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    STEVE MCQUEEN - 10 FILMES ESSENCIAIS


    Foi marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor, foi preso, tinha uma rivalidade insana com Paul Newman, gostava de motos, carros rápidos, casou-se três vezes e morreu precocemente aos 50, de câncer no pulmão.

    Apelidado de "The King of Cool", é considerado um dos maiores atores de todos os tempos e em 1974, ele se tornou o astro de cinema mais bem pago do mundo. Ele próprio realizasse suas cenas de ação dispensando o uso de dublês, especialmente, durante as cenas de perseguição de alta velocidade. 


    McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.
    Suas atuações no cinema lhe deram a oportunidade de adquirir o que havia de melhor em motos, como as inglesas BSA e Triumph. Nas décadas de 60 e 70 possuía uma equipe e participava de diversas competições.
    No auge de sua carreira, Steve McQueen tinha mais de 120 motos, além de diversos carros. Em 1999, foi incluído no “Hall of Fame” da American Motorcyclist Association (AMA), em reconhecimento à sua contribuição para o esporte.

    A  Classicline relançou um dois dos seus melhores filmes, que podem ser adquirido no link da empresa. É só clicar no nome que já sai direto no filme.



    Confiram os seus 10 principais filmes, bem como curiosidades das produções:



    Em um vilarejo mexicano, os habitantes sofrem constantes ataques de um bando de pistoleiros liderados pelo temido Calvera (Eli Wallach). Cansados de serem saqueados, alguns moradores locais que não têm armas e muito menos temperamento violento viajam até a fronteira, onde encontram Chris (Yul Brynner) e Vin (Steve McQueen), dois pistoleiros desempregados que estão dispostos, não pelo dinheiro mas pela aventura, a reunir mais cinco outros foras-da-lei, que concordam por motivos diversos, a defendê-los de Calvera. A vitória parecia assegurada, mas Calvera não desiste facilmente e volta ao povoado, obrigando Chris e seus companheiros a lutarem até a morte para salvar os habitantes da pequena cidade.


    O ator Robert Vaughn, que interpreta o personagem Lee em Sete Homens e Um Destino, participou da série de TV "The Magnificent Seven", lançada em 1998, interpretando o juiz Oren Travis.
    Seguido por A Volta dos Sete Magníficos (1966), A Revolta dos Sete Homens (1969) e A Fúria dos Sete Homens (1972).
    Este filme é a versão americana do clássico japonês "Os Sete Samurais" (Shichinin no Samurai), de 1954, do mestre Akira Kurosawa, sendo que a história foi inúmeras vezes copiada ou homenageada.
    A história se desenrola de uma maneira muito agradável, sempre ajudada pela bela trilha sonora de Elmer Bernstein, que foi um dos principais fatores que ajudaram a tornar este filme inesquecível, fazendo com que nos lembremos ainda hoje do quão bom ele é por causa da música tema única;
    Aliás, se vocês quiserem lembrar a música tema, basta verem ou lembrarem da música tema das propagandas do cigarro Marlboro, eles pagam royalties até hoje a MGM por isso;
    Outro fator importante é o roteiro, que conduz o filme sem nenhuma daquelas impossibilidades quase sempre presentes nos filmes. Tanto é verdade que, após acabar o filme, não existe nenhum fator de que a gente possa reclamar, pois está tudo entre bom e perfeito no roteiro desta obra-prima do faroeste;


    Como o filme foi todo feito no México, houve uma preocupação especial em não ofender o povo mexicano. No primeiro roteiro, os mexicanos eram mostrados somente ou como bandidos ou como gente indefesa, mas na revisão do roteiro, os sete homens chegam na cidade e ensinam os moradores a se defender contra os bandidos, já os mostrando como bravos lutadores;
    Dos sete do título, cinco atores se tornaram astros do cinema de ação, são eles Yul Brynner, Steve McQueen, Charles Bronson, James Coburn e Eli Wallach;
    Charles Bronson, embora desempenhasse um pequeno papel, sobressaiu-se em razão da empatia que o público teve com seu personagem calado, durão, mas de bom coração;
    James Coburn teve pouquíssimas falas no filme, mesmo sendo um dos atores principais;
    Yul Brynner passou a usar roupas pretas em seus filmes, depois que seu personagem pistoleiro com esse tipo de vestimenta o levou ao estrelato;
    A cena em que a loja de dois andares tem seus vidros estilhaçados por tiros foi feita com munição de verdade, os vidros das janelas foram acertados por projéteis de verdade, uma coisa raríssima no cinema;








