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    JOSEPH MANKIEWICZ (11/02/1909 - 05/02/1993) -BIOGRAFIA


    "A única diferença entre um filme e a vida real, é que o filme tem que fazer sentido!"
    Joseph L. Mankiewicz

    Joseph Leo Mankiewicz (Wilker-Barre, Pensilvânia, 11 de fevereiro de 1909 — Bedford, Nova Iorque, 5 de fevereiro de 1993), foi um cineasta estadunidense.

    Na minha cabeça, cinema está sempre relacionado com palavra. Imagem = roteiro. E, contrariado o dito popular, um bom roteiro na minha lógica sempre me disse mais do que uma imagem, se é que me entendem. Daí o fato de admirar muito os diretores que escrevem suas próprias histórias. Billy Wilder, John Huston, Woody Allen, Glauber Rocha são alguns deles. Joseph L. Mankiewicz também.

    Filho de professores acadêmicos, desde cedo Joseph L. Mankiewicz teve sua vida relacionada com a escrita e o teatro. Mas para desespero dos pais, seguindo a carreira do irmão mais velho, Herman, foi sair lá em Hollywood e deu no que deu. Herman Mankiewicz entraria para história como o co-roteirista do clássico Cidadão Kane – dizem as más línguas também que as melhores ideias era dele e não de Orson Welles – Joseph como diretor e roteiristas de pérolas como A malvada (1950), A condessa descalça (1954) e Jogo mortal (1972), uma delícia de engenharia narrativa.

    Mais um roteirista sofisticado e mordaz do que hábil manipulador da
    técnica cinematográfica, para o crítico francês Michel Ciment, que o entrevistou algumas vezes, Joseph L. Mankiewicz era o mais inteligente dos diretores. Para mim, o mais preciso no que diz respeito à sordidez humana e, seus personagens – os mais cínicos, claro – uma espécie de alter ego de seu jeito de ser na vida real. Ou seja, franco nas opiniões, cortante no raciocínio e brilhantes nas tiradas.

    “Eu escreverei minhas memórias depois de minha morte”, disse certa vez, tirando sarro sobre a vaidade.
    Joseph L. Mankiewicz



    "Marilyn era uma mulher assustada, mas apesar de seu medo, transmitia uma estranha empressão nas fotografias... na verdade a câmera à adorava"
    Joseph L. Mankiewicz

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