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    terça-feira, 25 de novembro de 2014

    JOGOS VORAZES A ESPERANÇA - CRÍTICA


    FICHA TÉCNICA

    Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1
    Direção:  Francis Lawrence
    Roteiro:  Peter Craig; Danny Strong
    Elenco:  Jennifer Lawrence; Josh Hutcherson; Liam Hemsworth; Woody Harrelson; Donald Sutherland; Philip Seymour Hoffman; Julianne Moore; Willow Shields; Sam Caiflin; Elizabeth Banks; Jena Malone; Jeffrey Wright; Stanley Tucci

     SINOPSE

    Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. Temerosa e sem confiança, ela agora vive no Distrito 13 ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã, Prim (Willow Shields). A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.

    O QUE EU VI DO QUE VI...

    Há uma certa preocupação com o "todo", quando um filme é dividido em duas partes. O cinema alterna erros e acertos. Harry Potter e Kill Bill foram acertos sem dúvidas. Crepúsculo foi absolutamente desnecessário.

    Faltou identidade.Falo como filme, sem pensar no grande sucesso destas séries, e de ser irresistível para os produtores recusar algo deste porte.
    Assisti Jogos Vorazes com esta preocupação. Será que o cinema ganhou dois filmes ótimos ou dois caça níquéis?
    Se olhar para o Hobbit e pensar que transformaram um livro pequeno em 3 filmes de 3 horas, o conceito de caça níquel esta ali. Se pensar que foram incluídos personagens dos Senhor dos anéis, que não participariam do livro original, percebe-se que a falta de identidade está ali. (Reforçada ainda pelo trailer do terceiro filme com uma música pontual entoada no Retorno do rei).
    Minha preocupação então tinha fundamento. Ainda que exista a superstar do momento Jennifer Lawrence em seu momento mágico (seus filmes pipoca são um sucesso e seus filmes sérios lhe rendem Oscars). Enfim, ao assistir o filme, percebi que a série veio para marcar. Os Hungerianos podem dormir tranquilos e esperar pelo o que quer que aconteça ,vai agradar a crítica e o público.
    Esta é Jennifer Lawrence.
    Este é Jogos Vorazes...
    E que se for para ser caça níquel...que seja um ótimo produto.

    E afinal, o que eu vi do que eu vi?
    Vi uma garota propaganda perdida entre um Estado querendo ressurgir às suas custas e o sentimento da destruição causada a sua Pátria mãe.
    Vi uma Jennifer Lawrence boa como sempre.
    Vi uma John Hutcherson bem acima da média.
    Vi um Liam Hemsworth que parece que entendeu que seu papel é somente uma ponte entre protagonistas.
    Vi um Philip Seymour Hoffman atípico, contido, como se o ator soubesse seu destino meses depois. A sensação que o filme passa é de muitas sequências desfocadas são na verdade efeitos. Ainda que tenham anunciado isto para a segunda parte.
    Vi como é primordial manter o diretor numa ocasião destas, já que ele capta a essência de tudo que quer mostrar dividindo isto com os filmes da série que dirige.
    Vi uma heroína bem humana tentado se reafirmar hora como heroína hora como humana.
    Vi que não exploraram a duração demasiada (que foi necessária nos outros filmes), mostrando que sabem o que estão fazendo.
    E foi isto o que eu vi.





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