    Em 1943 os nazistas decidem transferir os prisioneiros de guerra militares, que têm maior incidência em tentativas de fugas, para o mesmo campo, que foi projetado para impedir qualquer tipo de evasão. Mas isto foi um erro, pois apesar dos prisioneiros gozarem de certos privilégios, cada um era o melhor na sua "especialidade" e não pretendiam ficar presos até o final da guerra. Logo idealizam um audacioso plano de fuga, que previa a construção de três túneis, mas a ideia não era retirar do campo alguns prisioneiros mas sim duzentos e cinqüenta. "Big X" Bartlett (Richard Attenborough) é um soldado britânico que habilmente elabora todo o plano. 





    Paul Brickhill, autor do livro o qual Fugindo do Inferno foi baseado, pilotava um aircraft na 2ª Guerra Mundial, tendo sido abatido na Tunísia e levado ao campo de concentração mostrado no filme. Lá ele pôde acompanhar os preparativos para a fuga para, posteriormente, publicá-los em seu livro.
    A grande maioria dos eventos mostrados no filme são verdadeiros, mas muitas vezes fora da ordem em que realmente ocorreram.
    As cenas na moto não foram baseadas em acontecimentos verídicos, mas sim inseridas no filme por sugestão de Steve McQueen.
    Foi inteiramente rodado na Europa, com o campo de concentração sendo construído em um terreno próximo a Munique, na Alemanha.


    Como o estúdio onde estavam sendo rodadas as cenas internas de Fugindo no Inferno não era suficientemente grande, os produtores do filme conseguiram autorização do governo alemão para usar um terreno na floresta próxima ao estúdio. Após o término do filme os produtores retornaram ao local para plantar cerca de 2000 árvores, que foram derrubadas devido às filmagens.
    Steve McQueen aceitou atuar em Fugindo do Inferno sob uma condição: que ele pudesse mostrar suas habilidades na moto durante o filme. Além disto, McQueen exigiu que o roteiro fosse reescrito de forma a dar mais destaque ao seu personagem na trama.
    Vários dos atores de Fugindo do Inferno foram realmente prisioneiros dos alemães durante a 2ª Guerra Mundial, entre eles Donald Pleasence, Hannes Messemer, Til Kiwe e Hans Reiser.







    Steve McQueen esbanja seu charme único em A Mesa do Diabo na figura de Cincinnati Kid, um voraz jogador de pôquer em ascensão que arrisca tudo em altas cartadas. Ele tem sua chance de ouro. O manda-chuva Lancey Howard (Edward G. Robinson), um jogador da elite conhecido como The Man, aceita o desafio de Kid. Norman Jewison dirige sua câmera pelos bastidores do jogo clandestino, construindo um crescente de suspense a cada carta virada.





    O diretor Sam Peckinpah insistiu em mudar uma das cenas iniciais na qual uma garota de roupa íntima é massageada por um vibrador. Ele removeu o objeto da cena e deixou a menina nua, mas completamente coberta por um casaco de pele. O produtor Martin Ransohoff ficou insatisfeito com a mudança e demitiu Peckinpah, que foi substituído por Norman Jewison.
    A atriz Mitzi Gaynor manifestou interesse no papel de Lady Fingers, mas essa personagem acabou sendo interpretada por Joan Blondell. Havia boatos girando em torno do motivo pelo qual Blondell teria conseguido o papel ao invés de Gaynor e o mais conhecido é o fato de que esta não se entendia bem com a artista Ann-Margret, que participou do filme.
    É o último filme de Harry Wilson.
    Após a demissão do diretor Sam Peckinpah, o atriz Sharon Tate, que faria o personagem Christian, foi substituída pela atriz Tuesday Weld.
     O filme foi realizado com locações em New Orleans, Louisiana, diferente da história original que se passa em St. Louis, Missouri.
    Spencer Tracy havia sido convidado para o papel de Lancey Howard, mas desistiu por problemas de saúde.
    A canção tema do filme é de Ray Charles.







