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    sexta-feira, 30 de setembro de 2016

    10 FILMES SOBRE A RELAÇÃO PROBLEMÁTICA ENTRE MÃE E FILHA


    10 Filmes sobre a relação problemática entre mãe e filha.


    Mãe é mãe, diz o ditado. Confrontando em parte esta ideia, preparei uma lista com 10 mães que não se dão bem com as filhas, .


    Neste mês de setembro, a distribuidora de home vídeo "Obras primas do cinema" lançou Mamãezinha querida (1981), que é um dos filmes imperdíveis citados abaixo. Faye Dunaway arrasa no papel.

    E uma curiosidade: dois dos filmes (Mamãezinha é um deles inclusive), são baseados na vida de atrizes importantes do cinema.

    Boa sessão e divirtam-se com as brigas...

    O ano é 1947 e Lora Meredith (Lana Turner) é uma aspirante a atriz, viúva, que mora com sua sua única filha, Susie (Sandra Dee), e vive ignorando-a, enquanto busca construir uma carreira. Quando ela conhece Annie Johnson (Juanita Moore), uma afrodescendente também viúva e mãe solteira, convida-a a trabalhar na sua casa e criar as filhas das duas juntas. No momento em que Annie e sua filha Sarah Jane (Susan Kohner) se mudam para a casa de Lora, a menina passa a renegar as suas origens: por ter a pele bem mais clara que sua mãe, ela se declara branca para todos. Já Susie se sente rejeitada pela mãe e acaba encontrando conforto nos braços de um homem mais velho (John Gavin).

    O centro deste suspense é Carrie (Spacek), uma colegial repudiada por seus colegas, sem amigos... e sem nenhuma noção de seus poderes telecinéticos. Mas quando sua mãe psicótica e seus sádicos colegas de classe chegam longe demais, aquela que foi um dia uma adolescente tímida torna-se uma máquina descontrolada de vingança que, com o auxílio de seu dom especial transforma seu mundo em um rio de sangue.

    Após ter sido uma mãe ausente por anos, Charlotte (Ingrid Bergman), uma renomada pianista, vai até a casa de sua filha Eva (Liv Ullmann) para lhe fazer uma visita. Ela se surpreende ao encontrar sua outra filha, Helena (Lena Nyman), que tem problemas mentais. Eva tirou Helena da instituição que Charlotte a havia internado para cuidar dela em casa. A tensão entre mãe e filha começa a crescer devagar até elas colocarem tudo em panos limpos, dizendo tudo que sempre gostariam de dizer.

    Se você gosta de biografias não autorizadas, este filme é o que se pode chamar de obra prima do gênero. Além de uma narrativa ao mesmo tempo sensível e dramática, que vai envolver você desde o primeiro instante. Mamãezinha Querida traz Faye Dunaway em uma personificação impressionante de Joan Crawford. Baseado no "best seller" escrito por Christina Crawford, filha adotiva de Joan, que mostra a face violenta e alcoólatra da atriz que foi um dos maiores mitos de Hollywood contrastando fortemente com a imagem de mãe dócil e compreensiva que era passada ao público.Este filme consegue passar ao espectador a sensação de participar de dentro, de um terrível drama familiar.

    O filme se concentra em cerca de dez anos na vida de duas mulheres fortes. São elas mãe e filha: Aurora e Emma, respectivamente. Aurora é uma viúva que não se interessou mais em se casar novamente e dedica-se a cuidar de sua única filha. Assim, ela não concorda com a decisão aparentemente impensada de Emma em se casar cedo. O impasse dessa situação inicia alguns conflitos entre as duas. Enquanto Emma constrói a sua família tendo filhos e mudando de Estado enquanto tem que enfrentar os inevitáveis problemas em seu casamento, Aurora reacende suas paixões ao se envolver com o vizinho, Garrett Breedlove, um astronauta em crise de meia-idade.

    Para Jessie, uma epilética de meia idade, desempregada, com um casamento falido e um filho delinquente, a única maneira de controlar a situação é tirando a sua própria vida. A mãe viúva, com quem ela mora, só percebe o grau de depressão da filha quando os planos de suicídio se tornam muito aparentes. A troca que se estabelece entre as duas, enquanto a mãe tenta dissuadi-la, traz à tona todo o ressentimento, compreensão e amor.

    Baseado no romance autobiográfico da atriz Carrie Fisher, o filme é uma visão espirituosa da vida acelerada de Hollywood. Em uma brilhante performance cômica, Meryl Streep estrela como Suzanne Vale, uma sarcástica e vulnerável atriz determinada a dar um reinício em sua carreira fracassada. Uma overdose tira ela do ar ficando obrigada a morar com sua mãe, cujo temperamento realmente não é similar ao seu e, por conseguinte, sempre gera problemas de entendimento entre as duas.Como a envelhecida mãe estrela de cinema, Shirley MacLaine apresenta o retrato definitivo da brilhante e glamourosa rainha de Hollywood.

    Tracy (Evan Rachel Wood) é uma adolescente inteligente e uma aluna brilhante Um dia ela se torna amiga de Evie (Nikki Reed), a garota mais popular da escola. Esta a apresenta ao submundo do sexo, das drogas e da mutilação, o que cria uma nova Tracy e a coloca em conflito com seus colegas, professores e, principalmente, com sua mãe (Holly Hunter). Com interpretações fantásticas da vencedora do Oscar Holly Hunter, de Evan Rachel Woods e da estreante Nikki Reed, esta controvertida história sobre a passagem da adolescência é ao mesmo tempo chocante e persuasiva, e ficará em sua mente muito tempo depois do fim do filme.

    1987, Nova York, bairro do Harlem. Claireece "Preciosa" Jones (Gabourey Sidibe) é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude. Violentada pelo pai (Rodney Jackson) e abusada pela mãe (Mo'Nique), ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de "Mongo", por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, Preciosa é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein (Nealla Gordon) consegue para ela uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação.

    Para Marnie Minervini (Susan Sarandon) a maternidade não é um dever, mas sim uma vocação. Mesmo após a recente morte do marido, ela não deixa de ser alegre, sempre mandando mensagens, ligando e aparecendo sem avisar na casa da filha, Lori (Rose Byrne). Almejando algum controle sobre sua vida, principalmente após o término de um relacionamento, Lori tenta sair das asas da mãe, mas Marnie segue a filha até Los Angeles e acaba desenvolvendo uma conexão com um policial (J.K. Simmons).


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    1 comentários:

    1. Lembrei-me do filme Marnie, do mestre Hitchcock.A investigação psicológica do problema de Marnie é intercalada com vários conflitos ao longo do filme. Marnie e seus pesadelos com tempestades e a cor vermelha traz à tona uma relação com a mãe, sem afetividade...Uma mãe que neglicencia a filha. E isso traz consequências na vida adulta de Marnie. Amo a genialidade de Hitchcock que traz obras primas aos nossos olhos.
      Sua lista está excelente.

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