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    sábado, 24 de janeiro de 2015

    ERA UMA VEZ NO OESTE (1968) - ANÁLISE CRÍTICA



    FICHA TÉCNICA

    Gênero: Faroeste
    Direção: Sergio Leone
    Roteiro: Sergio Donati, Sergio Leone
    Elenco: Charles Bronson, Claudia Cardinale, Dino Mele, Enzio Santianello, Frank Wolff, Gabriele Ferzetti, Henry Fonda, Jack Elam, Jason Robards, Keenan Wynn, Lionel Stander, Marco Zuanelli, Paolo Stoppa, Woody Strode
    Produção: Fulvio Morsella
    Fotografia: Tonino Delli Colli
    Trilha Sonora: Ennio Morricone
    Duração: 165 min.

    SINOPSE

    Nos idos de 1870, em um povoado do Oeste americano, Brett McBain e seus filhos são mortos impiedosamente pelo bando do perverso Frank, pouco antes da chegada de Jill, uma prostituta com quem Brett se casara em New Orleans. Frank deixa indícios de que seu meio irmão Cheyenne é o autor da chacina, ao mesmo tempo que tenta obrigar a viúva a leiloar a sua propriedade recém-herdada. Mas, Harmonica, um misterioso e impassível pistoleiro que viera à localidade no encalço de Frank, para vingar a morte de seu irmão, consegue capturar Cheyenne. Ele arremata as terras em leilão, com o dinheiro da recompensa, e as devolve à viúva. Entretanto, ela também é ameaçada pelo inescrupuloso Morton, representante dos interesses de uma ferrovia. Todo este complicado roteiro converge para o inevitável duelo entre Frank e Harmônica.

    EU E O FILME

    Porque adoro o filme? Mas fácil outra pergunta: Quem não gosta? Ou..Quem não acha um dos 3 melhores faroestes do cinema. Então...Para mim , o maior western já feito, pela complexidade, pelos atores, pela direção, pela música, por tudo...Ainda que "3 homens em conflito" também entre na minha mesma lista, e eu "curta " mais revê-lo, "Era uma vez no Oeste" é um filme mais completo talvez. Desde que assisti o filme, ele entrou no meu TOP TEN, e assim permaneceu. Assisto uma vez por ano pelo menos, fora alguns anos que assisti umas 3, o dá em torno de 40 vezes assistidas. É o melhor faroeste do cinema. E sou fanático pelo filme.

    O FILME


    Após o enorme sucesso alcançado por sua Trilogia dos Dólares, Hollywood passou a se interessar por Sergio Leone pois o diretor italiano significava lucro certo e lucro sempre foi o objetivo maior dos estúdios. Em 1964 Leone havia filmado “Por um Punhado de Dólares” com apenas 200 mil dólares, 15 mil deles para pagar o ator principal Clint Eastwood. Em 1968 a United Artists informou a Leone que ele poderia dirigir Kirk Douglas, Charlton Heston ou Gregory Peck em um novo faroeste nos moldes da Trilogia dos Dólares, dando, no entanto, pouca liberdade ao diretor. A Paramount foi quem ganhou a briga para financiar o novo western de Leone uma vez que ofereceu ao diretor italiano o que ele mais queria que era liberdade para conceber o novo filme. Além disso a Paramount colocou à disposição de Leone um orçamento ainda maior que sua volumosa barriga: três milhões de dólares.

    Com aquele punhado de dólares Leone poderia afinal contratar Henry Fonda, o ator a quem mais admirava e com quem sonhara para interpretar o estranho sem nome de seu primeiro western. E para o novo filme de Leone, em 1968, Fonda receberia os mesmo 250 mil dólares que havia pedido em 1964, mesmo sem saber que tipo de filme seria aquele. Eli Wallach disse a Henry Fonda para ele aceitar de qualquer forma pois não se arrependeria de trabalhar com Leone. A opinião de Wallach era valiosa já que ele já havia sido dirigido por alguns dos melhores diretores norte-americanos como John Huston, Don Siegel, Elia Kazan, Henry Hathaway, William Wyler, Martin Ritt, John Sturges e Richard Brooks. Era um fato conhecido que Sergio Leone pretendia mesmo era filmar uma nova versão de “E o Vento Levou”, mas a Paramount avisou que só liberaria o financiamento prometido para um faroeste e, se possível parecido com aqueles três estrelados por Clint Eastwood. Leone teve que se dobrar e criar uma história para o novo faroeste. Para isso contou com a ajuda dos amigos Bernardo Bertolucci e Dario Argento e com a história debaixo do braço Leone passou a pensar nos atores que iria contratar para contracenar com Henry Fonda. O título do filme seria “C’Era Una Volta Il West” (Once Upon a Time in the West, em Inglês).