    Velho Oeste, final do século XIX. Sam Sand (Gene Evans) e sua mulher, uma índia, são torturados e mortos por três pistoleiros, que acreditam que Sam escondia boa quantidade de ouro. O filho do casal, Max Sand (Steve McQueen), ficou tão chocado ao ver os corpos dos pais que decidiu que não queria que ninguém mais os visse assim, queimando a casa com os corpos dentro. Max decide se vingar custe o que custar, mas não sabe atirar e nem mesmo escrever e ler. Além disto não sabe o nome dos assassinos, que ele viu apenas uma vez por um breve momento.





    O nome Nevada Smith serviu de inspiração para a criação do nome Indiana Jones.
    É uma espécie de prólogo de Os Insaciáveis(1964).
    Refilmado para a TV americana em 1975, como Nevada Smith.







    China, 1926. O engenheiro Jake Holman (Steve McQueen) é transferido para a USS San Pablo, uma canhoneira que patrulha as águas perigosas do rio Yang-Tsé. Enquanto facções chinesas brigam ao seu redor, a tripulação tem uma missão peculiar: proteger os interesses americanos na região sem provocar um incidente internacional. Mas na medida em que a hostilidade contra a presença dos Estados Unidos se intensifica, Jake Holman e seu único aliado (Richard Attenborough) sabem que sua próxima missão, salvar uma missionária americana (Candice Bergen), pode ser a última!



    Indicado a 8 Oscars: Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Direção de Arte, Fotografia (Cor), Montagem, Trilha Sonora, Melhor Som e Melhor Filme; Indicado ao DGA de Melhor Direção; Indicado a 8 Globos de Ouro: Melhor Filme (Dama), Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante (Mako e Richard Attenborough), Melhor Diretor, Melhor Trilha, Roteiro e Novata Promissora. Attenborough ganhou o prêmio.







    Sendo chefiados por Thomas Crown (Steve McQueen), um próspero homem de negócios que eles não conhecem, quatro homens cometem um ousado assalto em um banco, roubando durante o dia dois milhões e seiscentos mil dólares e colocando todo o dinheiro em um carro. O motorista, por sua vez, coloca todo o dinheiro roubado em uma lata de lixo do cemitério e, enquanto os ladrões fogem separadamente, Thomas recolhe o produto do roubo. Mas Vickie Anderson (Faye Dunaway), uma investigadora de uma agência de seguros, tem certeza de que Thomas organizou o golpe, apesar de não precisar do dinheiro. Ela receberá 10% da quantia recuperada, mas paralelamente entre Vickie e Thomas surge uma forte atração e, mesmo ele sabendo que ela espera uma falha dele, os dois não deixam de se encontrar, com seu relacionamento se tornando um jogo no qual um tem que perder.





    Foi refilmado em 1999, tendo recebido o título Thomas Crown - A Arte do Crime.
    A canção "The Windmills of Your Mind" é cantada por Noel Harrison, filho de Rex Harrison (de "My Fair Lady").
    Consta ser o filme favorito de McQueen.
    Eva Marie Saint chegou a ser anunciada como a atriz principal, mas o diretor Jewison mudou de idéia e escalou La Dunaway após o sucesso desta em "Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas".
    Sean Connery foi o primeiro escolhido para o papel principal, e depois se arrependeu de tê-lo recusado (ironicamente, quando de sua refilmagem, em 1999, o papel foi vivido por um outro James Bond, Pierce Brosnan).
    Tinha a cena de beijo mais longa do cinema até então (1 minuto: foi superada?), e levou oito horas para ser feita.







