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    MORREM MARGOT KIDDER E ROBERTO FARIAS


    Duas grandes perdas para o cinema 

    Margot Kidder, atriz que interpretou Lois Lane em Superman, morre aos 69 anos

     De acordo com o porta-voz da casa funerária que está atendendo o caso, a atriz teria falecido em casa e a causa do óbito ainda é desconhecida.

    A atriz ficou mundialmente famosa ao interpretar Lois Lane, o par romântico do Super-Homem interpretado por Christopher Reeve (1952-2004) em 'Superman: O Filme' (1978) e nos três filmes que formaram a franquia. Ainda com duas produções não lançadas, Margot também teve em sua carreira papéis em 'Irmãs Diabólicas', 'Terror em Amytiville', 'Halloween II', além de uma participação em 'Smallville', entre outras produções televisivas e peças de teatro.

    Margot também travou uma batalha pública contra o transtorno bipolar. Ela chegou inclusive a virar sem-teto em 1996. Como figura pública, tornou-se porta-voz e representante da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais.

    Kidder foi casada por três vezes, com o roteirista Thomas McGuane, com quem teve uma filha, com o diretor Philippe de Broca (1933-2004) e com o também ator John Heard (1946-2017).


    Morreu no fim da manhã desta segunda-feira o cineasta Roberto Farias. Irmão do ator Reginaldo Faria, Roberto tinha 86 anos, quase todos dedicados à sétima arte, seja como ator, roteirista, diretor e produtor. Ele lutava contra um câncer de próstata há cerca de cinco anos.

    Aos 8 anos montava um "cineminha" na sua casa usando caixas de sapatos. Do cinema para a fotografia foi um pulo fácil e ele veio de Friburgo para cursar Belas Artes no Rio de Janeiro ou fazer Arquitetura, mas seu destino e preferência sempre foi o cinema. Em toda a sua carreira, Roberto foi assistente, montador, roteirista, produtor e distribuidor, mas nunca foi ator.

    O começo foi na Companhia Atlântida para onde foi levado por Watson Macedo para ser assistente de direção. A estreia foi no drama Maior que o Ódio, dirigido por José Carlos Burle. Fez quase 10 filmes como assistente de direção ou de produção até estrear como diretor em 1957 com Rico Ri à Toa, uma chanchada estrelada por Zé Trindade onde além de dirigir ele também foi o autor do roteiro e dos diálogos.

    Em 1960, com o policial Cidade Ameaçada, ganhou vários prêmios e se tornou um dos mais respeitados cineastas brasileiros, posição que ele viria a sacramentar com Assalto ao Trem Pagador, em 1962.

    Na década de 1960 fundou com os irmãos a produtora R.F.Farias, uma das mais importantes do país. Ele se tornou um diretor popular ao filmar a trilogia de filmes com Roberto Carlos, que começou em 1968 com Roberto Carlos em Ritmo de Aventura e terminou em 1971 com A 300 km por hora.

    Roberto também foi presidente do Sindicato Nacional da Indústria Cinematográfica e o primeiro cineasta a dirigir a Embrafilme. Na TV Globo fez, em 1965, "Câmara Indiscreta"; mais tarde dirigiu as minisséries A Máfia no Brasil, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão e Memorial de Maria Moura, além dos programas "Você Decide", "Brava Gente", "Sob Nova Direção" e "Faça a Sua História"


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