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    HECTOR BABENCO - 10 FILMES ESSENCIAIS


    HECTOR BABENCO

    É um cineasta argentino-brasileiro de ascendência judaico-ucraniana. Nasceu na Argentina e radicou-se no Brasil aos dezenove anos de idade. É naturalizado brasileiro desde 1977.
    Trabalhou como figurante em filmes dos diretores espanhóis Sergio Corbucci, Giorgio Ferroni e Mario Camus. 
    Principais premiações:
    Indicado ao Oscar de melhor diretor, por O Beijo da Mulher-Aranha (1984).
    Prêmio Leopardo de Prata, no Festival de Locarno, por Pixote - A Lei do Mais Fraco (1980).
    Indicado ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de melhor diretor, por Coração Iluminado (1998).
    Prêmio do Público, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, por Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977). 

    Abaixo seus 10 principais trabalhos. Algumas obras primas intercaladas com filmes menos populares.

    Boa sessão:




    Diego (Willem Dafoe) é um cineasta diagnosticado com câncer terminal, cuja única chance de sobrevivência é se submeter a um transplante de medula óssea experimental, que apenas é realizado nos Estados Unidos. Assim, ele parte para Washington mas antes decide se casar e se despedir dos amigos. Já no hospital, ele conhece um menino hindu de apenas oito anos, que também está internado. Logo Diego passa a vivenciar com ele aventuras fantasiosas, inspiradas no cinema, que ajudam a suportar a dura realidade que os cerca.



    A separação também pode ser parte de uma história de amor... Passada é a história de Rimini, jovem tradutor que termina um casamento de 12 anos com Sofia, sua primeira namorada. A delicadeza com a qual ambos conduzem a separação acaba quando ele começa a namorar Vera, modelo de 22 anos que, ao presenciar Sofia beijando-o à força, morre atropelada. Um ano depois, já refeito, Rimini se casa com Carmen, sua parceira de tradução. Uma amnésia misteriosa, decorrente do trauma da morte de Vera, apaga do seu cérebro o conhecimento dos idiomas que ele traduz. Ajudado por Carmen, Rimini tenta se adaptar ao papel incômodo de marido dependente. 


    Um médico (Luiz Carlos Vasconcelos) se oferece para realizar um trabalho de prevenção a AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade atrás das grades, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Porém, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver.


    Após 20 anos, Juan (Miguel Angel Solá) retorna a Buenos Aires para visitar seu pai que está morrendo. Lá, tenta encontrar Ana (Maria Luísa Mendonça), seu antigo amor, e conhece Lilith (Xuxa Lopes), uma mulher com quem revive a mesma paixão. Filme autobiográfico de Hector Babenco, cineasta argentino naturalizado brasileiro. Participou da Mostra Competitiva do Festival de Cannes em 1998.


    Um casal de evangélicos e seu filho pequeno embrenham-se na selva amazônica brasileira para catequizar índios ainda arredios à noção de Deus. Martin Quarrier (Aidan Quinn) é sociólogo e termina sendo motivado pelas experiências de outro casal, os Huben. As intenções religiosas e a harmonia entre brancos e índios no local ficam instáveis devido à presença de Lewis Moon (Tom Berenger), um mercenário descendente dos índios americanos.


    Francis Phelan (Jack Nicholson) e Helen Archer (Meryl Streep) são dois alcoólatras que têm a difícil missão de sobreviver ao próprio passado. Francis vive com o trauma de ter deixado o seu filho cair no chão 22 anos antes, enquanto Helen vive a depressão de ser uma antiga cantora de rádio sem sucesso. 


    Em uma prisão na América do Sul, dois prisioneiros dividem a mesma cela. Um é homossexual e está preso por comportamento imoral e o outro é um prisioneiro político. O primeiro, para fugir da triste realidade que o cerca, inventa filmes cheios de mistério e romance, mas o outro tenta se manter o mais politizado possível em relação ao momento que vive.

    Pixote (Fernando Ramos da Silva) foi abandonado por seus pais e rouba para viver nas ruas. Ele já esteve internado em reformatórios e isto só ajudou na sua "educação", pois conviveu com todo o tipo de criminoso e jovens delinquentes que seguem o mesmo caminho. Ele sobrevive se tornando um pequeno traficante de drogas, cafetão e assassino, mesmo tendo apenas onze anos.


    Nos anos 60 surge uma organização, batizada pela crônica policial brasileira como Esquadrão da Morte, que passa a combater o crime à margem da lei. Nessa conjuntura surgem vários episódios e personagens que marcaram uma época. Lúcio Flávio (Reginaldo Farias) é um deles, que se tornou um conhecido bandido no Rio de Janeiro. Tudo piora quando um banco é assalto em uma cidade do interior e o Dr. Bechara (Ivan Cândido) dá início a uma ação policial nos subúrbios do Rio, para localizar Lúcio. 


    São Paulo, década de 1940, um Don Juan paulista começa a namorar duas irmãs, que são filhas da melhor amiga da sua mãe. Ele acaba, então, se casando com uma mulher com quem ele vive brigando.




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