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    10 FILMES SOBRE AS LUTAS QUE AS MÃES ENFRENTAM PELOS FILHOS


    Mais uma listinha em homenagem a uma data comemorativa. A data em questão é o dia das mães. E é claro, existem milhares de filmes com mães no cinema, representadas nas mais variadas formas. Hoje, escrevi sobre mães que lutam pelos filhos.
    Feliz dia das mães a todas.
    Confiram também a outra lista, sobre filmes em que a relação de mãe e filha é problemática: MÃE VS FILHA
    Boa sessão:


    Mildred Pierce é uma mãe dedicada, disposta a fazer tudo pela filha, a ambiciosa e ingrata Veda. Quando Mildred se torna a principal suspeita do assassinato do marido, conhecemos a sua história e descobrimos até onde pode chegar o seu amor de mãe.
    Bette Davis e Rosalind Russell recusaram a personagem Mildred Pierce. Barbara Stanwyck chegou a disputá-la com Joan Crawford, mas foi preterida pelos produtores. Para obter o papel, Joan Crawford teve que fazer um teste, algo impensável na época em que era contratada da MGM, e recusou vários roteiros oferecidos pela Warner.


    Tamaki viaja com Zushio e Anju, seu casal de filhos. No caminho, ela é enganada e é levada para a ilha Sado, e vê seus filhos serem vendidos como escravos. Dez anos depois, Zushio e Anju sabem da história de uma mulher em Sado famosa por cantar uma triste canção por eles. Os irmãos então fazem de tudo para reencontrar sua mãe.
    A história de Sanshô Dayû é uma velha lenda japonesa, contada de diversas maneiras (da literatura às canções populares) a partir do século XVI. O filme de Mizoguchi baseia-se na versão dessa lenda, escrita pelo romancista Ogai Mori em 1915. 


    Em Georgetown, Washington, uma mãe vai gradativamente tomando consciência que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.


    Alice Hyatt (Ellen Burstun) fica viúva após perder o marido, um motorista de caminhão, em um acidente. Como tem um filho, Tommy (Alfred Lutter III), para criar luta pela sobrevivência. Inicialmente trabalha como cantora mas, em virtude de um tumultuado envolvimento com Ben Everhart (Harvey Keitel), um homem casado e agressivo, foge da cidade, indo trabalhar como garçonete em outra localidade. Lá ela conhece Flo (Diane Ladd), uma colega de trabalho que não prima pela educação mas é a amiga que Alice precisava. Lá também se envolve com David (Kris Kristofferson), um fazendeiro divorciado.


    A morte prematura em um acidente de um dos filhos de uma família de classe média alta acaba afetando a todos, principalmente o irmão da vítima, que se considera responsável pelo ocorrido e está em tratamento psiquiátrico. No entanto a mãe faz questão de manter as aparências, para não dar a entender que a unidade familiar foi quebrada.


    Em 1947 Stingo (Peter MacNicol), um jovem aspirante a escritor vindo do sul, vai morar no Brooklyn na casa de Yetta Zimmerman (Rita Karin), que alugava quartos. Lá conhece Sofia Zawistowska (Meryl Streep), sua vizinha do andar de cima, que é polonesa e fora prisioneira em um campo de concentração e Nathan Landau (Kevin Kline), seu namorado, um carismático judeu dono de um temperamento totalmente instável. Em pouco tempo tornam-se amigos, sendo que Stingo não tem a menor ideia dos segredos que Sofia esconde nem da insanidade de Nathan.

    Meryl Streep rodou sua cena final (a cena em que acontece a tal escolha) apenas uma vez. A atriz se recusou a fazer de novo, alegando que, como mãe, era muito doloroso e emocionalmente desgastante interpretar aquilo. Anos depois, Streep foi entrevistada no programa de Oprah Winfrey, onde a cena da escolha foi mostrada. A atriz ficou visivelmente incomodada e afirmou que nunca tinha visto a tal cena até aquele momento.


    No ano de 1980, no estado australiano de Queensland, um desaparecimento de um bebê choca a sociedade. Enquanto seus pais, que são da igreja adventista, estão acampando, uma espécie de cão selvagem leva o bebê embora. Com isso uma busca é iniciada, junto com outras pessoas que também estavam no acampamento, mas o corpo da criança nunca mais é achado. A intolerância religiosa e o estranhamento a alguns costumes dos adventistas faz com que a mídia crie diversos mitos em torno do que realmente aconteceu no dia do desaparecimento, e os pais acabam culpados por assassinato. Lyndi Chamberlain (Meryl Streep) e seu marido Michael Chamberlain (Sam Neill) terão que provar que são inocentes, mesmo todos estando contra eles.


    Los Angeles, março de 1928. Christine Collins (Angelina Jolie), uma mãe solteira, se despede de Walter (Gattlin Griffith), seu filho de 9 anos, e parte rumo ao trabalho. Ao retornar descobre que Walter desapareceu, o que faz com que inicie uma busca exaustiva. Cinco meses depois a polícia traz uma criança, dizendo ser Walter. Atordoada pela emoção da situação, além da presença de policiais e jornalistas que desejam tirar proveito da repercussão do caso, Christine aceita a criança. Porém, no íntimo, ela sabe que ele não é Walter e, com isso, pressiona as autoridades para que continuem as buscas por ele.


    Uma mulher viúva cuida sozinha de seu filho único, Do-joon. Este homem de 28 anos, ingênuo e infantil, costuma se comportar de maneira inconsequente, dependendo com frequência da atenção materna. Um dia, ele é acusado do assassinato de uma adolescente, mas parece sequer compreender a acusação que enfrenta. Diante da incompetência do advogado encarregado de defendê-lo, a mãe parte em busca do verdadeiro assassino, para provar a inocência de seu filho.


    A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.



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