    O extravagante Leone sonhava alto e para este filme queria novamente Clint Eastwood interpretando um personagem sem nome mas desta vez apelidado de ‘Harmônica’. Clint Eastwood recusou a primeira investida de Sergio Leone que foi então atrás de James Coburn que igualmente recusou a oferta. Leone acabou contratando Charles Bronson, ator fadado a ser eterno coadjuvante nos Estados Unidos e que havia se tornado famoso na Europa depois de atuar em “Adeus, Amigo”, roubando o filme do ator principal Alain Delon. Outro ator norte-americano contratado por Leone foi Jason Robards, com notável carreira na Broadway, mas que no cinema ainda não conseguira empolgar (anos depois Robards ganharia dois prêmios Oscar como coadjuvante). O importante papel feminino de “C’Era Una Volta Il West” ficou com Claudia Cardinalle que naquele momento, entre as atrizes italianas, só perdia em prestígio para Sophia Loren. E La Cardinalle, que encantara os fãs de faroestes em “Os Profissionais”, nem italiana era pois nascera na Tunísia. Com a dinheirama da Paramount, Leone continuou contratando outros caros atores norte-americanos.

    O novo faroeste de Sergio Leone teria uma cena marcante em seu início, envolvendo Harmônica e três bandidos.

    A participação desses atores seria pequena e o delirante Leone imaginou como ficaria espetacular aquele início se os três bandidos que morrem na estação fossem interpretados por Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach. Convidado pela segunda vez, Clint Eastwood foi curto e grosso em sua resposta a Leone: “Sergio, no more Italian westerns” (Sergio, chega de faroestes italianos). Com isso Leone resolveu esquecer de Van Cleef e Wallach. Os três bandidos mortos no início de “C’Era Una Volta Il West” acabaram sendo os norte-americanos Jack Elam e Woody Strode e o canadense Al Mulock. A esposa de Woody Strode, uma princesa havaiana chamada Luukialuana participa rapidamente da sequência inicial como uma índia. Outros três atores norte-americanos foram ainda contratados: Lionel Stander, que ficara doze anos sem filmar (1951-1963) por ter sido colocado na lista negra de Hollywood; Frank Wolff, que fora para a Itália participar do filme “O Bandido Giuliano” em 1962 e permanecera na Itália; e Keenan Wynn, que herdaria o papel de xerife de Flagstone quando Robert Ryan não pode aceitar por estar filmando no México, sob as ordens de Sam Peckinpah, um western intitulado “The Wild Bunch” (Meu Ódio Será Sua Herança). O restante do elenco de coadjuvantes Sergio Leone completaria ‘em casa’, com atores conhecidos de muitos westerns spaghettis e ainda Gabrielle Ferzetti, respeitado ator italiano de cinema e teatro.

    Depois de pronto o roteiro, para o qual Leone contou com a colaboração de Sergio Donati, tinha um total de 420 páginas, das quais 14 delas eram somente de os diálogos, o que indicava que o diretor de fotografia teria muito trabalho. Leone trabalhara com o cinegrafista Tonino Delli Colli em “Três Homens em Conflito” e sabia que o experiente profissional realizaria um ótimo trabalho, especialmente depois de ouvir as peças musicais que Leone encomendara a Ennio Morricone. “C’Era Una Volta Il West” seria filmado em Almería (na Espanha), em Cinecittà (em Roma) e em Utah, no Monument Valley, local preferido do Mestre John Ford. A cidade de Flagstone, em Almería, custou 250 mil dólares para ser edificada sob supervisão do designer Carlo Simi. Dezenas de extras foram contratados recebendo cada um 14 dólares por dia de trabalho. As filmagens tiveram início em abril de 1968, em Cinecittà, onde foram filmadas as cenas interiores. A equipe rumou em seguida para Almería onde foram rodadas as sequências que abrem o filme. Dessas sequências participam Bronson, Strode, Elam e Al Mulock, este último o bandido louro com o ar ensandecido.

