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    DICAS DE FILMES LANÇADOS PELA CPC UMES FILMES

    As dicas de hoje são três filmes soviéticos, lançados pela CPC Umes filmes. Confiram detalhes das edições e links para adquirir os filmes. E em breve, posts específicos envolvendo os filmes:

    🎬 Fascismo de todos os dias (1965)

    U+21F0.gif Sinopse:

    Intercalando imagens do presente (1965) e material capturado do arquivo do Ministério de Propaganda do III Reich, da coleção pessoal de Hitler e fotografias apreendidas de soldados alemães da SS, Mikhail Romm, diretor e também narrador do filme, desenvolve uma aguda reflexão sobre a natureza do fascismo, enquanto reconstrói a trajetória de sua ascensão e queda. “O Fascismo de Todos os Dias” é de longe o mais profundo, criativo e impactante documentário realizado sobre o tema.


    U+21F0.gif Direção e Argumento Original: Mikhail Romm (1901-71)

    Mikhail Romm Ilich nasceu na cidade siberiana de Irkutsk, serviu no Exército Vermelho durante a Guerra Civil (1918-21), graduou-se em escultura pelo Instituto Artístico-Técnico de Moscou. Em 1931 ingressou no Mosfilm Estúdio, atuou como produtor e diretor. No Instituto Estatal de Cinematografia (VGIK), desde 1962, foi professor de proeminentes cineastas como Andrei Tarkovsky, Grigori Chukhrai, Gleb Panfilov, Elem Klimov. Realizou 18 longas, entre os quais “Bola de Sebo” (1934), “Treze” (1936), “Lenin em Outubro” (1937), “Lenin em 1918” (1939), “Sonho” (1941), “Garota nº. 217” (1945), “A Questão Russa” (1947), “Missão Secreta” (1950), “Nove Dias em Um Ano” (1962), “O Fascismo de Todos os Dias” (documentário, 1965). Recebeu o Prêmio Stalin nos anos de 1941, 1946, 1948, 1949, 1951. De seu filme “Sonho” disse o presidente Franklin Roosevelt: “é um dos maiores do mundo”.

    🎬 Os ciganos vão para o céu (1975)

    U+21F0.gif Sinopse:

    Obra inteligente, com uma atmosfera fascinante - a beleza e paixão de canções ciganas, lenços coloridos e saias, criando um turbilhão de dança e paisagens deslumbrantes. A ação ocorre em um acampamento de ciganos, vagando nas estepes da Bessarábia, na periferia do Império Austro-Húngaro. Com trilha musical de Eugen Doga e baseado no conto de Gorky "Makar Chudra" (1892), “Os Ciganos Vão para o Céu” narra a tempestuosa história de amor entre a jovem Rada e o ladrão de cavalos Loyko Zobar. O filme teve 64,9 milhões de espectadores, em 1976, na URSS.


    U+21F0.gif Direção: Emil Loteanu (1936-2003)

    Emil Vladimirovich Loteanu nasceu na Moldávia. Entre 1953 e 1955, estudou na Faculdade do Teatro de Arte de Moscou. Graduou-se pelo VGIK, Instituto Estatal de Cinema, em 1962. Trabalhou na Moldávia Filmes, onde estreou como diretor com “Espere Por Nós Ao Amanhecer” (1963). Em seu poema cinematográfico “Rabequistas” (1971, 13,8 milhões de espectadores), retratou a vida de músicos folclóricos. A trilha foi composta pelo também moldávio Eugen Doga e marcou o início de uma parceria das mais importantes na cinematografia mundial. A partir de 1973 Loteanu e Doga trabalharam no estúdio Mosfilm. A realização de “Os Ciganos Vão para o Céu” (1975), baseada no conto “Makar Chudra”, de Maksim Gorky, e a adaptação cinematográfica de “Um Acidente de Caça” (1978), de Anton Chekhov, trouxeram imensa popularidade à dupla. Em 1983, “Anna Pavlova”, dedicado à vida da grande bailarina russa, reafirmaria o sucesso. No final da década de 1980, Loteanu voltou à Moldávia, trabalhou na televisão, teatro e foi presidente da União dos Cineastas.

    🎬 Destino de um homem (1959)

    U+21F0.gif Sinopse:

    Convocado pelo Exército Vermelho para atuar como motorista de caminhão durante a Segunda Guerra, Andrei é capturado pelos alemães e jogado em um campo de concentração. Quando retorna ao lar não encontra sua mulher e filhos, mortos pelos fascistas. O fantasma de uma vida sem propósito o atormenta, mas não abala seu espírito. Adaptação do romance homônimo de Mikhail Sholokhov, que ganharia o Prêmio Nobel de Literatura em 1965.



    U+21F0.gif Direção: Serguei Bondarchuk (1920-1996)

    Serguei Bondarchuk nasceu na Ucrânia. Depois de combater na Segunda Guerra com o Exército Soviético, concluiu seus estudos na Universidade Estatal Russa de Cinematografia Gerasimov (VGIK), em 1948. A partir de então trabalhou como ator nos Estúdios Mosfilm, debutando em um papel secundário no filme ‘A Jovem Guarda’, dirigido pelo próprio Serguei Gerasimov. Em 1951 protagonizou o drama ‘Cavaleiro da Estrela de Ouro’, dirigido por Yuli Raizman. Em 1955 interpretou o papel principal de Otelo, de Shakespeare, dirigida por Serguei Yutkevich. Em 1959 estreou na direção em O Destino de Um Homem. Do seu trabalho como diretor destacam-se ainda ‘Guerra e Paz’ (1968), adaptação do romance de Lev Tolstoi; ‘Eles Lutaram pela Pátria’, sobre a Batalha de Stalingrado, de 1975; a adaptação da obra de Aleksander Pushkin, ‘Boris Godunov’, que protagonizou e dirigiu em 1987. Seu último trabalho foi ‘O Don Tranquilo’ (1992), série de TV que realizou com seu filho, Fyodor. Foi distinguido com o título de Artista Popular da URSS em 1952, com o Prêmio Stalin também em 1952, e como Herói do Trabalho Socialista em 1980.


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