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    sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

    O QUE É A PORNOCHANCHADA?



    O termo "pornochanchada", fruto das junções das palavras porno com chanchada, serviu para classificar um tipo de filme que começou a ser produzido na passagem para a década de 1970, que, por uma confluência de fatores econômicos e culturais, em especial com a liberação dos costumes, produziu uma nova tendência no campo cinematográfico no questionamento dos costumes e na exploração do erotismo. Produto cultural tipicamente do Brasil, a pornochanchada gozou de muito sucesso comercial no país ao longo da década de 1970, não obstante o baixo custo de suas produções, realizadas principalmente na Boca do Lixo.

    O gênero foi bastante influenciado pelas pelas comédias populares italianas, em especial as de teor erótico, pela releitura da tradição carioca da comédia popular urbana e pelo erotismo insinuante dos filmes paulistas do final da década de 1960. Embora tenha sido um rótulo utilizado indiscriminadamente, seja para obras mal-acabada ou elaboradas, a pornochanchada teve como característica marcante o desenvolvimento de roteiros com ênfase situações eróticas, malícia e piadas e a prioridade na exibição anatômica feminina, uma fórmula cinematográfica que conquistou rapidamente amplas parcelas do mercado brasileiro. Combinando títulos com duplo sentido, as tramas normalmente se serviram de temas como a virgindade, a conquista amorosa e o adultério, entre outros.

    Para muitos de seus críticos, as pornochanchadas eram apelativas, grosseiras e vulgares, e se beneficiou do grande controle à produção cultural e à informação durante a ditadura militar brasileira. Setores mais conservadores e moralistas da sociedade chegaram a organizar campanhas contra a exibição dos filmes e centenas destes receberam cortes dos censores federais. Outros defenderam o fato do gênero ter liderado uma fase mercadológica marcante para cinema brasileiro entre meados da década de 1970.

    O desaparecimento da pornochanchada veio no início da década seguinte, tanto por seu esgotamento temático quanto ao sucumbir pela ascensão da pornografia hardcore, que colocou aos mais ou menos de 15 anos de existência do gênero popular genuinamente brasileiro.

    História

    Início

    Segundo a Enciclopédia do Cinema Brasileiro, a pornochanchada teve seu início com as obras "Os paqueras" (de Reginaldo Faria), "Memórias de um gigolô" (de Alberto Pieralisi) e "Adultério à brasileira" (de Pedro Carlos Rovai), filmes realizados no Rio de Janeiro.

    Entre 1969 e 1972, naquilo que pode ser considerado como a primeira fase de produção do gênero, a pornochanchada contou com a presença de produtores e diretores mais experientes, quando foram produzidas comédias eróticas atentando-se à composição do elenco, à eficiência da direção e à concepção do roteiro (dentre alguns colaboradores, havia autores como Lauro César Muniz e Oduvaldo Viana Filho).

    Ascensão e o auge

    Mas foi em um segundo momento que, a partir da região no bairro da Luz , mais especificamente em um local que se convencionou chamar de Boca do Lixo, o gênero ganhou terreno fértil para crescer e se consolidar. Com o surgimento de novos diretores e uma produção considerável e cada vez mais diversificada de filmes, inclusive com algumas obras cujas qualidades podem ser reconhecidas, a pornochanchada representou uma época de ouro em termos de mercado para o cinema nacional entre os anos de 1972 e 1978.  Dentre as 25 maiores bilheterias entre 1970 e 1975, nove foram filmes de pornochanchada, encabeçados pelo recordista de bilheteria "A Viúva Virgem" (de Pedro Carlos Rovai).

    Nessa fase, dentro da própria pornochanchada afloraram diversos subgêneros, com títulos exploravam o drama, o policial, o terror, o western e até mesmo o experimental, além daqueles que intensificaram seu lado comédia ou erótico. Emergiram a produção de diretores como Carlos Reichenbach, Ody Fraga, Roberto Mauro, Fauzi Mansur, Jean Garret, Cláudio Cunha, Silvio de Abreu, entre outros realizadores, bem como cineastas como os fotógrafos Cláudio Portioli e Antônio Meliande, o montador Eder Mazzini e o roteirista Rajá de Aragão, além das produtoras Servicine (de Alfredo Palácios e A. P. Galante) e Cinedistri (de Osvaldo Massaini).

