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    ALEJANDRO BRUGUÊS - RESPONDE ÀS 7 PERGUNTAS CAPITAIS


    Diretor, Roteirista e Produtor.


    Porque Alejandro Bruguês?



    Primeiro e único motivo: "Juan dos mortos". Amo o filme e sempre tive vontade de conversar com ele sobre isto. Este argentino dirigiu uma das produções de zumbis mais cultuadas dos últimos anos. E se não fosse por Walking dead, não teríamos nada além de 3 ou 4 filmes espetaculares sobre o gênero. E este é certamente um deles.

    Com forte tom de sátira social, a coprodução entre Cuba e Espanha se inspira no legado do diretor George A. Romero (de A Noite dos Mortos-Vivos) para narrar a batalha de dois amigos quarentões, desocupados, contra uma invasão de mortos-vivos na ilha. O governo cubano culpa os norte-americanos pelos ataques. Mas, quando a crise se torna insustentável, a dupla de malandros (interpretada por Alexis Diaz de Villegas e Jorge Molina) resolve lucrar com o desastre, criando uma empresa para aniquilar os monstros.

    Detalhe, apesar da produção espanhola o diretor é argentino.

    Vamos ao bate papo... (Primeiro a tradução, depois o idioma original)



    1 -  Como começou a trabalhar na indústria do cinema?

    A.B.:Eu estudei roteirização na escola de cinema de Havana. Quando me formei, comecei a trabalhar como roteirista. Escrevi 3 roteiros antes de me tornar diretor.
    M.V.: Frutas en el café  (2005), Bailando chachacha (2005) e Tres veces dos (2004)



    2 - Qual experiência em sua vida dedicada ao cinema te marcou mais?

    A.B.: Eu não pegaria um. Há tantos! Cada novo filme é um novo mundo cheio de experiências. Eu tento não me repetir. Tipo ir a um parque de diversões e então a filmagem do dia seria com andar num novo brinquedo.




    3 - Qual trabalho na sua carreira considera o melhor?

    A.B.:  Seria como escolher um de seus filhos
    M.V.: A escolha de sofia
    A.B.: Exato



    4 -"Juan dos mortos" é um dos melhores filmes de zumbis de todos os tempos. Pensa em fazer uma sequencia? Tipo como George Romero fez com Noite dos mortos vivos?

    A.B.:  Obrigado pelo elogio, mas não há planos de uma sequência. Num certo ponto, todo mundo queria uma e até eu mesmo tentei bolar uma história mas nunca se tornou real. Foi só uma resposta para me livrar da pergunta. A verdade é que me diverti muito fazendo o filme e quero trabalhar com os mesmos atores, mas em alguma outra coisa. Vamos deixar Juan sozinho e encontrar outra aventura.



    5 - Há uma lista (de pelo menos 10 filmes) que mais gosta? 

    A.B.: Eu não gosto de fazer listas. Há muita troca de títulos dependendo do seu estado de espirito. Mas há aqueles que estão sempre lá: Tubarão, Caçadores da arca perdida, Operação Dragão, Três homens em conflito. Ah...e no ano passado uma nova adição: Mad Max - a estrada da fúria. 



    6 - Há projetos para 2016? 

    A.B.: Sim, tenho vários. Aliás tenho tantas coisas acontecendo que não sei se vou encontrar tempo para realizar todas.
    E não...não posso falar sobre eles...(risos) 



    7 - Se puder nos deixar uma lição de sua vida dedicada ao cinema, qual seria?

    A.B.:  Confie nos seus instintos. E sempre traga dois pares de sapatos durantes as filmagens. Mude a cada 6 horas no set. Seus pés irão agradecer. 
    M.V.: Obrigado e sucesso



    1 - How did you begin working at the movies industry?

    A.B.: I studied screenwriting at the film school in Havana. When I graduated I begun working as a screenwriter. I wrote three films before switching to directing.

    M.V.: Frutas en el café  (2005), Bailando chachacha (2005) and Tres veces dos (2004).



    2 - Which experience in your lifetime dedicated to art you've never forgot?

    A.B.: I would pick one. There are so many! Each new movie is a new world full of experiences. I try not to repeat myself. It’s like going to an amusement park, so I try to make each shooting day a new ride.




    3 - Which work of your career you consider the best?

    A.B.: That’s like making you pick one of your sons. 
    M.V.: Sophie's Choice...
    A.B.: Exactly






    4 - Juan of the dead is in fact one of greatest zombie movies of all times. There’s an idea of a sequel? Like George Romero did with Night of the living dead.

    A.B.: Thanks for the compliment, but no, no sequel in plans. At some point everyone wanted a sequel and I even figured out one story but it was never intended to be real, it was just an answer to get rid of that question. The truth is, I had a blast doing it, and I want to work again with the same actors, but in something else. Let’s leave Juan alone and find another adventure.




    5 - There’s a list (at least 10 movies) did you like most?

    A.B.: I don’t like to make those lists. There’s a lot of interchangeable titles depending on the mood. But if you want some of the ones that are always there, Jaws, Raiders of the Lost Ark, Enter the Dragon, The Good, The Bad and The Ugly. Oh, and last year there was a new addition: Mad Max Fury Road. 




    6 - Do you have projects to 2016?

    A.B.: Yes, I have a bunch. Actually there are so many things in the works that I don’t know how am I going to find time to make them all. 
    And no, I can’t talk about any of them.



    7 - If you could let us a lesson of this lifetime dedicated to cinema, what would be?

    A.B.: Trust your instincts. 
    Also, always bring two pairs of shoes to the shooting. Change after 6 hours on the set. Your feet will be thankful.
    M.V.: Thank you and all the best





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