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    NATALIE WOOD ASSASSINADA?


    CARREIRA

    Em 1943, Natalie participou do primeiro filme, chamado Happy Land, quando tinha apenas quatro anos de idade. Três anos depois, ela apareceu em seu segundo filme, chamado Tomorrow Is Forever. Em 1947 filmou Milagre na Rua 34, filme considerado até hoje um clássico natalino. Como atriz infantil, Natalie permaneceu muito ativa, aparecendo em nada menos do que 18 filmes, do final dos anos 1940 ao início dos anos 1950. Nem todos os filmes em que ela participou fizeram sucesso. Pelo menos dois, Scudda Hoo! Scudda Hay!, de 1948, e The Silver Chalice, de 1954, e onde contracenou com Paul Newman, foram considerados fracassos.

    Em 1955, com 17 anos, Natalie estrelou Juventude transviada, com James Dean e Sal Mineo. O papel de Judy, neste filme, lhe garantiu a primeira indicação ao Oscar da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood e este foi o momento que marcou o seu desenvolvimento como atriz adulta. Segundo Suzanne Finstad, autora de Natasha: The Biography of Natalie Wood, publicado em 2001 e logo adaptado para a televisão, Natalie Wood dormiu com o diretor do filme, Nicholas Ray, para conseguir o papel de protagonista. Ressalte-se que nessa época Wood era ainda menor de idade.
    A seguir, apareceu em Rastros de ódio (1956), Clamor do sexo (1961), Amor, sublime amor (1961), Gypsy e O preço do prazer. Em 1965 participou da comédia clássica A corrida do século, ao lado de Jack Lemmon e Tony Curtis.

    Depois de filmar Esta mulher é proibida em 1966, Natalie se afastou do cinema por três anos, dando a si mesma um tempo e também para decidir para onde queria seguir. Quando voltou a filmar, em 1969, fez o papel de Carol Sanders em Bob, Carol, Ted e Alice. A partir daí, Natalie não fez mais tantos filmes, preferindo passar a maior parte do tempo tomando conta da família. Fez algumas poucas aparições na televisão, mas nada muito excepcional.
    Em 1981, depois de filmar O último casal casado, Natalie começou as filmagens de Projeto Brainstorm, com Christopher Walken. Mas ela não viveu para ver o filme pronto. Em um acidente misterioso, em novembro daquele ano, enquanto navegava em um iate com o marido Robert Wagner e com o amigo Christopher Walken, ela morreu afogada. Tinha 43 anos de idade e tinha atuado em 56 filmes para televisão e cinema. Encontra-se sepultada no Westwood Memorial Park, Los Angeles, Condado de Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos. Projeto Brainstorm foi finalmente lançado em 1983.

    ACIDENTE?

    Natalie tinha muito medo de morrer afogada após uma cigana ter previsto o destino dela à sua mãe e disse "pra ela ter medo da água escura". Ela dizia em entrevistas que amava ficar envolta em água, mas não dentro dela. Ironicamente, o seu maior temor foi a causa de sua morte, em circunstâncias nunca esclarecidas.

    A atriz norte-americana e o segundo marido, Robert Wagner, foram passar o fim de semana do Dia de Ação de Graças a bordo do iate Splendour, na companhia de um convidado, o ator Christopher Walken.

    Os três comeram num restaurante na ilha e regressaram ao iate para tomar uma bebida, quando uma violenta discussão terá começado entre Wagner e Walken.

    Wood deixou então o convés e dirigiu-se à cabina principal, mas quando, pouco depois, Wagner desceu já não a viu. A atriz terá subido ao convés para lançar à água um pneumático e foi nesse local que foi encontrada afogada.
    Natalie não sabia nadar, ela deixara o iate do marido, numa noite chuvosa, pegara um pequeno bote de borracha e se metera na escuridão da noite, após uma violenta discussão com Bob e o ator Christopher Walken, com quem estava filmando Brainstorm. Estranhamente Bob convidou-o a passar um fim de semana com o casal em seu iate "Splendour". Na noite da morte eles haviam consumido fartas quantidades de bebida alcoólica. Ela foi encontrada morta, boiando e o fato fora classificado como afogamento por acidente


    A polícia de Los Angeles decidiu reabrir as investigações sobre o trágico fim da protagonista de Amor Sublime Amorem novembro de 2011, após receber informações “confiáveis” e “críveis” de várias fontes que geravam novas dúvidas.

    Em 2011 dados novos sobre o caso apareceram e foi anunciado que os investigadores do Condado de Los Angeles iriam reabrir o inquérito sobre a morte da atriz.