    Graças a capacidade de manter um público suficientemente amplo para sustentar na bilheteria a continuidade do gênero, a pornochanchada proporcionou uma relação harmoniosa entre produtores, distribuidores e grupos exibidores (muitas destes também estavam associados aos produtores), destoando do que ocorreu em períodos anteriores do cinema brasileiro, salvo a era das chanchadas na década de 1950. Emplacou diversos êxitos comerciais no mercado cinematográfico brasileiro, a despeito das parcelas moralistas da sociedade e críticos da censura, escandalizados com seus modos pouco cortês e padrões de gosto duvidoso. Houve diversos pretextos para o desencadeamento de campanhas ruidosas na sociedade civil e no Congresso Nacional, além da Censura Federal ter vetado cenas de centenas de pornochanchadas.

    Outros incomodados com a pornochanchada foram as grandes distribuidoras estadunidenses, descontentes com as grandes quantidades de títulos nacionais e a bem-sucedida conquista de fatia do mercado interno. Em termos de ocupação de mercado nacional, os filmes brasileiros chegaram a participar com 30% dos ingressos vendidos no país, o que correspondia a algo em torno de 120 milhões de bilhetes.

    Capitaneados pela Boca do Lixo, que foi responsável por cerca de 2/3 dos títulos brasileiros produzidos em média anualmente na década de 1970, a pornochanchada teve a proeza de construir uma espécie de star system brasileiro, modesto mas dinâmico, mesmo sem contar com a força de esquemas publicitários e das redes de televisão, que revelou atrizes como Zaira Bueno, Vera Fischer, Matilde Mastrangi, Helena Ramos, Arlete Moreira, Aldine Muller, entre outras, ou seduziu as já conhecidas Sandra Brea, Kate Lyra e até Ira de Furstenberg. Dentre os atores, o maior nome do gênero foi David Cardoso, que foi também um produtor competente. Outro que se destacou, tanto como ator, quanto diretor foi Carlo Mossy. Todos os filmes que dirigiu foram pornochanchadas.(acumulou outras funções também, como roteirista e produtor.)

    Declínio e fim

    No começo da década de 1980, a pornochanchada já mostrava sinais de esgotamento estético e econômico. Sua decadência como gênero cinematográfico coincidiu com a crise econômica que atingiu o Brasil naquele período, afetando drasticamente na queda de público, fosse para o filme nacional ou o estrangeiro, nas salas de cinema do país.

    Paralelamente, com a tomada pelo cinema hardcore dos Estados Unidos do mercado brasileiro que pertencia às pornochanchadas.Com a competição estrangeira, os produtores brasileiros hesitaram mas aderiram à realização de filmes de sexo explícito, que teve como marco "Coisas eróticas" (de Raffaele Rossi). O sucesso do primeiro pornô nacional, cuja audiência superou a faixa de 4 milhões de espectadores no Brasil, deu fôlego para a realização de novas produções nacionais. Alguns profissionais da Boca do lixo associaram-se à onda hardcore brasileira, embora sob pseudônimos, como Alfredo Sternheim, Álvaro Moya, Antônio Meliande, David Cardoso, Fauzi Mansur, José Mojica Marins, Ody Fraga, entre outros. Já a maioria das atrizes da pornochanchada mais conhecidas pelo público recusou-se a participar dos filmes hardcore, e as poucas que toparam foram “dubladas” nas cenas de sexo explícito.
    Com produção de custo mais baixo e pior qualidade que a pornochanchada, os filmes de sexo explícito dominaram vasta porção do mercado, tendo uma produção considerável para os padrões nacionais , marcando uma última etapa de produção cinematográfica da Boca do Lixo e o fim melancólico da pornochanchada

    10 PORNOCHANCHADAS PARA ASSISTIR E CONHECER ESTE SUB-GÊNERO BRASILEIRO 

    A Viúva Virgem 

    A jovem e virgem viúva Cristina vai morar no Rio de Janeiro, no apartamento do falecido marido. Chegando lá, conhece Constantino, um homem que quer dar o famoso 'golpe do baú'. Mas o fantasma do ex não deixará Constantino em paz.

