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    sábado, 3 de setembro de 2016

    HEITOR ROMERO - RESPONDE A 7 PERGUNTAS CAPITAIS


    Sigo com minhas andanças virtuais pelo mundo, pescando cinéfilos, críticos, atores, atrizes, diretores de cinema que têm em comum a paixão pelo cinema. Minha meta, ainda que difícil,  será cumprida com sobras este ano, que é publicar uma entrevista no último sábado de cada mês. 12 no ano, no total portanto.


    Meta difícil por se tratar de pessoas importantes, muitas de outros países e com muitos....muitos afazeres. Mas consegui me infiltrar no meio de todos e entrevistá-los.

    Hoje a entrevista publicada é de Heitor Romero. Heitor é um dos críticos do site cineplayers, que assim como eu, um cinéfilo incurável.

    Ele é paulistano, formado tecnólogo em saúde, porém atua como crítico e editor do site Cineplayers há 6 anos e participa na organização de eventos e mostras de cinema e literatura na cidade de São Paulo.

    Conheça aqui mais sobre ele através destas 7 perguntas capitais.

    HEITOR ROMERO RESPONDE...

    1 -  Quando surgiu o seu interesse pelo cinema?

    H.R.: É uma herança de família, especialmente do meu avô. Ele era um grande cinéfilo, assistia de tudo e minhas memórias mais antigas com o cinema vêm desse meu convívio com ele, passando as tardes de sábado assistindo filmes do Chaplin na televisão. Meus pais e irmãos também me levavam muito ao cinema, então também cresci em contato com os filmes da minha época. Com o passar dos anos, após a morte do meu avô, acabei me afastando dos clássicos, mas sempre lembrava de como ele me dizia que o melhor longa do Chaplin era Luzes da Ribalta, um filme que a gente nunca conseguiu achar para assistir. Um dia, depois de muitos anos da morte do meu avô, vi Luzes da Ribalta passando no Telecine e parei para assistir, e então entendi o que ele queria dizer. Me apaixonei de novo pelo cinema nessa ocasião e desde então venho procurando conhecer cada vez mais. 




    2 - Coleciona filmes, cds ou algo relacionado à 7ª arte ? 

    H.R.:Coleciono DVD/blu-ray e guardo os ingressos dos filmes que vi no cinema, mas também tenho uma mini biblioteca com alguns livros importantes sobre filmes, diretores, etc. 




    3 - Quando se tornou crítico de cinema? E como as portas se abriram para entrar no grupo de críticos do cineplayers? 

    H.R.:Acompanho o Cineplayers praticamente desde sua criação. Eu tinha um caderno no qual anotava informações sobre meus filmes preferidos, e pegava do site essas informações, assim como lia muito os textos, artigos e participava do fórum, onde debatia sobre cinema com outras pessoas, meus primeiros amigos virtuais. Foi lá também que comecei a escrever meus primeiros textos na internet sobre filmes, no espaço que eles dedicam para os leitores comentarem. Com o tempo fui aprimorando a escrita, ganhando mais conhecimento e suporte por parte das pessoas que conheci por lá e acabei sendo convidado para ajudar na seção de cadastros de filmes, perfis e notícias do site. Depois de um tempo nessa função, o convite para incorporar a equipe de críticos veio em 2011 e desde então estou por lá, minha família virtual. 




    4 - Qual sua experiência dentro deste universo artístico que mais te marcou? 

    H.R.:Meu melhor momento foi cobrir para o Cineplayers a passagem de Abel Ferrara por São Paulo há uns dois ou três anos atrás, quando ele veio como convidado para a mostra de seus filmes no Centro Cultural do Banco do Brasil. Tive a oportunidade de conhecê-lo e conversar um pouco com ele e sua esposa, Shanyn Leigh, sobre sua obra e futuros projetos. 






    5 - Existe uma lista (pelo menos uns 10 filmes) que marcaram sua vida? 

    H.R.:Luzes da Ribalta/Cidade (Chaplin), Alice nas Cidades (Wenders), O Demônio das Onze Horas (Godard), 8½ (Fellini), O Silêncio dos Inocentes (Jonathan Demme), Fanny & Alexander (Bergman), Veludo Azul (Lynch), Verdades e Mentiras (Welles), Harakiri (Kobayashi), Bang Bang (Andrea Tonacci), Onde Começa o Inferno (Hawks), Vertigo (Hitchcock), Vestida para Matar (De Palma), Quanto Mais Quente Melhor (Wilder)  e O Leopardo (Visconti) são todos filmes que abriram mais a minha mente e redefiniram a ideia que eu tinha de cinema. 







    6 - Fale um pouco dos seus projetos para este ano. Tanto os que estão acontecendo quanto os previstos para começar. 

    H.R.:Tem muita coisa nova por vir no Cineplayers em 2016, vários planos para o crescimento e avanço do site, além de outros que já estão em andamento, como os podcasts, que é uma novidade ainda para nós, e a coluna mensal que eu comando sobre os lançamentos em home vídeo, que é um projeto antigo meu e que só  em 2015 que se concretizou, e que pretendo aprimorar também no próximo ano.




    7 - E se pudesse deixar uma lição desta vida dedicada ao cinema, qual seria?

    H.R.:O cinema, como toda a forma de arte, permite que você expanda e enriqueça sua visão do mundo, da vida, uma oportunidade de despertar sentimentos que você nem sabia que existiam, ou potencializar os que você já conhece. É uma extensão dos nossos sonhos, o escape que nos permite acreditar nas possibilidades. Tem coisa melhor?
    M.V.: Não, não tem. Obrigado pela entrevista e sucesso na sua vida.

    Acesse o site que Heitor publica suas fantásticas críticas. CINEPLAYERS



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