora ganhadora do Emmy e uma administradora renomada internacionalmente, que está ativamente envolvida na indústria do entretenimento por mais de 30 anos. Com sua guia, seus artistas alcançaram vendas de mais de 30 milhões de discos ao redor do mundo e receberam todo tipo de premiação da indústria, incluindo múltiplos prêmios Emmy e Grammy. Além de ser uma das sócias da Pure Flix, ela trabalhou em mais de 100 filmes para grandes estúdios como Warner, Fox, Paramount, Lionsgate, DreamWorks e Sony. 


    ALYSOUN WOLFE (Produtora, sócia da Pure Flix)

    Produtora de diversos filmes da Pure Flix e episódios de séries, além de ser fundadora da Premier Event Management, com extensa experiência em logística e gerenciamento de eventos para empresas da Fortune 500, empresas multinacionais sem fins lucrativos, exibições de filmes, grupos de discussão e pré-estreias de filmes.

    BRITTANY YOST (Produtora)

    Brittany Yost é a diretora de produção da Pure Flix para os filmes Deus não está Morto, Em Defesa de Cristo, Samson e DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO. Ela começou na Pure Flix em 2008 como uma representante de atendimento ao cliente, antes de Russel Wolfe e Michael Scott começaram a guia-la para sua meta de produzir filmes. Agora, como uma produtora, ou gerente de produção ou produtora em linha, trabalhou em uma dúzia de filme da Pure Flix, incluindo Você Acredita?, Será Que?, O Caminho para a Eternidade, Decisão de uma Vida e Silver Bells.

    IAN CAMPBELL (Coprodutor) 

    Ian Campbell é formado em cinema pela Universidade do Norte do Texas, e começou na indústria do entretenimento trabalhando como assistente do indicado ao Oscar e ao Emmy Dana Brunneti na Trigger Street Productions em Los Angeles. Depois, caiu na estrada para aprender mais sobre produção física. Agora, quando não está trabalhando como um Diretor Assistente, ele procura ativamente por material para desenvolver e produzir mais projetos próprios. Seus créditos recentes incluem o filme da Pure Flix Samson e DEUS NÃO ESTÁ MORTO: UMA LUZ NA ESCURIDÃO. Ian é casado há 15 anos, e tem 4 filhos, entre 5 e 14 anos.



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