    O Libertino 

    O comendador Emanuel é um senhor moralista, que dedica sua vida a combater a pornografia. Sua situação econômica não é boa, portanto, ele é obrigado a alugar sua mansão para um colégio de moças que na verdade tem outra função.

    A Super Fêmea 

    Foi o segundo trabalho de Vera Fischer no cinema. Ela é a bela modelo contratada para fazer a campanha de uma pílula contraceptiva para homens. O problema será conquistar a confiança do público alvo, uma vez que todos desconfiam que o tal produto pode causar impotência.

    Ainda Agarro Esta Vizinha 

    O publicista Tatá conhece Tereza, moça chegada do interior. Interessando-se por ela, prevê uma conquista fácil, como as de várias outras vizinhas e pretende explorar a virgindade da moça para obter um casamento proveitoso.

    Noite das taras

    O filme tem como enredo central os marinheiros que desembarcam no porto de Santos e é dividido em 3 episódios independentes. Em “A Carta de Érico” (de John Doo), mostra um marinheiro recém-chegado com uma missão: entregar uma carta em São Paulo para uma mulher misteriosa, infeliz e viciada em drogas, moradora de um aristocrático apartamento. Em “Peixe Fora d'Água” (de David Cardoso), conta sobre uma quadrilha dirigida por uma ninfomaníaca, que faz de tudo – exatamente tudo – para que um marinheiro recém-desembarcado cometa um crime. Em "Julio e o Paraíso" (de Ody Fraga), um grupo de moças hippies que não tem o que comer, vão ser despejadas do cômodo onde moram e resolvem seduzir um marinheiro para conseguir coisas.


    O Bem Dotado, O Homem de Itu 

    Lírio é um caipira ingênuo, nascido em Itu. Por causa das gigantescas proporções de seu pênis, o rapaz foi para a cidade grande, onde se transformou em um "homem-objeto" para mulheres da classe alta.

    A Dama da Lotação 

    Carlos e Solange se amam desde jovens e acabam se casando. Na noite de núpcias, Solange se recusa a fazer amor com ele. Então em um acesso de raiva a estupra. Solange afirma que o adora, mas nos meses que se seguiram ao casamento ela não pode ser tocada por Carlos. Para provar a si mesma que não é frígida, começa uma rotina diária de seduzir homens em coletivos. Carlos entende que ela é infiel, enquanto ela, busca ajuda psiquiátrica pois não sente nenhum remorso.

    As Histórias que Nossas Babás não Contavam 

    Sátira do conto de Branca de Neve, em que os sete anões mostram ao príncipe encantado que tamanho não é documento.

    Mulher Objeto 

    Regina não passa de uma submissa e reprimida ex-secretária que só alcança o prazer através de fetiches que não abandonam sua imaginação. Ela sofre com essa situação incomum, que ameaça o confortável casamento com Hélio e atormentada pela intensidade dos devaneios picantes, não consegue se relacionar sexualmente com o marido.

    Volúpia de mulher 

    Cristina é uma jovem do interior que foi expulsa de casa por perder a virgindade e não querer se casar e vai parar na capital, onde descobre estar grávida. Recebe a ajuda do travesti Lili Marlene e da médica Laura que cuida do bebê dela, que nasceu com problemas de saúde.


    ALGUMS MUSAS IMPORTANTES DA ÉPOCA


    HELENA RAMOS

    Helena teve longa carreira no cinema erótico. Começou como tele moça do Silvio Santos e recebeu seu primeiro convite para fazer filmes aos 19 anos. Fez ‘As Cangaceiras Eróticas’ (1974), de Roberto Mauro, ‘Dezenove Mulheres e Um Homem’ (1977), de David Cardoso e ‘Roberta, a Moderna Gueixa do Sexo’ (1978), de Raffaele Rossi. O último longa foi ‘A Volúpia do Amor’, em 1984, porque, com a queda da ditadura e abertura política, as produções passaram a ter sexo explícito e ela não se sentiu mais à vontade para continuar.