    O caso foi reaberto pela polícia trinta anos após a morte depois que o capitão Dennis Davern veio a público dizer que mentiu para os investigadores na época da morte da atriz. Na época, o caso foi considerado um acidente. Davern, por sua vez, diz que o marido de Natalie, Robert Wagner, era responsável por sua morte. A polícia, no entanto, não encontrou provas que incriminassem o marido da atriz.

    O chefe dos detetives, William McSweeney, disse que a decisão de alterar o documento foi tomada por um legista instruído a não comentar o caso. McSweeney ainda afirmou que os investigadores ainda têm muito trabalho a fazer, mas isso não significa que uma grande mudança esteja por vir. "Nós não fechamos esses casos", disse. "Esses casos têm períodos ativos e outros mais passivos. Estamos finalizando um período mais ativo", disse.  No livro "Goodbye Natalie, Goodbye Splendour", Davern diz que a atriz teria desaparecido depois de uma discussão que teve como marido. Segundo Davern, Wagner teria pedido que o capitão não avisasse a Guarda Costeira do desaparecimento. Já Wagner disse através de porta-voz que espera que o departamento do xerife conduza uma investigação justa. 
    Devido a essa nova investigação, em junho de 2012 as autoridades resolveram alterar a causa da morte na certidão de óbito da atriz para "indeterminada". Em janeiro de 2013, segundo um relatório divulgado pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles, A atriz Natalie Wood tinha hematomas em seus braços e pulsos e arranhões no pescoço quando o corpo dela foi retirado do oceano Pacífico em 1981, o que sugere que ela foi ferida antes de cair na água, entretanto, o xerife se recusa a discutir qualquer nova evidência que foi descoberta.


    INVESTIGAÇÃO DE UM CRIME ABAIXO DE QUALQUER SUSPEITA


    PISTAS

    ALIANÇAS

    Robert Wagner e Natalie Wood trocaram alianças pela primeira vez em 1957, e se divorciaram em 1962. Em 1971, o ator da trilogia ‘Austin Powers’ chegou a ficar noivo de Tina Sinatra, mas não teve jeito: no começo de 1972, ele voltou a namorar com Natalie.  Os dois se casaram de novo em julho do mesmo ano, e permaneceram juntos até 1981, quando a atriz faleceu num acidente durante um passeio de barco com Robert.

    CONCLUSÃO

    Relacionamento instável, que não é motivo para nenhum crime, obviamente, mas é mais um elemento adicionado.

    RELACIONAMENTO E RELAÇÕES

    As mortes de James Dean e Marilyn Monroe afetaram profundamente Natalie. Quando da morte de Dean, ela chegou a dizer que gostaria de ter estado no carro com ele, de ter morrido com ele. Já a morte de Marilyn fez com que ela refletisse sobre a crueldade do showbizz. Ela havia encontrado Marilyn numa festa, e esta havia dito que estava triste, pois já tinha 36 anos e estava acabada para Hollywood, que havia se tornado uma piada. Natalie se identificou um pouco com a crise de identidade da atriz. 

    Antes da morte de Marilyn, em 1962, muita coisa aconteceu com Natalie: o estupro sofrido, o acidente de carro com o doidão Dennis Hopper, o casamento com Robert Wagner, a crise no casamento, ela conhecendo Warren Beatty nas filmagens de O CLAMOR DO SEXO (1961), a indicação ao Oscar por AMOR, SUBLIME AMOR (1961), perdendo para Sophia Loren...

    Na sua vida, os momentos de maior emoção lidam com o difícil relacionamento com a mãe e o envolvimento amoroso com Robert Wagner, que foi o homem de sua vida. Wagner é mais conhecido por ter protagonizado a famosa série de televisão CASAL 20. Um dos momentos mais bonitos do filme é quando ele está separado dela e encontra-a grávida de outro homem. Sentimos a dor da saudade nesse momento no olhar dos dois.

    CONCLUSÃO:

    Vários fatores corroboram para a instabilidade emocional de Natalie. Isto dá forças para o suicidio ou acidente provocado por alguma discussão entre os três no dia.

    SEDATIVOS

    "O clima de tensão prevaleceu desde o início do cruzeiro, e ficou claro para mim que Robert Wagner não estava contente em entreter o colega de sua esposa em 'Brainstorm', Christopher Walken, a bordo deste cruzeiro a Ilha Catalina. No decorrer do dia, a tensão ficou maior e eu ofereci a Christopher Walken, Natalie Wood e Robert Wagner uma pílula (Quaalude), que todos nós tomamos", afirma Davern na declaração.