    Al Mulock (Alfred Mulock Rogers) tinha uma fisionomia marcante e havia atuado em diversos westerns spaghettis, um deles “Três Homens em Conflito” no qual interpreta o confederado maneta. Num dia após ter feito suas cenas, Al Mulock  atirou-se de uma janela do hotel onde atores e técnicos estavam hospedados, em Guadíx, cidade situada a 78 km de Almería. Claudio Mancini, gerente de produção (e também ator) e Mickey Knox conversavam em um balcão, um andar abaixo e viram o corpo de Al Mulock se estatelar no solo. Mancini e Claudio tentaram socorrer Mulock que estava vestido com os trajes que a produção lhe preparara levando-o no carro de Knox para um hospital. Apareceu então Sergio Leone gritando nervosamente: “Peguem a roupa, peguem a roupa. Vamos precisar dela!” Mulock, que era viciado em drogas, não sobreviveu à queda e provavelmente se jogou desesperado por não ter encontrado drogas para comprar em Guadíx. Mulock, que tinha 41 anos de idade, havia perdido a esposa vítima de câncer um ano antes.

    Ao chegar em Almería, a produção de “C’Era Una Volta Il West” encontrou uma enorme quantidade de madeira ali deixada desde o filme “Falstaff - O Toque da Meia-Noite”, dirigido por Orson Welles na Espanha em 1965. Essas madeiras foram aproveitadas para fazer a plataforma em que Harmônica se defronta com os três capangas de Frank e também para construir a cabana do rancho de Brett McBain. Leone filmou algumas sequências no Monument Valley, entre elas a tortura de Harmônica e seu irmão mais velho. As locações nos Estados unidos implicaram numa demora maior e em mais gastos da produção. Para dar maior autenticidade à cena em que Cheyenne e seus homens entram no posto da estação de diligência em Sweetwater, Leone exigiu que fossem trazidas porções de terra vermelha de Monument Valley. A poeira pode ser vista quando a porta é aberta e os homens entram, cena que foi rodada em Cinecittà. Em Almería, o local onde ainda permanece o local da casa de Brett McBain, é chamado de ‘Rancho Leone’ e é aberto à visitação pública. As filmagens de “C’Era Una Volta Il West” se encerraram no final de julho de 1968, totalizando 110 dias de filmagens e especula-se que o custo final da obra de Leone tenha atingido os cinco milhões de dólares.


    Fracasso nos Estados Unidos - O lançamento de “C’Era Una Volta Il West” na Itália ocorreu no dia 21 de dezembro de 1968 e a duração do filme era de 171 minutos. “C’Era Una Volta Il West” recebeu dublagem em Italiano, Inglês, Francês, Espanhol e Alemão e fez sucesso na Europa, especialmente na França, onde foi excepcionalmente bem recebido. O western de Leone chegou às telas norte-americanas somente em maio de 1969 e com a metragem de 144 minutos. Com críticas bastante divididas, “Once Upon a Time in the West” fracassou nos Estados Unidos, onde arrecadou apenas um milhão de dólares. “A Marca da Forca”, primeiro faroeste norte-americano de Clint Eastwood que havia custado um milhão e oitocentos mil dólares foi lançado simultaneamente ao filme de Leone e rendeu sete milhões de dólares.