    Em São Francisco Frank Bullitt (Steve McQueen), um detetive da polícia, é escolhido por Walter Chalmers (Robert Vaughn), um promotor público, para proteger da "Organização" por um fim-de-semana Johnny Ross (Pat Renella), uma testemunha-chave que deporá em audiência na segunda-feira perante uma Subcomissão do Senado. Carl Stanton (Carl Reindel), um detetive que auxiliava na proteção, é gravemente baleado na perna e Ross é morto por assassinos profissionais, que pareciam saber onde Ross se escondia. Bullitt procura pelos assassinos e quer saber como a informação do esconderijo vazou, mas Bullitt tenta esconder a morte de Ross (que só realmente faleceu após uma cirurgia) para poder pegar os mandantes do crime. 





    Steve McQueen baseou seu personagem no inspetor de homicídios Dave Toschi, que ficou conhecido após trabalhar em uma série de assassinatos.
    Primeiro filme da atriz Joanna Cassidy.
    Katharine Ross não aceitou a proposta para interpretar Cathy.
    Por diversas vezes, Robert Vaughn afirmou que o trabalho neste filme é um dos seus melhores e que é a sua atuação de maior orgulho.







    Numa penitenciária do Texas, Carter "Doc" McCoy (Steve McQueen) cumpre pena de 10 anos por assalto a mão armada. Após cumprir 4 anos ele entra com um pedido de liberdade condicional, que lhe é negado. Isto o deixa desesperado, assim quando recebe a visita de sua mulher, Carol Ainsley McCoy (Ali MacGraw), pede que ela procure Jack Beynon (Ben Johnson), um dos membros da junta de liberdade condicional, e diga-lhe que "Doc" está à venda pelo preço que ele estipular. Carol garante a liberdade de "Doc", com a condição que Carter faça um "trabalho" para Jack. Rapidamente a junta altera sua decisão. "Doc" é libertado e logo se encontra com Jack, que diz que ele roubará um pequeno banco em Beacon City, Texas, mas renderá US$ 500 mil, pois uma companhia petrolífera faz lá seus depósitos. Jack contratou dois profissionais: Rudy Butler (Al Lettieri) e Frank Jackson (Bo Hopkins) e impõe que Carter trabalhe com eles. 





    Inicialmente Os Implacáveis seria dirigido por Peter Bogdanovich e estrelado por Cybill Shephard, sua namorada na época. Quando Shepherd foi substituída por Ali MacGraw o diretor decidiu também deixar o projeto.
    Jim Thompson foi contratado para ser o roteirista de Os Implacáveis. Durante 4 meses ele trabalhou na adaptação de seu livro para o cinema, tendo entregue um roteiro pronto e ainda cenas alternativas para determinadas cenas. Este roteiro não foi aprovado por Steve McQueen, o que fez com que Walter Hill fosse contratado em seu lugar.
    As filmagens foram realizadas seguindo a sequência dos fatos exibidos em Os Implacáveis.
    Ali MacGraw aprendeu para este filme a atirar e dirigir um carro ao mesmo tempo.
    Durante as filmagens Ali MacGraw se apaixonou por Steve McQueen, o que a fez terminar seu casamento com Robert Evans, produtor da Paramount Pictures.


    O Fusca laranja que passa por Steve McQueen e Ali MacGraw quando estão fugindo da cidade, após o assalto ao banco, era dirigido por James Garner. O ator estava visitando um amigo na época das filmagens e foi contratado pelo coordenador de dublês Carey Loftin devido às suas habilidades na direção do veículo.
    A trilha sonora inicialmente seria de Jerry Fielding, colaborador costumeiro do diretor Sam Peckinpah, mas após muita insistência de Steve McQueen ele foi substituído por Quincy Jones, poucos meses antes do lançamento nos cinemas.
    Refilmado como A Fuga (1994).