    MATILDE MASTRANGI

    Matilde já declarou que vê as pornochanchadas como uma fase medíocre do cinema brasileiro. Segunda ela, o gênero só floresceu por causa da ditadura e a censura que limitava as obras de arte e comunicação. Análises à parte, exibiu os dotes físicos em ‘Bacalhau’ (1975), de Adriano Stuart, ‘Palácio de Vênus’ (1981), de Ody Fraga e no polêmico ‘Incesto’ (1976), de Fauzi Mansur. Ela é casada com ator Oscar Magrini desde 1990.

    NICOLE PUZZI

    Entre os filmes de maior sucesso da carreira de Nicole estão ‘Ariella’ (1980), de John Herbert, e ‘Convite ao Prazer’ (1980), de Walter Hugo Khoury, que quase chegou à marca de dois milhões de espectadores no cinema. Além deste, também estrelou ‘Escola Penal de Meninas Violentadas’ (1977), ‘Damas do Prazer’ (1978) e ‘Perdida em Sodoma’ (1982). De lá pra cá, atuou em algumas novelas, como ‘Barriga de Aluguel’ (1990) e escreveu dois livros: ‘Parado na Porta do Céu’ e ‘A Boca de São Paulo’, este último sobre a Boca do Lixo. 

    LUCÉLIA SANTOS

    A eterna escrava Isaura estrelou diversas novelas e séries na televisão e também deu seu pulinho nas comédias eróticas. Entre os filmes que participou, se destacam ‘Já Não Se Faz Amor Como Antigamente’ (1976), com direção de Anselmo Duarte, Adriano Stuart e John Herbert, ‘Álbum de Família’ (1981) e ‘Bonitinha, mas Ordinária’ (1981), ambos de Braz Chediak

    SONIA BRAGA

    Um dos maiores símbolos sexuais do Brasil, Sônia tem longa carreira no cinema e televisão. Participou de importantes produções como ‘O Bandido da Luz Vermelha’ (1968), de Rogério Sganzerla e ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’ (1976), de Bruno Barreto, que detém o título de 2º filme brasileiro de maior público, com quase 11 milhões de espectadores. Além desses, estrelou ‘A Dama do Lotação’ (1978), de Neville de Almeida, baseado na obra de Nelson Rodrigues, ‘O Beijo da Mulher-Aranha’ (1985), de Hector Babenco e ‘Gabriela, Cravo e Canela’ (1983), de Barreto e ‘Tieta do Agreste’ (1996), de Cacá Diegues – os dois últimos baseados nos livros de Jorge Amado.

    AUDINE MULLER

    Aldine permanece em atividade cênica até hoje. De 2010 a Março deste ano, esteve em cartaz com a peça ‘Virgem aos 40.com’, no teatro Zanoni Ferrite. Trabalhou em várias emissoras, nas novelas ‘Rainha da Sucata’ (1990), ‘Sassaricando’ (1987) ‘A Escrava Isaura’ (2004), e também na ‘Escolhinha do Professor Raimundo’. Mas, sua carreira começou nas comédias eróticas da década de 70. Filmes como ‘As Meninas Querem... Os Coroas Podem’ (1976), de Oswaldo de Oliveira, ‘Bem Dotado, O Homem de Itu’ (1978), de José Miziara e ‘Bacanal’ (1981), de Antônio Meliande, tiveram boa receptividade com o público.

    ZILDA MAYO

    A gaúcha, além de atriz, é bailarina. Entre seus filmes de maior sucesso estão ‘A Ilha dos Desejos’ (1975), de Jean Garret e ‘Coisas Eróticas’ (1982), de Raffaele Rossi e L. Callachio, este último com quase 5 milhões de espectadores nas salas de cinema. Foi capa da Playboy de 1983.

    SELMA EGREI

    A atriz estudou na Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e lá, o preconceito contra fazer televisão era grande. Preferia o cinema ou o teatro. Fez filmes como ‘Emanuelle Tropical’ (1977), de J. Marreco e ‘Nos Embalos de Ipanema’ (1978), de Antonio Calmon. Recentemente esteve nas novelas ‘A Favorita’ (2008) e ‘O Astro’ (2011). Em entrevista recente, ela renega essa fase de sua carreira, afirmando que os artistas eram mal pagos e que não havia espaço para elaborar melhor o trabalho. Ela diz que a Boca do lixo não teve importância alguma para a cultura brasileira.


