10 FILMES CLÁSSICOS QUE ENVOLVEM BASTIDORES DA POLITICA


Por definição, política é a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses. O termo tem origem no grego politiká, uma derivação de polis que designa aquilo que é público. O significado de política é muito abrangente e está, em geral, relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público.

Mas hoje a política é sinônimo de algo pejorativo e desacreditado. A própria frase da capa da postagem é uma alusão a isto: "Não roube. O Governo odeia concorrência". 

Então fizemos uma listinha com 10 filmes clássicos que mostram os bastidores desta política podre. 

Vamos aos filmes:


Quando o respeitado Senador liberal Joe Tynan (Alan Alda) é convocado para liderar a oposição na Suprema Corte, ele percebe que isso significa perder um velho amigo e passar por cima dos próprios princípios para fazer os acordos necessários. Mas ao mesmo tempo, é um grande salto para sua carreira. Para se preparar, ele conta com a ajuda da bela pesquisadora Karen Traynor (Meryl Streep), e enquanto a relação dos dois vai se desenvolvendo, ele vê sua vida se complicar e ser comprometida.


Bill McKay (Robert Redford) é um advogado americano cujo carisma chama atenção do Partido Democrata que tenta o convencer a se candidatar a Senador pelo estado da Califória. Ele, jovem com pensamentos liberais, concorda com a ideia contanto que possa fazer as coisas do seu jeito. Como não tem nenhuma esperança em ganhar, McKay traça como objetivo agitar a competição para o cargo.


Tendo como trama básica o assassinato de um político liberal (Yves Montand) cometido como se fosse um acidente, é retratado o caso Lambrakis, fato acontecido na Grécia no início da década de 60, no qual a investigação sobre a morte do político foi escandalosamente encoberta por uma rede de corrupção e ilegalidade na polícia e no exército.


Durante a convenção de um partido, cinco candidatos disputam o direito de serem indicados para concorrer à presidência. A disputa se concentra entre dois candidatos: William Russell (Henry Fonda), Secretário de Estado, e Joe Cantwell (Cliff Robertson), senador. Enquanto o primeiro é um intelectual, o segundo é bem realista. Cantwell está preparado para usar qualquer coisa para atingir seu objetivo, enquanto Russell vê a si mesmo como um homem de princípios, apesar de ter tido amantes.


O impopular presidente (Fredric March) dos Estados Unidos consegue um tratado de desarmamento nuclear através do Senado, mas descobre que a nação está se voltando contra ele. Jiggs Casey (Kirk Douglas), um coronel da Marinha, encontra provas de que o general Scott (Burt Lancaster), o chefe popular do 'Joint Chiefs', e determinado candidato presidencial, em 2 anos, não está planejando esperar. Casey vai até o presidente com tal informação e uma rede de intrigas começa.



O Presidente dos EUA está convencido que Robert Leffingwell é o melhor candidato para preencher a recente vaga desocupada de Secretário de Estado. Contudo, primeiro ele precisa passar por uma investigação no senado para provar sua qualificação. Com o comitê organizado pelo senador Brig Anderson, é descoberto que Leffingwell tem ligações com o Partido Comunista.


O pacato advogado Willie Stark (Broderick Crawford) começa a ganhar fama por defender os mais pobres. Com reputação de homem honesto e apoiado pelas massas graças ao seu jeito caipira, o jurista popular passa a almejar novos objetivos, ingressando na política. Inicialmente subestimado, Stark começa a ganhar poder e se tornar tão corrupto quanto aqueles que um dia criticou.


O magnata Charles Foster Kane morreu, sua última palavra foi “Rosebud”. Quem - ou o que - é Rosebud? Por que era tão importante para o homem que tinha tudo? É a partir desta investigação que parte uma série de idas e voltas no tempo que remontam a vida do ambicioso e controverso empresário. O filme é supostamente baseado na vida do magnata das comunicações William Randolph Hearst,


Dan McGinty é um mendigo a quem o político desonesto conhecido apenas como The Boss (O Chefão) oferece dois dólares para votar com nome falso. McGinty acaba votando trinta e sete vezes e suas habilidades e falta de escrúpulos torna-o protegido do partido, onde começa como agente de extorsão. Um casamento de conveniência com sua secretária Catherine e, em seguida, o nascimento de dois filhos dão-lhe a respeitabilidade necessária para apresentar-se como candidato reformista nas eleições municipais, o que lhe permite vencer o pleito. Sua ascensão continua e consegue eleger-se governador. 


Jefferson Smith (James Stewart) é um homem humilde do interior que é convidado a se tornar senador dos Estados Unidos em Washington. Ao chegar lá, ele vai ver como a política é suja e como a maioria dos chefes de estado estão afundados nessa lama. Apesar de Smith ser um homem simples, ele não se acovarda perante aos outros, como quando depois de sofrer falsas acusações, fez um discurso de várias horas que o esgotou completamente. No meio dessa sujeira toda, o que ele acreditava em relação a bondade e ao caráter dos governantes fica totalmente ameaçado.
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