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    quarta-feira, 3 de agosto de 2016

    CONFIDÊNCIAS Á MEIA-NOITE (1959) - LANÇAMENTO CLASSIC LINE






    Confidências à Meia-Noite/Pillow Talk
    De Michael Gordon, EUA, 1959
    Com Rock Hudson (Brad Allen), Doris Day (Jan Morrow),
    e Tony Randall (Jonathan Forbes), Thelma Ritter (Alma), Nick Adams (Tony Walters), Julia Meade (Marie), Allen Jenkins (Harry), Marcel Dalio (Pierot), Lee Patrick (Mrs. Walters), Dorothy Abbott (a cantora no night club)
    Roteiro Stanley Shapiro e Maurice Richlin
    Baseado em história de Russell Rouse e Clarence Greene
    Fotografia Arthur E. Arling
    Música Frank DeVol
    Montagem Milton Carruth
    Figurinos Bill Thomas e  Jean Louis
    Produção Ross Hunter, Arwin Productions, Universal International. 
    Cor, 102 min





    Essa divertidíssima comédia romântica é vencedora do Oscar® de melhor roteiro, e foi indicada a mais 4 Oscars® e 3 Globos de Ouro® - incluindo Melhor Atriz. Com visual e músicas que marcaram para sempre a década de 50 e a carreira da atriz Doris Day, o filme conta a história de Jan Morrow (Day), uma decoradora muito bem de vida e Brad Allen (Rock Hudson), um compositor que já teve alguns sucessos na Broadway – mas, sobretudo, é um sedutor. Os dois são obrigados a compartilhar uma linha telefônica, e Jan fica bastante irritada com o tempo com que Brad gasta conversando com sua extensa lista de namoradas. Mas sem saber, ela o conhece em um restaurante, onde ele finge ser outra pessoa para poder conquistá-la, e começa a sair com ele.





    Esta comédia deu tão certo que é até hoje um dos poucos exemplares do gênero a ter considerável número de indicações ao Oscar. Leve e maliciosa ao mesmo tempo, seu sucesso fez com que o trio de protagonistas, Doris Day, Rock Hudson e Tony Randall, repetissem a parceria mais duas vezes, criando quase um estilo de cinema. Sempre com fotografia clara, direção de arte colorida em tons pastel e invariavelmente uma canção ou outra dela na trilha sonora. Aqui, Day é uma mal-humorada decoradora que tem o azar de dividir a linha telefônica com Hudson, um desconhecido e bonitão compositor. Ele usa o telefone para traçar todas as menininhas cantarolando a mesma canção apenas mudando o nome da homenageada.


    Não se sabe se a loira fica irritada pela linha estar sempre ocupada, ou porque isso lhe lembra que é solteirona em Nova York. Como ambos têm um amigo em comum, milionário dono de gravadora, acabam se conhecendo pessoalmente, embora ela não saiba que o simpático caipira texano e o galanteador músico sejam a mesma pessoa. Já o cara não só se esforça para seduzi-la, como se diverte fingindo ser uma terceira pessoa. Escuta a conversa dos pombinhos para dar palpites tentando jogar um contra o outro. O roteiro é realmente engenhoso com as reviravoltas e mal entendidos plausíveis. Diversão classe A garantida com direito a algumas risadas. O elenco ainda tem a querida Thelma Ritter vivendo empregada doméstica alcoólatra. Papel pequeno, mas de desempenho excelente como sempre.



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