    Entre as cenas excluídas da versão exibida nos Estados Unidos estão a agressão sofrida por Harmônica na lavanderia chinesa, bem como o interrogatório que o xerife faz com Harmônica. Não se vê ainda a cena de Frank (Henry Fonda) se barbeando antes de enfrentar Harmônica. Com essa cena Leone queria lembrar “Paixão dos Fortes”, em que Fonda (Wyatt Earp) também se barbeia antes de enfrentar os Clantons. O que não falta em “Era Uma Vez no Oeste” são referências em forma de homenagem a westerns norte-americanos. A mais óbvia referência é a cena inicial que lembra o começo de “Matar ou Morrer”, mas especialistas na obra de Leone citam referências diretas ou indiretas (nomes, lugares e cenas) a mais de 30 faroestes norte-americanos. Entre eles “O Cavalo de Ferro”, “A Conquista do Oeste”, “Os Brutos Também Amam”, “Rastros de Ódio”, “Galante e Sanguinário”, “Johnny Guitar”, “O Homem que Luta Só”, “Minha Vontade é Lei”, “O Último Pôr-do-Sol”, “Da Terra Nascem os Homens”, “Um Pecado em Cada Alma”, “Armado Até os dentes”, “Paixão dos Fortes” e “Conspiração do Silêncio”. Mesmo a famosa sequência do enforcamento do irmão de Harmônica copiou cena idêntica do euro-western “Yankee” (1966), de Tinto Brass.


    “Era Uma Vez no Oeste” foi lançado na maior parte do mundo, inclusive no Brasil, com uma versão de 161 minutos. Foi, no entanto, relançado nos Estados Unidos em 1984 com a versão original de 171 minutos. Tendo seu título sido traduzido literalmente na maior parte dos países em que foi exibido, “Era Uma Vez no Oeste” recebeu na Alemanha o título “Toque para Mim a Canção da Morte”; na Espanha chamou-se “Afinal Chegou a Sua Hora”; e na Suécia “Harmônica, o Vingador”.  Sergio Leone, que hoje é considerado um dos maiores diretores de todos os tempos, era bastante meticuloso, mas mesmo assim cometia alguns erros, como quando Simonetta Santaniello (Maureen) canta a canção tradicional irlandesa “Danny Boy”. 

    Essa canção só receberia letra em 1910, décadas depois do tempo em que a história de “Era Uma Vez no Oeste” se desenrola. Sergio Leone pretendia filmar uma trilogia sobre a América e a iniciou com “Era Uma Vez no Oeste”, prosseguindo com “Quando Explode a Vingança”, fechando a trilogia com “Era Uma Vez na América”. Tanto o primeiro como o último filme dessa trilogia são considerados obras-primas do cinema mundial e lamenta-se muito que Leone tenha falecido aos 60 anos de idade sem ter realizado outros filmes. “Era Uma Vez na América” custou 30 milhões de dólares e rendeu apenas cinco milhões e esse fracasso comercial selou a sorte de Sergio Leone como diretor, uma vez que seus projetos eram sempre grandiosos, não apenas no aspecto financeiro, mas e principalmente no artístico, como se vê ao assistir “Era Uma Vez no Oeste”.


    SOBRE A TRILHA

    Em 1968 Ennio Morricone já havia criado admiráveis e inovadoras trilhas sonoras para westerns spaghettis. Nenhuma delas, porém, atingiu a perfeição das peças musicais composta para “Era Uma Vez no Oeste”, especialmente o tema principal que tem o mesmo título do filme. Outros temas de “Era Uma Vez no Oeste” tornaram-se clássicos como “Man With Harmonica”, “Farewell to Cheyenne” e “As a Judgement”, respectivamente compostos para os personagens Harmonica, Cheyenne e Frank. A alegre canção “Bad Orchestra” mostra uma indisfarçada influência de Henry Mancini, outro grande maestro compositor que fez trilhas imortais para o cinema. “Death Rattle” é o próprio macabro caminho sonoro trilhado pela Morte. E há ainda “The Transgression”, “The First Tavern” e “The Man”, completando os momentos escolhidos para compor o extraordinário álbum de “Era Uma Vez no Oeste”.  Ouve-se durante a sequência no rancho dos McBain a canção irlandesa “Danny Boy” interpretada por Simonetta Santaniello (Maureen no filme) que não faz parte do álbum. 


