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    sexta-feira, 15 de abril de 2016

    RUA CLOVERFIELD 10 - CRÍTICA DE RUBENS EWALD FILHO



    EUA, 16. 105 min. Direção de Dan Trachtenberg. Com John Goodman, Mary Elizabeth Winstead, John Gallagher Jr, voz de Bradley Cooper, Suzanne Cryer, Douglas Griffin. Roteiro de Josh Campbell, Matthew Stuedcken, Damien Chazelle. Produção de J.J. Abrams e mais 7 outros.

    Em 2008 foi feito o filme Cloverfield: Monstro, de Matt Reeves, produzido pelo hoje celebre J.J. Abrams que também foi rodado em segredo e lançado inesperadamente com certo sucesso (e que rendeu 80 milhões) apesar de não ser muito convincente. Abrahams resolveu repetir a dose com o mesmo nome, outro diretor estreante e a uma vaga relação com o anterior. Ao custo de 15 milhões de dólares (muito para um filme passado praticamente num único set) e até agora com renda de mais de 50 milhões! Não podia ser maior a popularidade do produtor Abrams depois do êxito de Star Wars: O Despertar da Força, do Star Trek e Missão Impossível 3, as séries Alias, Lost, Fringe, Westworld. E felizmente o filme, sem ser nada excepcional é melhor que o anterior (que era sobre o ataque de um ET monstro que ataca a cidade de Nova York provocando desastres).

    Agora é a história de uma moça que sai de casa num carro sem desconfiar de nada até que numa estrada deserta é trombada por um pequeno caminhão. Acorda dentro de um bunker, presa por correntes e aos poucos um senhor gordo (o sempre ótimo John Goodman) vai lhe contando que houve um problema e eles estão escondidos ali porque o ar fora está contaminado. A moça é a veterana mas ainda pouco conhecida Mary Elizabeth Winstead, que parece Natalie Wood e esteve em Scott Pilgrim Contra o Mundo (10, como Ramona), Premonição 3, Smashed, A Prova de Morte, 07, filme menor de Tarantino, Duro de Matar: um Bom Dia para Morrer.

    Lá dentro depois se descobre há um também um rapaz, mas que não diz muito a que veio, resultando numa figura passiva. O conflito basicamente é esse: será que houve mesmo uma invasão de Ets ou algum conflito violento e ficar no Bunk seria a única alternativa viável? A heroína não se convence. O público pode achar que ela esta certa ou totalmente errada? E a vida será o preço que vai pagar por sua teimosia. Ou não? Eis a questão...

    Não chega a ser uma história nova e os fãs do gênero já descobriram tramas semelhantes. Mas prende a atenção e você vai querer saber qual é o final (só posso dizer que o considerei bem fraco!).




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