    Na década de 30, Papillon (Steve McQueen) foi acusado de assassinato e mandado para cumprir prisão perpétua na Guiana Francesa. As regras da prisão são claras: Qualquer um que tentar fugir ganhará como punição dois anos de solitária. Isso não é o bastante para assustar Papillon, que vai tentar fugir de qualquer maneira com a ajuda de Louis Dega (Dustin Hoffman). Em uma das vezes ele quase consegue e vai parar inicialmente em uma colônia de hansenianos e depois em uma tribo de índios caribenhos, até chegar na Ilha do Diabo.





    Dustin Hoffman baseou seu personagem no roteirista do filme, Dalton Trumbo, particularmente no seu jeito tímido, que Hoffman percebeu logo no primeiro encontro com Trumbo.
    Dustin teve que usar lentes de contato para que ele pudesse enxergar corretamente através dos óculos de lentes grossas que ele usa no filme.
    Embora tenha-se dito que a história de Henri Carrière é verdadeira, muitos franceses que vivem na Guiana Francesa afirmam que foi fabricada. Isso porque documentos mostram que Papillon foi para o cárcere em Saint Laurent e provavelmente escapou de lá, e que ele nunca esteve preso na Ilha do Diabo (hoje conhecida como Iles du Salut), como é mostrado no filme. Além do mais, o filme e o livro mostram a ilha com um terreno de pedras montanhosas, sendo que essa não é a real geografia do local.


    O filme é uma adaptação para os cinemas do romance autobiográfico de Henri Carrière, que tinha o apelido de Papillon (borboleta em francês), por possuir o animal tatuado no peito.
    O verdadeiro Papillon, Henri Carrière, tinha apenas 25 anos quando foi mandado para a Ilha do Diabo.
    "Papillon" é um dos raros filmes que tiveram dois grandes distribuidores envolvidos na estreia. Primeiro, Allied Artists e depois Columbia.







    Em São Francisco, Doug Roberts (Paul Newman), um arquiteto, retorna de longas férias e encontra quase terminado o arranha-céu que projetou. Na verdade, se trata do maior edifício do mundo, com 138 andares de escritórios e residências, além de ter um restaurante de luxo e um heliporto na cobertura. No dia da festa de inauguração, descobre que as especificações da instalação elétrica não foram seguidas e que o prédio está sujeito a curtos-circuitos. E o pior acontece quando um incêndio começa, deixando vários convidados presos no andar de cima, sendo esta a principal preocupação de Michael O'Hallorhan (Steve McQueen), o chefe dos bombeiros, pois além da coragem da sua equipe não existe equipamento contra incêndio que consiga atingir os andares mais altos desta colossal construção e, se o fogo não estiver logo controlado, o número de vítimas será imenso. 






    Após o lançamento de O Destino do Poseidon (1972), o filme-catástrofe voltou a estar em alta em Hollywood. Com isso, a Warner Bros. comprou por US$ 390 mil os direitos da adaptação cinematográfica do livro "The Tower", enquanto a Fox comprou por US$ 400 mil os direitos de "The Glass Inferno". Como ambos os livros falavam de incêndio em um grande edifício, Warner e Fox resolveram unir forças e dividir os custos da produção de Inferno na Torre, com a distribuição ficando a cargo da Fox nos Estados Unidos e da Warner no restante do planeta.

    O roteirista, Stirling Silliphant, usou sete dos principais personagens dos livros, além de manter o clímax de cada obra no roteiro do filme - Spoiler : o resgate do topo do prédio de "The Tower" e a explosão dos tanques de água de "The Glass Inferno". -


    O nome do prédio em que ocorre o incêndio é uma mistura dos títulos dos dois livros.
    Irwin Allen, produtor de Inferno na Torre, foi também o diretor das sequências de ação do longa-metragem.

    A intenção inicial do produtor era que Steve McQueen interpretasse o personagem Doug Roberts, mas o próprio ator preferiu fazer Michael O'Hallorhan, o bombeiro.

    Por exigência de Steve McQueen, ele e Paul Newman possuíam o mesmo número de linhas de diálogo no roteiro do filme e receberam o mesmo cachê por suas atuações: US$ 1 milhão mais 7,5% da bilheteria.



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