    O capitão também relata uma briga entre Natalie Wood e seu marido e consumo de álcool e drogas, afirmando que fumou maconha com Christopher Walken. Ele admite ter esperado antes de relatar o desaparecimento da atriz à polícia.

    "Mais de duas horas se passaram antes de eu finalmente convencer Robert Wagner a pedir ajuda. Ele não pediu ajuda profissional. Ele entrou em contato por rádio com a ilha e disse 'uma pessoa de nosso barco está desaparecida'. Ele não mencionou o nome de Natalie Wood".

    CONCLUSÃO:

    Havia tensão a ponto de serem sedados. Todos foram sedados, mas só um, provavelmente tinha reais motivos para tanto: Robert Wagner, que discutiu com Walken sobre a participação de Wood no filme. Walken achava que Wood deveria trabalhar mais. Wagner queria preservar seu relacionamento.

    WAGNER VIOLENTO??

    O ator Robert Wagner diz que ficou tão arrasado com o fim de seu primeiro casamento com a atriz Natalie Wood que pensou em se suicidar e ficava sentado com uma arma diante da casa do amante dela, Warren Beatty, decidido a matá-lo. Na autobiografia de Wagner, "Pieces of My Heart," revela detalhes sobre sua carreira e sua vida, incluindo a separação de Wood, a decisão deles de se casarem novamente, dez anos depois, e a morte dela por afogamento em 1981.

    "Eu era muito jovem. Acho que eu não teria chegado a concretizar o ato, mas eu estava muito, muito frustrado e aflito", disse Wagner, de 78 anos, à Reuters em entrevista. Beatty, que conheceu Natalie Wood no set de "Clamor do Sexo" em 1961, era "sedutor, atraente. Ele era o cara", disse Wagner. A família de Robert Wagner se mudou para Los Angeles no final dos anos 1930, e ele passou a frequentar círculos de Hollywood quando ainda era criança. Fred Astaire o buscava na escola, porque Wagner era amigo do enteado do legendário dançarino. Ele carregou os tacos de golfe de Clark Gable e namorou a filha da atriz Gloria Swanson.

    Wagner assinou contrato com a 20th Century Fox. Quando ele tinha 22 anos, conheceu Barbara Stanwyck, então com 45, no set de "Náufragos do Titanic", e eles tiveram um relacionamento discreto que durou quatro anos. Wagner disse que ela foi seu primeiro amor. "A coisa mais importante que ela me deu foi um senso de auto-estima", disse ele. "O fato de ela me ver como me via e dedicar tempo para ficar comigo significou tudo para mim."

    Wagner e Natalie Wood se casaram em 1957. Quando se divorciaram, sua carreira decolou com um papel no sucesso "A Pantera Cor-de-Rosa". Ele passou para a televisão com "O Rei dos Ladrões" e protagonizou os seriados "Switch" e "Casal 20". Durante os anos 1960, tanto ele quanto Natalie Wood se casaram com outras pessoas, mas seu amor nunca deixou de existir, e em 1972 eles se casaram novamente.

    Wagner ficou "totalmente paralisado" em novembro de 1981, quando o corpo de Natalie Wood foi encontrado boiando ao largo da ilha Catalina, no sul da Califórnia. Ele e ela estavam em seu iate com Christopher Walken, com quem ela estava trabalhando no filme "Projeto Brainstorm."

    Especulou-se que Wood teria se afogado tentando fugir da embarcação enquanto os dois homens discutiam sobre a carreira dela. Walken achava que Wood deveria trabalhar mais, e Wagner achava que isso prejudicaria a felicidade doméstica deles. "Ele talvez tivesse razão", disse Wagner. "Mas eu não queria que ela se afastasse de mim."

    Ele disse que acredita que Natalie Wood caiu ao mar acidentalmente. Robert Wagner ainda atua na TV. Ele foi o "Número 2" nos filmes "Austin Powers". Está casado há 18 anos com a atriz Jill St. John.

    CONCLUSÃO:


    Wagner disse abertamente que teria matado por ela. Era ciumento e a queria por perto.  Há claros indícios de crime passional, que foi encoberto, até mesmo pela polícia. Parece teoria conspiratória, mas os fatos não negam: relacionamento conturbado, ciumes, traição culminando com assassinato mal esclarecido. Como no caso da Marilyn, há fortes indícios, mas provavelmente nunca saberemos o que de fato aconteceu.

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    3 comentários:

    1. Que história digna de um filme de suspense. Acho mto provável Wagner ter matado Wood. Se não me engano disseram na época que Walken era amante dela. Bem como Jill St. John ser amante de Robert Wagner. Um grupo mto animado.

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