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    RICOS, BONITOS E INFIÉIS (2001) - FRACASSO NA BILHETERIA !!!



    FICHA TÉCNICA

    Gênero: Comédia
    Direção: Peter Chelsom
    Roteiro: Buck Henry, Michael Laughlin
    Elenco: Andie MacDowell, Charlton Heston, Diane Keaton, Garry Shandling, Goldie Hawn, Jenna Elfman, Josh Hartnett, Nastassja Kinski, Tricia Vessey, Warren Beatty
    Produção: Andrew S. Karsch, Fred Roos, Simon Fieldss
    Fotografia: William A. Fraker
    Trilha Sonora: Rolfe Kent
    Duração: 104 min.

    SINOPSE

    Uma comédia romântica sobre o amor, a amizade e os problemas do casamento. Porter Stoddard (Beatty) é um renomado arquiteto em Nova York que está passando por uma crise de meia-idade. Ele tenta investir no seu longo casamento com Ellie (Diane Keaton), mas as situações parecem não ajudar e ele acaba se afastando ainda mais da esposa. Sem muita esperança, ele e um velho amigo recém-divorciado partem atrás de novas experiências, outras mulheres e algo que dê sentido às suas vidas. Os dois passam por cômicas aventuras que, no final, ajudam a resgatar os relacionamentos que pareciam perdidos.

    DEU RUIM

    Desta vez, por incrível que pareça, foi a carreira do ator que acabou e não do diretor. Warren Beatty, o consagrado ator não fez mas nada...literalmente. O diretor, fez filmes medianos antes e depois, e com bons resultados inclusive.
    Os números são estes: O filme custou 90 milhões, valor elevadíssimo para uma cómédia. Rendeu 6.7 milhões nos EUA, e 3.6 milhões de bilheteria mundial.
    Fracasso total

    ANÁLISE

    Dois casais de meia-idade e de situação financeira mais do que tranqüila conversam alegremente durante um jantar. Teoricamente, a vida não poderia ser melhor para Porter (Warren Beatty), sua esposa Ellie (Diane Keaton) e seus melhores amigos Griffin (Garry Shandling) e Mona (Goldie Hawn). Teoricamente... 

    Rapidamente, porém, tudo parece desmoronar quando Mona descobre que Griffin tem uma amante e culpa Porter por não tê-la prevenido de nada. Ao mesmo tempo, Porter envolve-se com a bela violoncelista Alex (Nasttasja Kinski). Está armado o cenário para uma comédia leve sobre as crises existenciais da maturidade. Uma espécie de subproduto de Woody Allen, emoldurado por belas locações da cidade de Nova York.

    Tudo é muito fino, elegante e requintado, mas o filme não consegue provocar nada além de sorrisos tímidos. Há personagens que se perdem durante a história e nem sempre as várias subtramas se completam de maneira satisfatória. Há situações que se perdem pelo caminho, como por exemplo a do milionário violento vivido por Charlton Heston e sua filha ninfomaníaca (Andie McDowell). O elenco – ótimo – não é suficiente para segurar por si só o interesse da ação e, no final do filme, fica a impressão que ele é bem mais longo que os seus 104 minutos. 

    Esperava-se mais do roteiro do veterano Buck Henry, um dos criadores do seriado de TV Agente 86 e autor de filmes de sucesso como Ardil 22 e A Primeira Noite de um homem.




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