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    terça-feira, 25 de abril de 2017

    SINAL VERMELHO (1953) - LANÇAMENTO "CLASSIC LINE"


    Terence Young é o típico diretor que a carreira maquia sua nacionalidade. Com filmes notadamente retratando espionagens, ele nasceu na China e viveu seus últimos dias na França (morreu de ataque cardíaco pouco depois da copa do mundo de 1994 !!).

    Durante a segunda guerra, ele foi um paraquedista pelo exército Britânico, tomando parte da batalha de Arnhem, na Holanda, quando foi ferido. Foi transferido para um hospital holandês onde foi tratado por uma enfermeira voluntária, chamada  Audrey Heenstra. Em 1967, esta enfermeira protagonizaria um dos seus filmes mais famosos: Um Clarão nas Trevas (1967). A enfermeira, com 16 anos na época da guerra, era ninguém menos que Audrey Hepburn.

    Em sua carreira, vários filmes famosos, como 3 James Bonds com Sean Connery e este Sinal Vermelho,  com tons autobiográficos, que também tenha a participação de Albert R. Broccoli na produção.

    Um pouco de história

    O radar foi a conquista tecnológica que talvez mais tenha influído na vitória dos países aliados contra a Alemanha. Na maior parte dos casos, a diferença qualitativa entre armamentos e equipamentos dos Aliados e do Eixo não era muito importante. Mas os radares ingleses e norte-americanos durante todo o conflito foram superiores aos seus congêneres alemães e japoneses. Duas das mais importantes batalhas da guerra fora fortemente influenciados pelo radar: a da Inglaterra e a do Atlântico.  O radar é uma maneira de detectar um objeto distante através da emissão de ondas de rádio que, ao atingir um alvo, voltam ao aparelho. Sem o radar, o ataque  aéreo maciço que os alemães montaram em 1940 como uma preliminar de um desembarque na Grã-Bretanha.

    Graças a uma rede de estações de radar, os ingleses podiam detectar os bombardeiros alemães bem antes de chegarem aos alvos. Com isso, a Real Força Aérea Britânica pôde dirigir seus parcos recursos de caça aos setores essenciais. Dois dos mais importantes princípios da guerra - surpresa e concentração de forças -  penderam para o lado britânico durante a batalha graças ao radar.

    O ataque a Bruneval foi uma bem-sucedida combinação de operações britânicas para capturar componentes do radar alemão Würzburg, estabelecido em Bruneval, França, entre 27 e 28 de fevereiro de 1942. Os cientistas britânicos precisavam saber mais sobre o radar Würzburg com o objetivo de criar medidas protetivas na “batalha dos feixes” com os cientistas alemães.

    O filme

    A produção em questão, lançada recentemente pela Classic Line, retrata justamente este ataque a Bruneval, feito pelo 2 º Batalhão da Brigada Pára-quedistas aliados a um especialista de radar da RAF, que tinha a função de orientá-los sobre que peças levar para a Inglaterra.


    O filme conta com mais uma atuação marcante de Alan Ladd, que morreu de uma overdose de álcool e calmantes, com a idade de 50 anos, em 1964. O time de coadjuvantes também conta com figuras conhecidas da época, como Leo Genn, Harry Andrews e Stanley Baker. 

    A edição da Classic Line, como sempre, com a imagem de alta qualidade aliada a sempre notória arte da capinha, favorecendo colecionadores de plantão, ávidos a um produto bom e belo.

    Adquiram no link abaixo:





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