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    OBRAS PRIMAS DO TERROR 3 - PELA VERSÁTIL

    MAIS UMA VEZ...

    Mais uma vez, a Versátil aposta no cinema de gênero, neste que já é o terceiro volume das Obras Primas do terror (encontre os outros aqui: http://www.dvdversatil.com.br/).

    Mais uma vez com um filme de Mario Bava (que parece ser a intenção lançar toda sua filmografia) e grande obras do cinema de horror dos mais variados e conceituados diretores.

    Mais uma vez a Versátil resgata um clássico raro, inédito e pouco visto (Os meninos).

    Mais uma vez Fernando Brito acerta em todas as escolhas.

    Mais uma vez os filmes são lançados num belíssimo digistack, com cards colecionáveis...

    Mais uma vez me repito nestes primeiros comentários, afinal é redundante dizer como todo material tem sido perfeito e que vale a pena pagar cada centavo.

    E antes que alguém pergunte, sou cinéfilo, colecionador e não trabalho para a Versátil.

    E atenção, nos nomes dos diretores abaixo estão links de suas respectivas filmografias, para conhecerem mais de suas obras.

    Enfim...vamos aos filmes.

    “Banho de sangue”

    (“A Bay of Blood/Reazione a Catena”, 1971, 84 min.)

    De Mario Bava. Com Claudine Auger, Claudio Volonté e Laura Betti.
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    Cabana, corpos nús, corpos mortos. Fãs da série Sexta feira 13 tem aqui sua obra precursora. Seja chamada de "Mansão da morte", "O Sexo na Sua Forma Mais Violenta ", ou simplesmente "Banho de sangue."
    Com este filme, Bava cria o slasher, tão famoso nos anos 80. Lógico que a direção de Sean S. Cunningham não se compara a Bava, mas é impressionante como ele copia tudo. Tudo mesmo, até algumas mortes são idênticas.
    E a sinopse?  O filme é sobre  assassinatos que acontecem numa paradisíaca baía, começando pela condessa Donati, a proprietária do local. Jovens adolescentes com os hormônios em ebulição, moradores das redondezas e herdeiros daquela propriedade - todos parecem tornar-se vítimas de um assassino misterioso, embora a cada momento do filme mais de uma pessoa tenha motivos para matar seus semelhantes.

    “A inocente face do terror”

    (“The Other”, 1972, 100 min.)

    De  Robert Mulligan. Com Uta Hagen, Diana Muldaur, Chris e Martin Udvarnoky.


    Algumas histórias do cinema, só mesmo para saber o que se passava na época, para entender um fracasso de algum ótimo filme. Este "Inocente face do terror" é o caso. Grande filme que é, um dos melhores do sub-gênero "criança problema", dirigido pelo ótimo Mulligan, caiu em esquecimento, mas é prontamente resgatado pela Versátil.
    O título nacional exagerado e apelativo tem parte de culpa nesse fracasso além de outro fator que contribuiu com certeza foi o lançamento no mesmo ano que o mega sucesso “O Exorcista“, e acabou não conseguindo o público merecido. É um filme que não frequenta nem mesmo as tevês por assinatura.
    A história é a seguinte:  Numa comunidade rural americana, nos anos 30, as brincadeiras de dois irmãos gêmeos tornam-se cada vez mais perigosas, chegando a ameaçar a vida dos parentes e vizinhos.

    “Os meninos”

    (“¿Quién puede matar a un niño?”, 1976, 106 min.)

    De Narciso Ibañez Serrador.  Com Lewis Fiander e Prunella Ransome.


    Um casal inglês chega de férias a uma ilha turística e o que era para ser um passeio de descanso acaba se transformando em algo bizarro: todos os adultos da cidade sumiram e as crianças apresentam um comportamento estranho e perigoso!

    Segundo filme da caixa que envolve crianças-problema. E mais uma obra prima do sub-gênero. O título do filme, que pode ser traduzido como “Quem pode matar uma criança?” é a grande arma dos pequenos assassinos. Seus rostos angelicais são a defesa de qualquer tentativa de reação dos adultos. Genial e perturbador. O filme teve uma refilmagem em 2012 chamada "Come out and play", que é interessante para quem assisti a ela primeiro. Mas perde totalmente ser valor quando comparada ao clássico de Serrador.

    “Carnaval de almas” 

    (“Carnival of Souls”, 1962, 83 min.)