    ANGELINA MUNIZ

    Símbolo sexual dos anos 80, Angelina teve uma breve carreira no cinema, mas participou de comédias eróticas notáveis, como ‘O Inseto do Amor’ (1978), de Fauzi Mansur, ‘O Sol dos Amantes’ (1979), de Geraldo Santos Pereira e ‘Amante Latino’ (1979), de Pedro Carlos Rovai. Posou nua três vezes para a Playboy e hoje pode ser vista na televisão em séries e novelas.

    ZAIRA BUENO

    A gaúcha, além de atriz, é bailarina. Entre seus filmes de maior sucesso estão ‘A Ilha dos Desejos’ (1975), de Jean Garret e ‘Coisas Eróticas’ (1982), de Raffaele Rossi e L. Callachio, este último com quase 5 milhões de espectadores nas salas de cinema. Foi capa da Playboy de 1983.

    SANDRA BREA

    A atriz participou ativamente de filmes pornográficos no final da década de 70. Estrelou ‘Cassy Jones, O Magnífico Sedutor’ (1972), de Luiz Sérgio Person, ‘O Prisioneiro do Sexo’ (1978), de Walter Hugo Khoury, ‘Herança dos Devassos’ (1979), de Alfredo Sternheim. Durante os anos 80, Sandra esteve em algumas novelas, mas afastou-se da televisão depois de ‘Felicidade’ (1992). No ano seguinte, declarou publicamente ser portadora do vírus HIV. Passou por diversas cirurgias, como retirada do ovário e útero e faleceu em 4 de Maio de 2000 por causa de um câncer no pulmão.

    ADELE FÁTIMA

    De uma família abastada do bairro da Urca no Rio de Janeiro, a mulata era garota propaganda do Clube de Futebol Bangu e Tintas Ypiranga. Estrelou filmes de sucesso de público, como ‘As Massagistas Profissionais’ (1976) e ‘Manicures a Domicílio’ (1978), ambos de Carlos Mossy e ‘Histórias Que Nossas Babás Não Contavam’ (1979), de Anibal Massaini, no qual interpretava o papel da Branca de Neve, cercada por anões tarados.

    ROSSANA GHESSA

    Rossana é nascida na Itália mas fez carreira aqui no Brasil , ela começou a sua cerreira como produtora a partir da década de 1980.Ela começou sua carreira como garota-propaganda, fez várias fotonovelas e durante um ano foi modelo profissional da agência McCan Ericsson logo após ter ganho o concurso de Miss Objetiva. Estreou no cinema em 1966 com o filme “Paraíba, Vida e Morte de um Bandido”. Com uma carreira que inclui mais de quarenta filmes, ela foi uma das musas das pornochanchadas nacionais na década de 1970.

    VERA FISHER

    Conhecida do horário nobre por seus últimos trabalhos nas novelas ‘Salve Jorge’ (2012) e ‘Caminho das Índias’ (2009), além da polêmica ‘Mandala’ de 1987, Vera Fischer iniciou sua carreira no cinema, com os filmes ‘Sinal Vermelho – As Fêmeas’ (1972), dirigido por Fauzi Mansur e ‘A Super Fêmea’ (1973), de Anibal Massaini, com público acima de 1 milhão em cada produção. Além de outras produções, ela esteve em ‘Amor Estranho Amor’, de 1982, direção de Walter Hugo Khoury.

    SANDRA BARSOTTI

    A carioca ganhou projeção nacional ao participar do filme ‘Quando as Mulheres Paqueram’ (1972), de Victor di Mello. Em ‘A Noite dos Duros’ (1978), de Adriano Stuart, atuou ao lado de Antônio Fagundes e Marco Nanini. Outras produções que estrelou são: ‘Um Varão Entre as Mulheres’ (1974), de di Mello, ‘Os Maníacos Eróticos’ (1975), de Alberto Salva e ‘Ouro Sangrento’ (1977), de César Ladeira Filho. Posteriormente fez novelas de destaque, como ‘Roque Santeiro’ (1975), ‘O Casarão’ (1976), sendo seu último trabalho na televisão até agora ‘Morde e Assopra’ (2011).




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