    As peças musicais “A Dimly Lit Room” e “Jill’s America” reutilizam o tema principal criando atmosferas igualmente dramáticas. O tema principal de “Era Uma Vez no Oeste” tem duas versões. A primeira delas quando Jill (Claudia Cardinalle) chega à estação de Flagstone, executada pela orquestra regida por Morricone e contando com as vozes do Coral Alessandroni. A segunda versão é ouvida no Finale, com destaque para a voz da soprano Edda Dell’Orso. Ambas as versões são exuberantes, mas a voz de Edda Dell’Orso torna a canção ainda mais assombrosa e ao mesmo tempo lânguida e enternecedora. Edda Dell’Orso fazia parte do grupo I Cantori Moderni, criado por Alessandro Alessandroni e participou de muitos trabalhos de Ennio Morricone para o cinema, entre eles o filme “Três Homens em Conflito”. Nesse clássico western spaghetti de 1966 a voz de Edda é ouvida na sequência em que Tuco (Eli Wallach) procura desesperadamente pelo ouro enterrado num dos túmulos. 

    “Era Uma Vez no Oeste” foi ignorada pelo Oscar, em 1969, seja como trilha sonora musical ou como canção. Sobrevive, no entanto, esse trabalho do grande compositor Ennio Morricone aos tempos e mesmo ao gênero western, ao qual extrapola, convertendo-se num dos mais ricos momentos musicais criados para um filme.


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    3 comentários:

    1. Assisti "Era Uma Vez No Oeste", no Cine Santo Antônio em Passa Tempo/MG, em 1971, então com 10 anos de idade. Até hoje fico querendo entender, como deixaram eu entrar pra ver o filme, uma vez que era indicado para maiores de 18 anos. No início, as belas imagens, a estética da violência, aliada a uma exuberante trilha sonora, emociona, causa delírio na imaginação, ficando gravado na memória para sempre - foi portanto a minha redenção pelas coisas do Cinema; por não dizer, minha total devoção espiritual pelas coisas da "Sétima Arte". Com o passar dos anos, passei a me dedicar de forma religiosa, às coisas do Cinema, anotando dados, pesquisando em Jornais e Revistas especializadas; sendo que hoje possuo um acervo particular razoável, dedicado a "História Mundial do Cinema". E, com todo o sacrifício, e devoção, nunca perdi a dedicação, por este tema que me fascinou, e ainda me fascina. É salutar lembrar que o genial Morricone, recorreu também aos músicos: Franco De Gemini (especialista em gaita), Michele Lacerenza (trompete), Alessandro Alessandroni (assovios) e Gianna Spagnulo (outra voz marcante no coral de Alessandroni). Foi exibido na TV Globo pela primeira vez no Super Cine, em 8 de Agosto de 1986. Posteriormente lançado em VHS. A cena que mais me emocionou, foi a do garoto Enzo Santianello (de curta carreira - fazendo o personagem de Timmy, filho do fazendeiro MacBain), que ao escutar barulhos de disparos, sai correndo, dando de cara com o bando de Frank. Parabéns pelo texto. Vai chegar o tempo em que "Era Uma Vez no Oeste", irá se tornar um dos 100 maiores filmes da História, pode acreditar!....

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      1. Obrigado por dividir sua história conosco. Acho que este tempo já chegou há alguns anos e o filme esta sim, na lista dos maiores do cinema. Eles, "Três homens em conflito" e "Rastros de ódio" formam a base das referências do western mundial.

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    2. Excelente crítica sobre o filme, me identifiquei muito quando disse que ja assistiu diversas vezes, eu assisto umas tres vezes por mês ultimamente, assim como butch cassidy, que ja assisti mais de algumas centenas de vezes, seu cada fala dos dois filmes, a trilha e perfeita, e o final também, a respeito do era uma vez no oeste so tenho uma critica negativa e uma curiosidade; nao gostei dos tapas queo frank da no rosto do gaita, deveria ter dado socos, combina mais com alguem como eles dois. E nao consigo entender de forma alguma o que o irmao do gaita fala pro frank antes de morrer na forca, ja tentei de todas as formas ler os labios mas, nao consigo...acredito que pelo modo como fala e olha para baixo, diga que o seu irmao (o gaita) vai vinga lo, mas queria saber o que ele fala...enfim...coisa de loucos...o melhor faroeste de todos os tempos.

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