GEORGE HILTON - RESPONDE A 7 PERGUNTAS CAPITAIS


Através das 7 perguntas capitais eu conheci o mundo, literalmente. Consegui conversar com pessoas que eu jamais imaginaria que seria possível. Foi um projeto incrível. São apenas 7 perguntas, mas que fornecem um pequeno mosaico da carreira e paixão do entreviado (a) pelo cinema.

E hoje, com vocês o uruguaio, criado na Inglaterra George Hilton. Simpático, porém curto nas respostas, foi um grande prazer trocar algumas palavras com ele.

Boa sessão:

1) Como começou a trabalhar na indústria do cinema? Quando surgiu a primeira oportunidade de atuar?

G.H.: Eu sempre quis ser ator e segui este sonho. Eu falava bem inglês, o que facilitou bastante. Comecei fazendo pontas aqui e ali, até que os westerns abriram as portas para a fama. 


2) Qual sua experiência dentro do universo artístico que mais te marcou? 

G.H.: Provavelmente meu primeiro filme, que não era bom, mas foi o primeiro. 

3) Há algum trabalho que destaca na sua carreira? Qual trabalho considera o melhor?

G.H.: O destaque vai para "Tempo de Massacre  (1966)" e o melhor, "O Carrasco da Mão Negra (1972)".


4) Até onde me lembro, fez vários westerns e giallos. Como era atuar em tão diferentes estilos de filmes? Assisti "O estranho vício da Senhora Wardh" recentemente e continua um ótimo filme...

G.H.: Eu acho que sempre fui um ator eclético,  então era normal e necessário para mim trabalhar em diferentes personagens. Eu realmente gostei demais de variar de gêneros.

5) Há uma lista de filmes de sua preferência, tipo 10 filmes da sua vida, ou algo assim…

G.H.: Só vou citar estes 3: Um estranho no ninho, Pagamento final e a Doce vida. 

M.V.: Legal. Filmes bastante ecléticos..


6) Fale um pouco sobre seus próximos projetos… Há algum filme engatilhado?

G.H.: Sempre tenho, é parte da vida. Vem aí "La promessa del sicario" dirigido por Max Ferro e "Keoma Rises" dirigido pelo Enzo G. Castellari e com Franco Nero e Gianni Garko, que está em fase inicial.

M.V.: Keoma é um dos principais personagens do faroeste spaghetti, feito nos anos 70 pelo próprio Enzo. É uma ideia interessante retomar o mito e ao gênero, mostrando que o tempo passou...

G.H.: Exatamente.


7) Para finalizar, se puder deixar uma lição de sua vida dedicada ao cinema, qual seria?

G.H.: Prepare-se para ser um bom ator, estude, leia, assista aos grandes e assim conseguirá continuar trabalhando por muitos e muitos anos, e não somente fazer um ou dois filmes.

M.V.: Obrigado pelo bate papo.

G.H.: Um abraço


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