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    5 CLÁSSICOS DE TRIBUNAL E SUAS ÓTIMAS REFILMAGENS



    Minha indicação de hoje são 5 filmes imperdíveis de tribunal e 5 refilmagens extremamente competentes (perdendo, claro no ineditismo). Mas pensem: William Friedkin refilmou Lumet, por exemplo. Dois monstros. Não tinha como dar errado.
    A lista foi motivada pelo recente lançamento da obras primas do cinema, "12 homens e um sentença" de 1997. Como é um grande remake, e isto é absurdamente raro, resolvi investigar se haviam outros do mesmo sub-gênero, e achei justamente 5 no total, conseguindo assim formar uma lista com 10 indicações.
    Não deixem de adquirir o filme, e tirar suas próprias conclusões sobre qual versão é a melhor


    Um jovem porto-riquenho é acusado do brutal crime de ter matado o próprio pai. Quando ele vai a julgamento, doze jurados se reúnem para decidir a sentença, levando em conta que o réu deve ser considerado inocente até que se prove o contrário. Onze dos jurados têm plena certeza de que ele é culpado, e votam pela condenação, mas um jurado acha que é melhor investigar mais para que a sentença seja correta. Para isso ele terá que enfrentar diferentes interpretações dos fatos, e a má vontade dos outros jurados, que só querem ir logo para suas casas.
    Enquanto as filmagens aconteciam, o diretor Sidney Lumet trocou as lentes da câmera para outras que deixavam o fundo mais perto dos personagens, criando uma sensação maior de claustrofobia.


    Um jovem latino é acusado de cometer um crime. Para julgá-lo são convocados 12 jurados, sendo que 11 concordam que ele é culpado, porém apenas um discorda da decisão, que considera precipitada. Ele terá então que enfrentar a má vontade dos outros jurados e também a diferente interpretação dos fatos. No entanto, todos serão obrigados a rever os fatos e circunstâncias do crime para defender sua decisão.


    Tinham se passado três anos desde que os mais importantes líderes nazistas tinham sido julgados em Nuremberg. Dan Haywwod (Spencer Tracy), um juiz aposentado americano, tem uma árdua tarefa, pois preside o julgamento de quatro juízes que usaram seus cargos para permitir e legalizar as atrocidades nazistas contra o povo judeu durante a 2ª Guerra Mundial. À medida em que surgem no tribunal as provas de esterilização e assassinato a pressão política é enorme, pois a Guerra Fria está chegando e ninguém quer mais julgamentos como os da Alemanha. Além disto os governos aliados querem esquecer o passado, mas a coisa certa que deve se fazer é a questão que este tribunal tentará responder.


    Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os países aliados reuniram-se em Nuremberg, na Alemanha, para decidirem o destino de oficiais nazistas, julgados por seus bárbaros crimes, cometidos nos campos de concentração, em nome da loucura do III Reich. Entre eles está o notório Hermann Goering. Com os ombros pesados pela responsabilidade e todos os olhos do mundo voltados para aquela corte, o promotor Robert Jackson questiona os direitos dos acusados.


    Austin, que é contra a pena de morte, convence seu futuro genro Garrett a assumir a culpa por crime, para explorar os meandros do sistema penal americano. Ela promete salvá-lo, com provas cabais de sua inocência, depois de conseguir as informações. Mas a situação se complica quando Susan é assassinada, e Garrett perde seu álibi
    O livro The RKO Story diz que Beyond a Reasonable Doubt, o ultimo filme de Fritz Lang nos Estados Unidos, era repleto de ambiguidades e ironias que sempre fascinaram o diretor. 


    C.J. Nichols (Jesse Metcalfe) é um jornalista investigativo disposto a denunciar o famoso promotor Mark Hunter (Michael Douglas), franco candidato a governador, por manipular provas em seus processos. Para isso, decide expor os perigos da evidência circunstancial, que pode levar um inocente a ser condenado, vai preso por um assassinato que não cometeu, mas seu plano começa a dar errado e a sua prisão pode ser definitiva. 
    O diretor Peter Hyams assina também o roteiro, baseado no do filme de 1956.  E assina também a direção de fotografia, algo que é bem raro no cinema americano. Já fez isso várias outras vezes; é uma característica que o torna diferente de seus colegas. Também passa pelo tema jornalismo por um motivo pessoal: trabalhou na CBS como jornalista e chegou a ser âncora. 


    Baseado em um caso real em 1925, um professor é preso por ensinar as teorias de evolução de Darwin. No processo judicial, dois grandes advogados argumentam o caso a favor e contra do homem. Um político fundamentalista o acusa do crime, enquanto um advogado famoso o defende.
    Na cena onde Drummond (Spencer Tracy) conta a história de seu cavalo de balanço "Dançarino de Ouro" para Brady (Fredric March), eles estão sentados em cadeiras de balanço na varanda da pensão. Os atores estão balançando suas cadeiras, mas nunca estão em sincronia uns com os outros para enfatizar suas diferenças de opinião.


    Um professor é julgado criminalmente por ensinar a Teoria da Evolução de Darwin em uma escola pública. “Monkey Trial” (O Julgamento do Macaco), como ficou conhecido, tem repercussão mundial mediante uma batalha travada entre os advogados de acusação e a defesa, que é impedida pelo juiz de apresentar cientistas como testemunhas em favor da teoria da evolução.Um professor é julgado criminalmente por ensinar a Teoria da Evolução de Darwin em uma escola pública. “Monkey Trial” (O Julgamento do Macaco), como ficou conhecido, tem repercussão mundial mediante uma batalha travada entre os advogados de acusação e a defesa, que é impedida pelo juiz de apresentar cientistas como testemunhas em favor da teoria da evolução.


    Quando Leonard Vole (Tyrone Power) é preso sob a acusação de ter assassinado uma rica viúva de meia-idade, Sir Wilfrid Robarts (Charles Laughton), um veterano e astuto advogado, concorda em defendê-lo. Sir Wilfrid está se recuperando de um ataque do coração quase fatal e "supostamente" está em uma dieta, que o proíbe de ingerir bebidas alcoólicas e de se envolver em casos complicados. Mas a atração pelas cortes criminais é algo muito forte para ele, especialmente quando o caso é bem difícil. O único álibi de Vole é o testemunho da sua esposa, Christine Vole (Marlene Dietrich), uma mulher fria e calculista. A tarefa de Sir Wilfrid fica praticamente impossível quando Christine Vole concorda em ser testemunha, não da defesa, mas da acusação.


    Um homem vai a tribunal, acusado de matar uma velha senhora para ficar com seu dinheiro. O julgamento é cheio de surpresas, inclusive com a esposa do acusado comparecendo para depor contra o próprio marido.
     Baseado em um livro de Agatha Christie, a trama é perfeitamente amarrada sem qualquer falha no roteiro, que tem muitos pontos de virada e diálogos sarcásticos em uma perfeita combinação do cáustico humor britânico com crime, drama e mistério.


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