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    sexta-feira, 12 de agosto de 2016

    UM ESPIÃO E MEIO (2016) - CRÍTICA DE RUBENS EWALD FILHO


    Um Espião e Meio (Central Intelligence)

    EUA, 16. 107 min. Direção de Rawson Marshall Thurber. Com Kevin Hart, Dwayne Johnson, Jason Bateman, Daniele Nicollet, Amy Ryan, Aaron Paul, Thomas Kretschman.

    É difícil de acreditar, mas o humorista mais querido e de maior bilheteria no atual cinema americano é um tal de Kevin Hart, que talvez vocês nem se lembram quem é (o rapaz que é baixinho já esteve em mais de 90 e tantos projetos, inclusive foi o apresentador daquele com Justin Bieber, onde falavam mal dele!). Mas é tanto que acharam melhor finalmente exibir os sucessos dele não apenas na TV, mas também tentar nas salas, que rejeitam blacks desde quando se aposentou Eddie Murphy.

    Esta é uma coprodução em o New Line (da Warner) e a Universal num filme de sucesso por lá (124 milhões locais e mais 74 no exterior) onde Kevin faz dupla com outro tão ou até mais popular do que ele, que é o caso de Dwayne Johnson, que já foi noutros tempos lutador de luta livre e chamado de The Rock. O diretor daqui não é muito conhecido entre nós também, se chama Rawson Thurber e fez Com a Bola Toda, Família do Bagulho, Padrimhos Ltda, O Durão. Hart faz filmes desde 2001, entre eles, Ajuste de Contas, É o Fim, Policial em Apuros I e II, Sobre Ontem a Noite, Pense Neles Também , No Auge da Fama. Por acaso eu assisti praticamente todos e sou testemunha de sua popularidade e ao menos enquanto não se estragar de sua capacidade de provocar riso.

    O começo do filme é meio grosso. Dwayne faz Robbie um oriental muito grosseiro que cai num golpe dos colegas mal encarados que o levam pelado para o meio da quadra de esportes, onde justamente Calvin (Hart) está sendo votado o esportista favorito da escola e o que tem mais chance de dar certo. Vinte anos depois ele é um contador que tenta entrar em contato com os colegas e descobre que o outro agora trabalha na CIA. Juntos acabam se envolvendo em confusões, perseguições e aventuras. Mesmo assim só depois de 30 e tantos minutos de conversa. Sempre fazendo um paralelo entre o baixinho desastrado e o gigante bom sujeito e herói, apesar de estar sendo procurado pelo governo.

    Curiosamente os dois formam dupla atualmente noutro filme que seria remake de Jumanji (ainda com Jack Black). Talvez não seja o filme mais engraçado de Hart, mas é uma chance de conhecê-lo melhor. Ao final tem cenas que saíram erradas e que funcionam mais do que as oficiais!


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