    De  Herk Harvey Com Candace Hilligoss, Frances Feist e Sidney Berger.
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    Interessante como alguns diretores conseguem um feito: fazer um único filme, e ele se tornar cult. Também conhecido como "Parque macabro", o filme possui três versões diferentes: de 78 min, 91 min e 84 min (a versão do box).

    O filme conta a história de três amigas apostam corrida num carro, que após bater na murada de uma ponte submerge na água turbulenta e lamacenta do rio. Mary Henry, sai da água e não consegue explicar nada do que aconteceu. Atormentada pela visões macabras de um homem que não sabe quem é e por que ele a persegue.Consegue emprego como organista em uma igreja mas o que viria depois,embora tudo parecesse não passar de um pesadelo causado pelo choque do passado, fatos aterradores e o verdadeiro pesadelo estaria só para começar.

    “A Farsa trágica”

     (“The Comedy of Terrors”, 1963, 83 min.)

    De   Jacques Tourneur. Com Vincent Price, Peter Lorre, Boris Karloff e Basil Rathbone.


    Dirigido por um mestre, com atores lendários e o roteiro de outro mestre, Richard Matheson. A sinopse é a seguinte: Por volta de 1890, uma agência funerária de New England passa por graves dificuldades financeiras com poucos clientes. Seus proprietários são Waldo Trumbull (Vincent Price), e seu sogro, Amos Hinchley (Boris Karloff), um velho decrépito, meio surdo e dorminhoco. Trumbull é casado com a bela Amaryllis (Joyce Jameson), uma esposa negligenciada pelo marido alcoólatra e que vive quebrando os copos da casa com seus gritos agudos de frustração, pois seu sonho era ser cantora de ópera e constantemente ela está exercitando sua arte pela casa. O ex-presidiário fugitivo e desengonçado Felix Gillie (Peter Lorre) é o assistente de Trumbull e está apaixonado pela desprezada Amaryllis. Trumbull tenta também frequentemente matar seu sogro e sócio através da ingestão de um veneno, o qual o velho esclerosado pensa ser apenas um simples remédio.

    “Magia negra” 

    (“Magic”, 1978, 107 min.)

    De Richard Attenborough. Com Anthony Hopkins, Ann-Margret e Burgess Meredith

    A trama história é focada em Corky (Anthony Hopkins), um mágico decadente que se torna um ventríloquo de sucesso, conseguindo contrato com canais de TV como a NBC. Depois de obter o sucesso desejado ele parte em busca do amor dele, Peggy (Ann-Margret), uma mulher de meia idade casada e que trabalha em um hotel perto de um lago. Corky decide fazer uma visita surpresa junto com seu companheiro de colo Fats. Peggy recebe Corky como um hospede qualquer e logo os dois vão se aproximando.

    Ventríloquo é um tema certeiro no cinema. Ótimos filmes foram feitos. Este aque, Anthony Hopkins demonstra toda sua força como ator, num brilhante papel.

    Curiosamente, o diretor fez este filme como ponte financeira para seu próximo, que iria consagrá-lo (Gandhi)

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    Marcus V.R.Pacheco
    Cinéfilo, colecionador, escritor,cineasta e ocupado vendo filme


    DADOS TÉCNICOS DOS DISCOS


    OBRAS PRIMAS DO TERROR 3


    DISCO 1: 

    “Banho de Sangue” (“A Bay of Blood/Reazione a Catena”, 1971, 84 min.)
    “A Inocente Face do Terror” (“The Other”, 1972, 100 min.)


    DISCO 2:

    “Os Meninos” (“¿Quién puede matar a un niño?”, 1976, 106 min.)

    “Carnaval de Almas” (“Carnival of Souls”, 1962, 83 min.)

    DISCO 3:

     “Farsa Trágica” (“The Comedy of Terrors”, 1963, 83 min.)
    “Magia Negra” (“Magic”, 1978, 107 min.)


    EXTRAS:

    Documentário sobre “Banho de Sangue” (25 min.)
    Depoimento de Joe Dante sobre “Banho de Sangue” (12 min.)
    Trailers americanos de “Banho de Sangue” (6 min.)
    Depoimento de Narciso Ibañez Serrador (9 min.)
    Trailers dos outros filmes (11 min.)
    Depoimento de Richard Matheson sobre “Farsa Trágica” (10 min.)
    Especial sobre Jacques Tourneur (16 min.)
    Entrevista de Anthony Hopkins (6 min.)



    Todos em aspecto de tela Formato de tela: Widescreen Anamórfico 1.85:1, Fullscreen 1.33:1 , com trilhas de áudio em espnhol e inglês (ambas Dolby Digital 2.0) e legendas em português.

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